Fundo azul, com uma chamada para um PlayStation 5 no centro. À esquerda, a frase “Ofertas de verdade, lojas seguras e os melhores preços da internet.” À direita, “Baixe o app do Promobit”.

YouTube deixará de produzir séries originais próprias

O YouTube vai reduzir drasticamente o Originals, programa criado em 2016 para produzir séries originais exclusivas da plataforma. Em comunicado publicado no Twitter, o diretor de negócios Robert Kyncl explicou que honrará os contratos vigentes e manterá apenas os originais dos fundos para o YouTube Kids e Black Voices.

Ainda segundo o texto, o YouTube enxerga em outras iniciativas, como os fundos de fomento aos Shorts e às lives de e-commerce, oportunidades melhores para investir com mais impacto.

O Originals desembarcou no Brasil em 2019, com seis séries estreladas por criadores como Whindersson Nunes, Nathalia Arcuri, Porta dos Fundos, Desimpedidos e Manual do Mundo.

Em nota relacionada, Susanne Daniels, que criou e liderava o YouTube Originals até então, deixará a empresa em março. Via @rkyncl/YouTube (em inglês).

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11 comentários

  1. Tenho a impressão q o Google n leva fé nos próprios produtos nunca, eh sempre assim, começa o produto, fica um pouco, se faz sucesso: morre, se não faz sucesso: morre

    1. Talvez, acho que eles lançam novas coisas o tempo todo para não ficarem estagnados. Quem não se recicla/muda/reinventa fica pra trás, né?
      Apesar do Google ser uma das gigantes globais de tecnologia no mercado, é possível que os executivos se perguntem onde estará a nova inovação “disruptiva” que vai abrir a próxima torneira de dinheiro.

      1. Pela lógica, sim. Mas digo por exp própria, eu adorava a interface do Google play music, q morreu, o Google Reader era ótimo, morreu tmb, até o Google plus era bacana, tinha unas comunidades legais lá dentro morreu tmb. Até entendo seu raciocínio mano, mas cansa. Levo fé mais não

  2. Havia algumas coisinhas que eu até tinha vontade de assistir. Mas nunca tive o ímpeto de sentar e assistir a séries ou filmes por lá.

    É aquela coisa. Não vai me fazer falta, mas que pena que não assisti ao que eu queria hehe.

      1. Essas grandes produções o YouTube já descartou faz mais tempo. As que faziam algum sucesso foram absorvidas por outros serviços. Cobra Kai, por exemplo, está na Netflix agora.

        1. Obrigado Ghedin, eu estava por fora desta.

          Em tempos: um youtuber motorista que gosto vem já há um tempo pedindo para aumentar inscritos no canal dele. E boa parte dos canais hoje adotam recursos audiovisuais para sugerir inscrição no canal (a animação de “subscribe”).

          Algo que as vezes me pego pensando é se o YouTube é que incentiva a prática (ou até obriga) de a pessoa pedir para assinar o canal ou se é só é uma prática que vem se tornando comum.

          PS: Clickbait: https://www.youtube.com/watch?v=fDLGfeoOwJ8

          1. O YouTube não traz orientações nesse sentido. Muitas dessas práticas são orgânicas — alguém as inventa, testa, vê que funciona e persiste; aí outros youtubers reparam nisso e passam a replicar o comportamento.

      2. Eu não assistiria pela quantidade de outras séries e filmes na frente desses.

        É estranho. Eu consumo e produzo conteúdo no YouTube quase que pela metade do meu dia. Agora, nunca foi um gatilho automático assistir a uma produção que não fosse criada por outros criadores de conteúdos ou para assistir a algum lançamento ou conteúdo de marcas que seja pensado para o “meio YouTube”.

        Parece bizarro. Mas na minha cabeça parece não combinar. >_<

  3. O YouTube é meio que a “TV Aberta” da internet. Isso sinaliza que ela perdeu força e só tem mais apelo para servir como “canal popular” mesmo.

    1. E bota popular nisso. 2 bilhões de usuários ativos mensais, entre eles 30 milhões de assinantes pagos (Premium e Music).

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