Dois homens, em poses diferentes, usando cuecas pretas da Insider, um em cada canto da imagem. No centro, a frase: “A cueca mais confortável com 12% Off. Cupom MANUALDOUSUARIO12”

O que eu uso (2022)

Foto frontal de uma mesa de trabalho, com o monitor ligado mostrando o Firefox aberto no Manual do Usuário. Embaixo, um mousepad grande com mouse, teclado e apoio para o pulso. Ao fundo, uma carteira. À direita, MacBook Pro parcialmente visível.

O Manual do Usuário é reflexo da minha curiosidade e vivências. Por isso, os produtos e serviços de tecnologia que uso no dia a dia, para fazê-lo e para outros fins, têm um impacto considerável no site.

Daí veio a ideia de fazer um raio-x anual do que estou usando, para dar mais contexto ao que é publicado aqui. Tipo… Por que falo de aplicativos para macOS, um sistema que pouquíssima gente usa no Brasil? E esses projetos de código aberto, só divulgo ou uso eles para valer? Com sorte, este post te ajudará a entender algumas decisões e características do Manual.

Outra dimensão interessante deste exercício é a de registro histórico. Será legal revisitar esses posts daqui a cinco, dez anos, e ver o ferramental tecnológico que se usava (ou que eu usava) em 2022.

E, claro, vale pela curiosidade também, um tipo de voyuerismo tecnológico, que pode inspirar e proporcionar descobertas e boas ideias, ou, no limiar, ser apenas uma leitura curiosa, interessante.

“Produtos e serviços de tecnologia” são uma definição muito ampla, por isso restringi os itens abaixo aos que, de alguma maneira, são usados para ou dialogam com o fazer do Manual do Usuário. Coloquei as datas de aquisição, quando foi possível lembrá-las, [entre colchetes].

Os produtos e serviços que ainda estão em linha, ou seja, disponíveis para compra/contratação, podem conter links de afiliados. Se comprar algo por esses links, o Manual do Usuário poderá receber uma pequena comissão da loja. Os preços não mudam para você.

Computador

Foto de um MacBook Pro (2015) em um suporte metálico com três cabos conectados do lado esquerdo. Ao fundo, parte de um tripé.
MacBook Pro (2015). Foto: Rodrigo Ghedin/Manual do Usuário.

Virei mais um ano com o bom e velho MacBook Pro de 13″ de 2015 [set/2015, review], o último antes dos modelos com o problemático teclado borboleta (que já nem existem mais). Ano passado, ele sentiu um pouco o peso da idade na edição de vídeos, mas, fora isso (uma atividade bem alienígena por aqui, aliás), este notebook ainda me satisfaz e acredito que continuará assim até a Apple acabar de vez com as atualizações do macOS para processadores Intel.

O notebook funciona como um desktop na maior parte do tempo. A ele estão ligados um teclado Das Keyboard 4 Profesional for Mac [dez/2018], um mouse Logitech M90 [jan/2019; Magalu] e a minha mais recente aquisição, um monitor 4K de 27″ da LG, modelo 27UL650 [out/2021; Magalu].

(A próxima aquisição deverá ser um novo apoio para o pulso. O atual, um simples da Maxprint [2015], está se desintegrando, como se nota na foto que abre este post.)

Foto em close de uma Yubikey preta e um pen drive prata unidos por uma argola/chaveiro. Ao fundo, desfocado, os fones dos EarPods.
Yubikey 5 NFC e pen drive Samsung BAR Plus. Foto: Rodrigo Ghedin/Manual do Usuário.

Para completar, dois penduricalhos que estão sempre comigo: uma chave de segurança Yubikey 5 NFC [abr/2021, review] e um pen drive Samsung BAR Plus de 128 GB [set/2021; Amazon, Magalu], que uso para backup de arquivos.

Por ora, o macOS segue atualizado (versão 12.1 Monterey). A lista de aplicativos instalados não é grande, mas grande o bastante para não caber inteira aqui sem deixar o post quilométrico. Assim, coloco abaixo os aplicativos principais que uso no dia a dia fazendo o Manual e alguns utilitários que complementam e estendem o macOS:

↑ Voltar ao menu

Mobilidade

Foto de cima de um iPhone 8, com a tela ligada, sobre uma superfície marrom entrelaçada. À esquerda, uma planta com um vaso com cachepó de cipó.
iPhone 8. Foto: Rodrigo Ghedin/Manual do Usuário.

Continuo com o iPhone 8 [dez/2017; Magalu], comigo há quatro anos. É um celular ridiculamente bom: funciona como o esperado, sem sustos, extravagâncias ou estranhezas. Não é à toa que a Apple mantém esse modelo em linha, a despeito do seu visual datado — é o mesmo há sete (!) anos, do iPhone 6 ao mais recente iPhone SE.

