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Galaxy Z Fold 2 5G entra em pré-venda por R$ 14 mil

A Samsung colocou o Galaxy Z Fold 2 5G, segunda geração do seu celular com tela dobrável que vira um tablet quando desdobrado, em pré-venda no Brasil. Custa R$ 14 mil. Além do celular, o comprador leva de brindes um par de Galaxy Buds (R$ 1,3 mil no varejo) e um relógio Galaxy Watch 3 (R$ 3 mil), acesso a suporte personalizado 24/7 e uma troca gratuita de tela (tem que pagar uma franquia de R$ 800; o reparo em “avaria na tela” do Z Fold original, fora da garantia, tem preço de tabela de R$ 4.866). O lançamento é no dia 13 de novembro. Via Samsung.

Nubank se desculpa por fala racista da co-fundadora e promete mais iniciativas inclusivas

Pegou mal uma fala de Cristina Junqueira, co-fundadora do Nubank, no Roda Viva segunda passada (assista ao trecho) sobre a falta de líderes negros na fintech. Neste domingo (25), em uma carta aberta, os três co-fundadores admitiram que estavam errando nos campos da diversidade e inclusão racial, anunciaram algumas iniciativas e prometeram revelar outras mais em novembro. Via Nubank.

Lee Kun-hee, presidente da Samsung, morre aos 78 anos

Kun-hee assumiu a Samsung no final dos anos 1980, herdando o cargo de seu pai. Em 1993, iniciou uma reviravolta na empresa que a transformou no titã global que é hoje, responsável por 20% do PIB sul-coreano. Pelo caminho, teve condenações por suborno e sonegação fiscal. Em 2014, Kun-hee sofreu um infarto que o incapacitou para as atividades do dia a dia; desde então, seu filho Jay Y. Lee tem liderado o conglomerado.

alguma apreensão sobre a herança deixada por Kun-hee (de 50–65%), que deverá render alguns bilhões de dólares ao governo da Coreia do Sul. Esse imposto sobre a herança e o papel da Samsung na economia do país são tão relevantes que havia até uma teoria da conspiração acerca da saúde de Kun-hee. O cargo deverá ser ocupado por Jay Y. Lee, mantendo a tradição dos chaebols do país, um tipo de conglomerado empresarial de grande porte, mas controlado por uma família. Via Folha, The Verge (em inglês).

Universidade da Bahia emprestou notebooks com app espião aos alunos

Notebooks emprestados aos alunos pela Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) estavam com um app espião chamado KidLogger. Destinado a controle parental, o app grava sons, imagens, salva senhas e histórico de conversas privadas.

Após denúncias em redes sociais, a UFSB divulgou uma nota na quinta (22) informando que recolherá os notebooks para análise. Ontem (23), a Comissão Permanente de Atividade Correicional da universidade abriu uma sindicância para apurar os fatos. Via @jvixcxtor/Twitter, DCEUFSB/Facebook.

Gravadoras norte-americanas tiram o projeto youtube-dl do ar

A associação das gravadoras nos Estados Unidos (RIAA) enviou uma carta à Microsoft para que a empresa retirasse do GitHub o projeto youtube-dl, uma biblioteca em Python usada para baixar vídeos de plataformas como o YouTube. A alegação da RIAA é de que “o objetivo manifesto desse código [do youtube-dl] é burlar as medidas de proteção tecnológica usadas por serviços de streaming autorizados, como o YouTube, para [permitir a] reprodução e distribuição de gravações musicais e de áudio sem autorização”.

A Microsoft acatou de imediato a solicitação e derrubou o projeto do youtube-dl e outros 17 “forks” (projetos derivados do original).

O youtube-dl é usado em vários aplicativos e para muitos fins legítimos/não controversos além de baixar arquivos musicais protegidos por direitos autorais. Via ZDNet (em inglês).

No WhatsApp Business, nem todas as conversas são criptografadas de ponta a ponta

O Facebook anunciou três novidades para o WhatsApp Business, a versão para empresas que querem fazer negócios dentro da plataforma: 1) Compras sem sair do app; 2) Serviços de hospedagem do próprio Facebook, o que permitirá que as empresas tenham vários terminais com acesso à mesma conta do Business; e 3) Passará a cobrar por alguns serviços das empresas que usam o Business (alguns tipos de mensagens já são cobrados; isso será expandido).

São mudanças que transformam o WhatsApp Business em uma solução completa, verticalizada e escalável de comércio online. (Neste vídeo promocional dá para ver toda a jornada do cliente, incluindo o checkout.)

Também chama a atenção, e esta talvez seja a grande história enterrada neste anúncio, que as conversas com empresas que terceirizam a operação da API do WhatsApp Business não são criptografadas de ponta a ponta. Não sei se isso é novidade; pessoalmente, não sabia. E em breve, quando o próprio Facebook estiver disponível como um desses operadores terceirizados, “as empresas [que adotarem os serviços do Facebook] poderão usar as conversas para fins de marketing, o que inclui fazer publicidade no Facebook”.

As novidades estarão disponíveis nos próximos meses. Via WhatsApp, TechCrunch.

Mozilla apoia ação antitruste contra o Google, desde que não atinja seu acordo financeiro com o Google

A Mozilla manifestou-se a respeito da ação antitruste contra o Google movida pelo Departamento de Justiça (DoJ) dos Estados Unidos. Em linhas gerais, a Mozilla apoia a iniciativa, mas pede para que o acordo que mantém com o Google, que lhe paga ~US$ 400 milhões por ano (cerca de 90% do seu faturamento) para ser o buscador padrão do Firefox nos EUA, não seja afetado. (O acordo foi citado na ação do DoJ como um exemplo de prática anticompetitiva do Google.) Era questão de tempo para que discurso e prática na empresa Mozilla entrassem em rota de colisão. Agrava a situação o fato de que o caso antitruste não versa sobre navegadores web, mas sim buscadores e publicidade em buscadores. Via MozillaThe Register (em inglês).

O contexto de redes sociais servindo como amplificadores para idiotas e gente doida não era a nossa intenção.

— Erich Schmidt, ex-CEO do Google

A declaração foi dada em uma conferência virtual do Wall Street Journal. Schmidt comandava o Google quando a empresa adquiriu o YouTube, em 2006. Na mesma fala, o ex-executivo disse que é preciso ter cuidado com a acusação de monopólio contra o Google, porque a empresa ainda não tem 100% do mercado (¿?). Via Bloomberg (em inglês, paywall).

PayPal permitirá uso de criptomoedas em sua rede

O PayPal anunciou que vai trabalhar com criptomoedas. No começo de 2021, os usuários norte-americanos do serviço poderão comprar, guardar e gastar bitcoin nos mais de 26 milhões de estabelecimentos que adotam o PayPal — esses não receberão bitcoins; a criptomoeda será convertida em moeda fiduciária em tempo real. A empresa se junta a outras norte-americanas do setor financeiro que, nos últimos tempos, abraçaram o bitcoin, como a Square (espécie de PagSeguro do Jack Dorsey, CEO do Twitter) e Robinhood (home broker gratuito e, eventualmente, indutor de suicídios). Via Reuters (em inglês).

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