Podcast #25

Caixas de smartphones modernos.
Foto: Tim Malabuyo/Flickr.

A Motorola surpreendeu a todos com o Moto G por R$ 649 no Brasil, anotando mais um capítulo da estranha precificação que algumas empresas têm adotado recentemente. Eu (Rodrigo Ghedin), Paulo Higa e Joel Nascimento Jr. nos reunimos para discutir Moto G, linha Nexus, os caríssimos smartphones topo de linha e os bons modelos de entrada disponíveis hoje. Para ler antes de ouvir, este artigo de Jon Figas no Engadget.

Se preferir, baixe o MP3.

Música: Polish Girl, do Neon Indian.

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12 comentários

  1. Fala Ghedin, blz?

    Consegui atualizar ontem meu N4 pro kitkat e tudo tranquilo. Foi OTA mesmo, apesar de eu ter que tomar um atalho… :)

    Satisfeito porque parece estar ainda mais fluido do que antes. Por esse atalho também atualizou o N7.

    É só limpar o BD do Android que ele ‘enxerga’ a atualização de boa.

    Abs,

  2. Corroborando com o Rogério, eu acho que o preço é definido pelo mercado, não dá para definir o que seria justo. Por isso mesmo, eu entendo uma possível preocupação com essa movimentação do Google. Acho que um bom exemplo é o mercado de notebooks. Devido a concorrência, os mercados foram ficando mais apertados e a inovação se estagnou. Por que as empresas investirão pesado nesse mercado se as margens de lucro são baixas?

    Na minha opinião, a Apple levou nas costas boa parte de tudo que houve de inovação recentemente no mercado dos notebooks. A Sony também parece ter investido bastante. Eles investiram (e investem) pesado porque há retorno, diferente de outras empresas que não conseguem vender seus notebooks pelo mesmo preço. O design do MacBook Pro de 2008 continua a frente de muitos produtos que começaram a ser vendidos esse ano, isso porque eles conseguem vende-lo por mais que $1000,00.

    É possível que com esse achatamento, a concorrência fique desinteressada nesse mercado. O Google e a Amazon não competem nesse mercado, eles lucram de outra forma, então é complicado ser uma HTC nesse contexto.

  3. Saudações Senhores,

    Muito bem abordado o assunto dos preços dos smartphones.

    Sobre isso tenho apenas a acrescentar que, apesar da escalada de preços dos top de linha, acho que o cenário atual é melhor do que antigamente. Hoje temos smartphones com preços acessíveis e que não fazem feio caso você não seja um gamer inveterado. Caso do Razr D1 e do Lumia 520. Já vi ambos sendo vendidos por cerca de R$ 380 e são aparelhos de respeito. O que comprávamos com esse valor há 5 anos atrás?

    Sobre a formação de preço dos produtos, temos que lembrar que há dois componentes: o custo e o valor que o consumidor está disposto a pagar. Quanto maior o custo, mais caro o produto. Óbvio! No entanto, custos menores não significa preços menores. Se os consumidores aceitam pagar preços elevados, as empresas cobrarão preços elevados. Por que cobrar R$ 1.500 se cobrando R$ 2.000 a empresa venderá todo o seu estoque do mesmo jeito que venderia a R$ 1.500? As empresas metem a faca e ainda torcem e se ainda assim vender tudo, ela continuará fazendo assim. Se encalhar aí ela deixa de torcer a faca. Se ainda assim não vender aí ele mete a faca um pouco menos. E assim vai diminuindo o preço até um valor tal que a empresa consiga vender o que produz. O limite são os custos. Se mesmo a um preço que apenas cubra os custos ainda assim não vende, então a empresa para de fabricar o produto.

    1. Os iPhones 5s e 5c serão a prova de fogo dessa tua teoria. Se geral pagar mesmo R$ 2.700 no iPhone 5s por aqui, fizerem fila e esgotarem os estoques no lançamento, aí eu jogo a toalha…

  4. A respeito de impostos. Uma experiência recente. Na nota fiscal do Macbook que comprei de uma grande loja do varejo nacional está descriminado: R$ 4.599,00, desconto de R$ 550,00 e impostos de R$ 2.200,00. Lá no EUA, para o consumidor, o modelo equivalente está entre US$ 1.000 – 1.100. Fazendo a conversão cambial… subtraindo os impostos… Enfim, quem pagou os impostos? Eu.

    1. Nem fale de impostos. Vendo a nota do meu smartphone descobri que paguei cerca de uns 300 reais em imposto. O que devia ter saido a 428 saiu por 699 (um Motosmart dual chip, sendo que na loja o mais barato era um Galaxy Pocket, mas Samsung eu quero longe…). E um mês depois vem esse Moto G D:

  5. Ghedin,

    Sobre o assunto aos ~19min de podcast. A venda da linha Nexus não tem “subsídio” do Google. Ele não perde dinheiro no aparelho, o que acontece é que não há uma margem de lucro alta.
    Já estive em discussão com pessoas que trabalham dentro do Google que afirmam isso. Pode parecer barato, mas digamos que é o preço “realmente” justo.

  6. Por incrível que pareça, na faculdade tem aparecido iPhones 4 aos montes nas mãos de outros alunos, mesmo com opções interessantes e com melhor custo benefício no mercado. A falta de conhecimento ainda é a principal causa.

  7. Ótimo Podcast! Vou aguardar o da semana que vem pra decidir quanto à compra (ou não) de um smartphone. Valeu.

  8. Realmente a motorola esta surpreendendo, pelo lado bom da coisa. Ao contrário da apple e samsung. A construção do moto x é muito boa, o android nele é incrivelmente rápido (totalmente ao contrário do galaxy s3). Ainda vejo muitas pessoas falando que o preço do playstation ou do iphone são impostos, e todos sabemos que isso não é verdade, visto que o imposto de importação para casos como o do iphone é de aproximadamente 52% e o preço de importação não são os do varejo mas sim os preços que saem da fábrica.

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