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O legado de Jeff Bezos na Amazon / Os últimos lugares legais na internet

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Nesta semana, Rodrigo Ghedin e Jacqueline Lafloufa começam o podcast falando de Jeff Bezos. O fundador da Amazon anunciou que em 2021 deixará o cargo de CEO para se dedicar às suas outras empreitadas, como a Blue Origin e o Washington Post. Comentamos seu legado na Amazon, as qualidades e os defeitos da segunda pessoa mais rica do planeta.

No segundo bloco, falamos de Wikipédia, ou de como a Wikipédia é um lugar legal. Por quê? Quais fatores fazem dela algo tão “sui generis” na internet? Existem outros lugares legais aqui? As respostas, achamos, passam por dinâmicas sociais e modelos de negócio.

No fim, Jacque indica o jogo Jenga (sim, aquele de tirar as peças sem derrubar a torre). Ghedin indica o filme Amor, do austríaco Michael Haneke.

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2 comentários

  1. Entre o otimismo da Jacqueline e o pessimismo do Ghedin, acho que a “solução” está no meio do caminho: achar um modelo lucrativo de mídias sociais que não dependam de publicidade e atenção.

    Infelizmente, suspeito que ninguém foi mais relevante ao questionar esse modelo atual que a Apple, usando a bandeira da privacidade com o objetivo de minar seus concorrentes.

    Para ilustrar, basta ver a diferença do sucesso do modelo open-source. Para soluções de TI, que empresas gastavam aos tubos em soluções proprietárias e limitadas, o modelo é um sucesso absoluto. Para uso pessoal, o hardware é o maior custo, sem esse incentivo financeiro….soluções como Linux desktop e Libre Office nunca conseguiram bater de frente com os concorrentes.

    Bom, em resumo, é complicado termos os heróis que queremos enquanto vivermos em um mundo capitalista :/

    1. Também acho que é por aí, Gabriel. E que esse meio do caminho não virá de uma empresa de capital aberto, porque nesse estágio torna-se praticamente obrigação crescer continuamente — em tamanho e faturamento.

      Esse modelo SaaS que está tão em voga no mundo corporativo poderia muito bem ser replicado em redes sociais. O Mastodon, por exemplo, funciona em pequenas comunidades que poderiam se autofinanciar. Não acontece, acho eu, por outra coisa que comentei no programa: é muito mais fácil e rentável faturar com as empresas bancando via publicidade e dando publicidade à própria rede — o tanto que Twitter, Facebook e Instagram apareciam e ainda aparecem em outras mídias, impulsionados por empresas que usam essas redes para se promoverem, tem um papel fundamental na hegemonia que elas detêm.

      Acho que essas redes do meio sempre serão meio marginais, como o Mastodon e, esticando um pouco o conceito, o próprio Manual são. Funciona para quem está dentro, entende a lógica, mas é uma pena que soluções tão legais e mais saudáveis permaneçam restritas a um nicho.

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