Fundo azul, com uma chamada para um PlayStation 5 no centro. À esquerda, a frase “Ofertas de verdade, lojas seguras e os melhores preços da internet.” À direita, “Baixe o app do Promobit”.

Plataformização das newsletters / Falando do Clubhouse no Clubhouse

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No programa de hoje, Rodrigo Ghedin e Jacqueline Lafloufa começam falando de newsletters, ou da reinvenção das newsletters capitaneada pelo Substack. Ao focar em escritores e jornalistas, a startup norte-americano criou um novo segmento dentro de um antigo, quase consolidado — o das newsletters. As grandes empresas, como Facebook e Twitter, já sacaram essa oportunidade e estão correndo atrás.

No segundo bloco, o assunto é Clubhouse. (Esta edição do podcast, a propósito, foi gravada dentro de uma sala do Clubhouse, ao vivo e com plateia, chique que só.) Qual é a da nova rede social sensação, toda baseada em áudio? A empolgação desta semana vai durar? São muitas perguntas, que nos esforçamos para tentar responder.

Nas indicações, Ghedin recomenda o documentário Babenco: Alguém tem que ouvir o coração e dizer: parou, da Bárbara Paz, e Jacque o audiolivro A promised land, do ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama, narrado pelo próprio (na versão com áudio original/em inglês).

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6 comentários

  1. Pelo que tenho observado, esse aplicativo (Clubhouse) pode ser bem aproveitado para se montar salas ou canais como uma rádio online interativa. Pode ser 24h, ter publicidade em áudio, jingles, receber convidados na programação. Imagine uma rádio com programas interessantes interagindo socialmente com usuários e tendo lucro com seus patrocinadores.

  2. eu fico mal de imaginar que o conteúdo dessas newsletters todas (ao menos das abertas) podia ser apresentado na forma de um bom e velho blogue dotado de um igualmente bom e velho RSS — de forma a ser adequadamente indexado pelos buscadores e acessado por leitores de RSS

  3. Clubhouse: na política de privacidade informa que as falas não ficarão gravadas, mas serão monitoradas. Na boa, esse negócio tem planos obscuros ou está fazendo alguma experiência (sem consentimento, também é obscuro). Não sei como as pessoas ainda caem nessa pegadinha “só entra por convite”. Não confio.

  4. Boa conversa. Assino newsletters (boletins) de quem oferece essa possibilidade. Uso Feedbro para os sites/blogs que não oferecem newslewtter. Não sigo ninguém que não ofereça pelo menos um RSS. E contribuo com alguns, não consigo contribuir com todos.

  5. Jacque, eu também uso o Feedly para ler RSS e já cogitei pagar para ter a função de newsletter e do google news, mas acho caro (por causa do dólar) e descobri um serviço chamado “kill the newsletter” em que ele transforma as newsletter em RSS,uso há 2 anos (ou mais), vale conferir,ainda mais se você paga o feedly só para isso

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