O Manual do Usuário é um blog independente que confia na generosidade dos leitores que podem colaborar para manter-se no ar. Saiba mais →

Acompanhe

  • Telegram
  • Twitter
  • Newsletter
  • Feed RSS

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

11 comentários

  1. Esse mito da pilha na geladeira eu ouvi na época do Gameboy Color mesmo! Hehe Mas sempre achei que tinha a ver com a temperatura da pilha em si e não que recarregava.

    Agora o mito da remoção com segurança de pen-drive eu acho bom. Tem gente que não tem costume de utilizar tanto computadores, então ter que remover com segurança garante que não vão tirar enquanto está em uso.

  2. Além dos mitos, há o problema das pessoas não acompanharem as mudanças. As pessoas criticam marcas e softwares com base em experiências antigas, afinal quem nunca recebeu um olhar torto por indicar um Moto G ou Moto X?

  3. Tem dois mitos que faltaram no podcast:

    01- CD/DVD pirata estraga o aparelho/tocador.

    Ok, pode ser que aquelas mídias de CD/DVD que são verdes ou de má qualidade pode descascar sozinha e prejudicar o leitor, mas é óbvio que no geral, é um mito para não comprarem mídias piratas ou fazer cópias.

    02- Celular explodir postos de combustíveis

    Essa é antiga, tanto que foi desmentida pelo Mythbusters.

    Que me lembro, por enquanto é só, parabéns pelo podcast ;)

  4. Um detalhe sobre telas e diamantes! Diamante é um material extremamente duro e por isso é difícil de arranhar MAS é muito propenso a quebra, plástico é mole portanto risca fácil, mas é menos propenso a quebra!

  5. Interferência em canais próximos? Na minha TV dava interferência em todos os canais. Além de ficar riscos na tela também tinha chiados. Era inviável manter o videogame ligado e apenas mudar a posição da chave seletora para poder assistir TV. Tinha que desligar o videogame mesmo…

  6. O cabo citado no podcast era o cabo RF aquele das duas “perninhas”

    Os vídeogames funcionavam em canal 3 ou 4 geralmente, desde o Atari (na verdade até o telejogo era assim que eu me lembre) até os mega drives e SuperNes.

    Em algumas tvs vc tinham os “canais” (que não eram bem canais, mas sim posições) e em cada uma delas vc sintonizava um canal, e vc tinha que colocar a sintonia fina. Então pra sintonizar o canal do game vc tinha que “perder” um “slot” e se ali tivesse o canal da novela da sua mãe, pronto, já era o suficiente pra ela falar que vc “zuou” a tv dela…(sim eu passava por isso)

    Com o videogame ligado, geralmente vc tinha uma interferência nas frequências dos canais “próximos” ao 3 e 4 (principalmente) Logo era melhor desligar o videogame quando vc fosse assistir tvs.

    Mas em geral era falta de informação mesmo. Medo do desconhecido.

  7. A maldita peça que conectava o Atari na TV eu conhecia como “Caixa de antena”.
    Já sobre a lenda de estragar a TV, era que no caso poderia manchar a tela com o uso excessivo do Vídeo-Game, sempre minha mãe me dizia para eu jogar pouco se não a TV iria ficar manchada.

  8. Desligar um gadget e ter q esperar um tempo pra ligar de novo. Ouço muito essa conversa relacionado a modens. E uma vez minha internet 3G estava uma porcaria e uma atendente da operadora me pediu para ficar 5 minutos (!?!) com o aparelho desligado. Claro que não fiz isso. Não vi sentido algum nessa bizarrice.

    1. Cinco minutos (!) é exagero, mas alguns segundos fazem sentido. Algumas memórias são voláteis, como a RAM, e quando se corta a energia delas o conteúdo se perde. Por isso os segundos desligados são importantes, para “limpar” a memória.

Do NOT follow this link or you will be banned from the site!