O podcast do presente e do futuro / Firefox e o estado dos navegadores web

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No programa de hoje, Rodrigo Ghedin e Jacqueline Lafloufa começam falando de… podcasts — quase um meta-podcast. Nesta semana, o Spotify fez um grande evento virtual para anunciar novidades da sua plataforma. Entre elas, a chegada de anúncios programáticos e um sistema de “paywall” para podcasts. É bem provável que a maneira como ouvimos e a oferta de podcasts seja bem diferente daqui a alguns anos.

No segundo bloco, os assuntos são Firefox e navegadores web. O navegador da Mozilla é, ao lado do Safari, da Apple, a última barreira de resistência a uma web dominada pelo Google e seu navegador Chrome. Mesmo possíveis alternativas, como Edge, Brave e Opera, usam o mesmo motor do Chrome, um risco para a diversidade e democracia na web.

Nas indicações, Ghedin mandou dois fios no Twitter e no Mastodon de indicações de álbuns brasileiros, e Jacque indicou o livro Um homem chamado Ove, do Fredrik Backman, publicado no Brasil pela Alfaguara.

Música de fundo: everyday routine, por Dee Yan-Key.

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8 comentários

  1. Oi procês.
    Num minuto aí vocês falaram da fragmentação dos podcasts, dos exclusivos e tal. Eu fiz exatamente o contrário do que falaram aí. Ao invés de buscar a pirataria ou um bundle de bundles decidi simplesmente parar e não ver quase nada de todos os tipos de conteúdo, foi um super fd-se. Eu não acompanho nada e cheguei ao ponto de não me importar com spoilers da maioria dos conteúdos. Vocês esqueceram de lembrar que essa saída existe e assim como fazer listas de recomendação do que consumir já é um super incentivo, simplesmente o ato de falar que você não precisa ver também é para o contrário.

    É sério, vocês falaram como se o usuário fosse um viciado (talvez seja como dito num tecnocrácia aí), que é óbvio que ele não vai deixar em hipótese alguma de procurar um conteúdo pra ficar na frente vendo como um ser humano ou como um zumbi.

    Lembrar que a pessoa não necessita e não deseja pode fazê-la lembrar no fundo do âmago dela que ela não necessita e não deseja. Que ela não precisa viver experiências, que ela pode aproveitar o tempo para não fazer nada, isso não necessariamente vai a tornar produtiva e ela tem o direito de não ser produtiva.Eu

      1. Nossa, mas tomei tanto cuidado ao escrever esse comentário 🙁, claro que passaram algumas coisas, mas… Fiquei triste agora.

    1. Eu entendi seu comentário, Emiliano!

      Não usar é uma opção, claro. É que muitas vezes é uma opção muito custosa. Vejo um paralelo mais óbvio no WhatsApp: muita gente não gosta do app, mas acaba “tendo” que usá-lo. Em entretenimento talvez seja mais simples abdicar (eu, por exemplo, não assino o da Amazon, mesmo gostando do catálogo deles), porém é mais complicado abdicar de tudo. E, mesmo que sim, acho que o nosso debate parte da premissa de que gostamos de cinema, de séries, de podcasts, e que, por isso, nos interessa ter acesso à comodidade e às produções exclusivas que essas plataformas veiculam.

  2. salve Rodrigo e Jacqueline. sigo na escuta do podcast usando agregador preferencialmente. a iniciativa brasileira é o https://www.orelo.audio/. há experiências interessantes por lá como suporte ao produtor de conteúdo e conversa no estilo “Clubhouse”. nunca deixei o Firefox no PC… voltei a usá-lo no Android e alterno Vivaldi/Chrome. paz e bem! 🖖🏿

  3. salve Rodrigo e Jacqueline. sigo na escuta do podcast usando agregador preferencialmente. a iniciativa brasileira é o https://www.orelo.audio/. há experiências interessantes por lá como suporte ao produtor de conteúdo e conversa no estilo “Clubhouse”. paz e bem! 🖖🏿

  4. Eu atualmente uso o pocket casts para a grande maioria dos meus podcasts. Porém, utilizo adicionalmente dois outros apps por conta da exclusividade de alguns programas:
    – Spotify
    – Orelo – https://orelo.audio/

    O Orelo no caso está implementando uma funcionalidade para você acompanhar podcasts ao vivo (tipo Club House…).

    Ambos não me custam nada para ouvir os podcasts, mas com certeza terei que conviver com anúncios em breve. Ao meu ver, se isso ajudar a manter os projetos é algo razoável.

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