Minha tela inicial só tem uma página, com dois widgets e alguns aplicativos. O primeiro widget é da agenda de compromissos e o segundo, de aplicativos sugeridos pela Siri com base em meus padrões de uso, que vão se alternando ao longo do dia. Nem sempre acerta, mas acerta com frequência suficiente para me fazer mantê-lo ali. Os apps fixos são:

  • Ajustes.
  • Tidal (streaming de música).
  • Overcast (podcast).
  • Broadcasts (rádio FM).
  • Pasta com vários apps sociais, de redes e mensagens.
  • Pretext (editor de texto puro/txt).
  • Fotos.
  • Splid (divisão de despesas).

E na fileira fixa de baixo:

Os dois acessórios que uso com ele são os EarPods, que vieram na caixa do celular (bons tempos…), e uma bateria externa da Samsung de 2.600 mAh, modelo EB-PA500UFP [ago/2017]. A bateria do iPhone 8 está com 76% da capacidade máxima, então a externa tem se tornado cada vez mais importante.

Foto de cima de um iPad Pro sobre um braço de sofá, mostrando o assento à esquerda e um chão de taco à direita.
iPad Pro. Foto: Rodrigo Ghedin/Manual do Usuário.

Uso um iPad Pro original, de 9,7″ [ago/2017]. A tela inicial não tem widgets e, sendo bem sincero, costumo usar só os aplicativos da parte de baixo dela. É um dispositivo que uso basicamente para ler e, em viagens, assistir a alguma coisa.

No que diz respeito ao Manual, uso pouquíssimo o celular e bastante o tablet, esse só para leituras. Os aplicativos mais usados/importantes nesse contexto:

↑ Voltar ao menu

Serviços

Aqui não constam serviços do Manual do Usuário, pois estes já estão descritos em outro canto. São os que uso pessoalmente e que, de alguma forma, dialogam com o site.

  • Para RSS, uso o Feedly. Digo, uso, mas não uso, porque ele acaba sendo só o “backend”, ou o motor que atualiza e sincroniza minhas inscrições. Em todos os dispositivos, leio os feeds pelo ótimo NetNewsWire.
  • O e-mail do Manual é um plano gratuito bem generoso (e infelizmente extinto) do Zoho.
  • Meu serviço preferido de favoritos e links para ler depois é o Pinboard. No computador, acesso-o pelo (ótimo) site; no celular e tablet, uso o Pins — a extensão para salvar links é fenomenal. Meu plano é bem antigo, de pagamento único. O preço da assinatura, plano disponível hoje, não seria tão caro se o dólar não estivesse uma facada (US$ 22/ano).
  • Para backups remotos, tenho usado o Backblaze B2. O teto de gratuidade é bastante generoso e depois dele, os custos são ridiculamente baratos. Os backups são feitos com a ajuda do rclone.
  • Para gerenciar o site (e o apartamento onde moro), uso o plano gratuito do Basecamp. Ele dá direito a três projetos e, fora isso, tem todos os recursos do plano pago.
  • Minha conexão à internet é da Vivo, do tipo FTTH (fibra), com download de 200 Mb/s e upload de 100 Mb/s.

↑ Voltar ao menu

Outros

O Guia Prático é gravado com um headset Lifechat LX-3000, da Microsoft. Deve ser o terceiro ou quarto que tenho — perdi os outros por problemas no cabo — e, embora não me lembre quando comprei o modelo atual, foi seguramente há mais de quatro anos.

As fotos e vídeos originais usadas no site são feitas com uma Sony RX-100 V [mai/2021]. É uma câmera bem legal de usar, ainda que o celular seja mais fácil e, em (raras) ocasiões, acabe usando uma foto tirada com ele mesmo. O microfone de lapela, que está sempre presente nas gravações dos vídeos do site, é um Boya BY-M1 [mar/2021].

↑ Voltar ao menu

Deixe um comentário para João Cancelar resposta

Seu e-mail não será publicado. Dúvidas? Consulte a documentação dos comentários.

31 comentários

  1. Oi Ghedin! Tu mencionou que usa o Basecamp pra gerenciar o apartamento? Poderia explicar melhor como acontece isso de forma prática?

    1. Ainda estamos aprendendo, eu e minha namorada. Adotamos o Basecamp quando decidimos morar juntos. Usamos bastante as listas de tarefas (compras regulares, pendências da mudança, lugares onde gostaríamos de ir) e o sistema de arquivos, para manter documentação e notas fiscais arquivadas. Outro uso que fazemos é do sistema de fórum, para contabilizar os gastos da mudança. (Para gastos recorrentes e do dia a dia, adotamos o Splid, porém.)

