A (falta de?) inovação da Apple; O que esperar da CPMI das fake news

Neste Guia Prático, eu (Rodrigo Ghedin), Guilherme Tagiaroli e Giovanni Santa Rosa falamos de iPhone 11 e da pergunta que há anos gera debates acalorados em caixas de comentários de sites especializados: a Apple não inova mais? No segundo bloco, o assunto é política, ou as possíveis implicações da CPMI das fake news, iniciada no último dia 9 de setembro, nas empresas de internet que estão no centro da crise da desinformação que aflige o mundo.

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5 comentários

  1. Tive um pequeno choque ao ouvir a palavra “Prince” ao invés de “O Artista Anteriormente Conhecido como Prince”. Haha.

    Ótimo cast!

    Não tinha pensado no conceito de que agora a Apple é grande demais pra ficar arriscando, em comparação com outras marcas. Acho que faz sentido pro Mercado.

    1. Alguns comentários vou fazer aqui, outros em audio:

      – já vi jornal apócrifo em eleições municipais algumas vezes. Então podemos dizer que “fake news” sempre existiu, a diferença é a forma.

      No caso das eleições 2020, acho que o ponto não é nem esse, mas sim o desafio de votar por ética “limpa”, vamos dizer assim.

      Quanto a questão da punição, creio que deveria ser tomado o primeiro passo e punido a menos articuladores e nomes com força de influência, como jornalistas e políticos. Não precisa exatamente punir o tio reaça que compartilha mensagens toscas.

      – Do Uber: tá na hora mesmo é de ” fazer lobby” – isso falando dos profissionais à serviço e entidades trabalhistas – para pressionar o congresso brasileiro a fazer leis similares.

      O Uber pode ser categorizado como terceirizadora ou algo como uma empresa agregadora de transportes. Talvez isso funcione para assim dar resguardo trabalhista. E não só aos à serviço do Uber, mas também de plataformas como iFood, Rappi e outras.

      No audio (asqp mando aí), vou só fazer um comentário a mais sobre a CPI e também sobre o ponto e vírgula. ;)

      1. Ouvi por acidente numa rádio (!!) que os critérios usados lá na Califórnia não se aplicariam a lei atual brasileira. Fiquei curioso.

        1. Devo ter ignorado algo do podcast, mas acho que dado que no BR tem o principio da terceirização, então obviamente é um argumento para forçar Uber/rappi/ifood a tratarem as pessoas à serviço deles como empregados

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