  2. O legal do post é que não é diferente dos posts de escritórios e mochilas. :)

    (E não sei porque raios jurava que este monitor – muitas vezes assunto em posts livres e twitts – era branco).

  3. Por que a escolha do Tidal? Obviamente algumas escolhas são open source e deslocadas do eixo das empresas hegemônicas, mas gostaria de saber o porquê de alguns tópicos (Sublime, Tidal, Basecamp). (eu sei que posso já ter respondido a pergunta kkkryng)

    1. Não queria usar os líderes (Spotify e Apple Music), um pelo comportamento agressivo, outro porque já tem dinheiro demais. Ano passado passei usando a Deezer, mas achei o aplicativo deles muito fraquinho. Aí, na hora de renovar, dei uma olhada nas opções disponíveis e resolvi experimentar o Tidal.

      Sublime Text: é super rápido e faz o que preciso (leia-se: o básico do básico).

      Basecamp: simples, grátis e sem muita complexidade, condizente com a demanda do Manual e do outro projeto que mantenho lá.

        1. Diria que vale um teste — afinal, é de graça. Ele tem uma boa variedade de ferramentas, mas me parece um pouco mais engessado que outras soluções de projetos.

          Para mim, isso às vezes é até uma boa (não é caótico, não fica mudando toda hora), ainda que sinta falta de um ou outro recurso vez ou outra. Por exemplo, tarefas recorrentes, que eles só colocaram no segundo semestre do ano passado.

          Apesar disso, gosto bastante do serviço e me é bastante útil.

  4. Obrigado por compartilhar.

    Estou pensando em trocar o Organizze pelo Pocket Expense. O Organizze é estranhamente pesado no meu iPhone 6S. Testei um pouco o Pocket Expense, gostei, mas senti falta do registro parcelado de despesas no cartão de crédito. Sabe dizer se é possível fazer isso por lá ou tem que ser manual (registrar cada parcela/vencimento)?

          1. É meio confuso mesmo, mas acho que, no fim, é tudo a mesma empresa. No aplicativo certo/atualizado da App Store, o “link de suporte” cai no site da Polycents. E o app do Android, esse que você linkou, usa um ícone que já foi usado no do iOS (o que eu uso mesmo), há muitos anos.

            Este app é bem estranho. Já enviei vários e-mails aos desenvolvedores apontando erros e sugerindo melhorias, e nunca tive resposta.

  5. Você já tentou usar um apoio para deixar o monitor mais alto e o Macbook abaixo, como uma segunda tela e aproveitando o próprio teclado e touchpad? Usei alguns anos assim e era muito bom. Na tela do Macbook abaixo eu deixava spotify, whatsapp, e coisas secundárias.

    1. Não. O monitor já fica na altura certa, subi-lo traria prejuízo ao meu pescoço. Sem falar que o teclado avulso é mais confortável que o do MacBook. E sou um cara de uma tela só 😄 (Já tive a oportunidade de usar duas, não gostei.)

  6. Senti um clima de despedida desse ambiente aí. Próximo ano, laptop/desktop com Linux e smartphone degoogled hahahaha

  7. Uso um macbook pro late 2011, após a instalação do SSD. Está rodando o básico muito bem, mas tive que instalar o mojave via patch. Lembro que em 2012 paguei o equivalente a uns 6 salários mínimos, os computadores da Apple tem a vida bem longa se cuidar bem.

  8. Gosto de ver o setup do pessoal profissional liberal. Quem passa o dia inteiro trabalhando com isso deve saber escolher bem o que usa. É legal para nos dar ideias do que comprar.

    (Claro que um monte de empregado CLT também passa o dia inteiro trabalhando com um setup específico, mas aí não é escolha dele…)

    1. Depende. Noto que há empresas que hoje falam para a pessoa CLT escolher o setup, ou falam para a pessoa ir lá comprar um notebook (o note a priore fica em nome da empresa, mas depois negocia-se e repassa).

      1. Também fiquei curioso. Ainda estou no onedrive pelo preço ridiculamente barato quando adquirido com o Microsoft 365.
        Mas o acesso aos arquivos (e principalmente às fotos) é muuito ruim. Pensando em talvez testar o iCloud. Ainda que mais caro, teria a vantagem de ser 2gb contra 1 da Microsoft.

        1. Cara, na minha opinião, o OneDrive está milhas à frente do iCloud para arquivos. Eu tenho os dois, mas só uso o OneDrive.

Compre dos parceiros do Manual:

Manual do Usuário