Tirinha da New Yorker satirizando a frase padrão dos e-mails do LinkedIn.

Guia Prático #84: Gostaria de adicionar você à minha rede profissional no LinkedIn


18/6/16 às 15h53

No programa de hoje, eu (Rodrigo Ghedin), Joel Nascimento Jr. e Paulo Higa falamos de LinkedIn, a famosa rede social para profissionais. No início da semana, por US$ 26,2 bilhões em dinheiro, a Microsoft comprou o LinkedIn. Por quê? O que o LinkedIn tem que chamou a atenção da Microsoft? Como é a rede por quem usa e qual é a percepção que as pessoas que não têm muito contato com ela? Desbravamos o mundo corporativo digital para responder essas e outras questões.

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18 comentários

  1. Quem acha que o LinkedIn só é útil para recrutadores e candidatos está perdendo uma grande oportunidade e, provavelmente, a chance de fechar muitos negócios.

    Quem não precisa de emprego geralmente precisa de clientes. Mesmo que por algum motivo não seja interessante prospectar pelo LinkedIn, essa ferramenta pode ser chave na construção da credibilidade e imagem como autoridade no nicho.

    Imagina Ghedin, por exemplo, que um executivo entrevistado por você fique curioso e acesse o seu perfil. Não seria interessante se lá ele encontrasse fotos de suas palestras?

    E que tal embutir também apresentações do SlideShare com o seu media kit, palestras e outros projetos? Certamente contribuiria para mais posts patrocinados e convites para eventos ;)

    Quando bem utilizado, o LinkedIn pode abrir muitas portas. Lá no início do ano, gravei um podcast repleto de dicas. Permita-me aqui o jabá ^^

    VTcast 44 – Como tirar o melhor proveito do LinkedIn

  2. Eu endosso o coro pró LinkedIn, para o pessoal de mídia que tem o seu trabalho público e que costuma ser difundido em redes sociais “comuns” pode ser irrelevante, mas acho que para outras carreiras é uma ferramenta importante. Não entendo como ser o “site de empregos que deu certo” pode ser considerado pouca coisa, principalmente na escala mundial que ele alcançou.

    Não uso o LinkedIn como uma rede social comum, mas procuro deixar tudo sempre atualizado, já recebi contatos interessantes a partir da rede social e consegui o meu emprego atual me candidatando em uma vaga divulgada na rede social. Acho que ela tem potencial para ser mais coisa, mas só de oferecer um currículo rico para as pessoas já é uma informação preciosa tanto para os profissionais como para os recrutadores.

  3. Eu gosto do podcast de vocês e por mais que esse seja meu primeiro comentário, eu já acompanho vocês a um bom tempo. Infelizmente eu venho aqui fazer um comentário negativo, não gostei deste podcast em especifico. Basicamente vocês passaram a maior parte do tempo falando mal do LinkedIn mas sem argumentos ou fatos consistentes, em certos momentos ficou visível que vocês não tinham um conhecimento prático ou aprofundado em relação ao que estavam comentando. O problema disso é que conteúdo se torna superficial e não agrega em nada. Não estou dizendo que vocês não possam ter um bate papo descontraído, até porque eu gosto da dinâmica do postcast, mas as vezes parece que vocês estão em uma panelinha, pois é sempre os mesmos pontos de vista e todos concordam. Eu quis expor minha opinião, mas é apenas isto, minha opinião.

  4. Vocês viajaram na questão do LinkedIn. Visão de quem não conhece a ferramenta. O LinkedIn é uma rede que conecta profissionais, e faz isso muito bem.

    Se o público específico de comunicação não se interessa, não quer dizer que outros vários não se interessem.

    1. Concordo contigo, Victor. Talvez pelo tom do papo tenhamos passado a impressão errada (acho que, no geral, foi um programa que conduzi mal), mas concordo totalmente que o LinkedIn é útil e, em alguns lugares e áreas de atuação, imprescindível.

      O que me fascina de um jeito meio torto é como ele consegue ser tão importante e, ao mesmo tempo, tão péssimo como é. Porque, por mais útil e funcional que seja, o layout é uma bagunça e as funções, mal resolvidas. No geral, o LinkedIn é um produto muito ruim quando encarado assim, isoladamente.

  5. Bom, eu tenho um case de sucesso com eles.
    Sempre mantive o perfil atualizado lá e minha última troca de emprego se deu por lá.
    Um recrutador gostou do meu perfil, me convidou para participar de um processo seletivo e no fim acabei recebendo uma proposta muito boa de uma empresa excelente.
    No meu caso valeu totalmente.
    O fato de não estar abertamente procurando emprego não quer dizer que não estamos abertos a novas oportunidades.

  6. Lógico que a intenção da compra da companhia foi o seu banco de dados profissional e diferenciado. Nada de adquirir redes sociais fúteis que não vão agregar em nada para a Microsoft. Deixa isso para o Facebook, que tenho certeza, vai comprar o Snapchat.

  7. Eu vejo o Linkedin como algo tão irrelevante… Já tive perfil lá, meia dúzia de “contatos profissionais” me adicionou (ou uma dúzia, se muito), e nunca recebi nem enviei uma mensagem sequer. Eu entrava uma vez ou outra bem de vez em quando, só quando recebia um email avisando que alguém queria me adicionar. Mas adicionava e não fazia nada. Pra mim aquilo parece um site de currículos, então a menos que você esteja procurando emprego, não tem muita relevância. E a bem da verdade, no período em que eu tive perfil lá, ele nunca me ajudou a encontrar emprego nenhum. Meus empregos foram todos ou por aprovação em concurso público, ou por participar de programas de treinamento abertos à comunidade, ou por indicação pessoal de quem já trabalha no local.

    Talvez em outros países seja diferente, ou para profissionais muito experientes (ou executivos), mas aqui no Brasil, para a grande massa, o Linkedin me parece tão relevante quanto o Google+.

    1. Irrelevante para você. Se você não participar, claro que será irrelevante!

      Há muitos grupos lá, sobre todas as áreas profissionais. Desse modo, você tem a oportunidade de fazer e aumentar a rede de contatos.

      Afinal, o profissional deve estar sempre aberto a novas oportunidades que possam surgir. Se você só busca um emprego quando está desempregado, está fazendo errado. As melhores propostas surgem exatamente quando você está trabalhando. E não somente isso, estando em contato com profissionais da sua área, você se torna um profissional atualizado.

      LinkedIn vai além do currículo. Tanto que é altamente recomendável que você tenha a url do perfil do LinkedIn no currículo e uma cópia do currículo no perfil do LinkedIn. Isso é até uma prática bastante comum que vejo com facilidade. Um complementa o outro.

      Tenho mais de 400 contatos nessa rede. Há amigos, colegas da faculdade e das duas pós que fiz, ex-colegas de trabalho, clientes e pessoas que conheci pelo LinkedIn. Como há alguns anos não sou empregado de ninguém, nunca usei o LinkedIn para esse fim (buscar emprego).

      Essa rede social me ajuda diariamente a estar em contato com profissionais influentes da minha área de atuação, a discutir novidades e casos da minha área com outros profissionais e, principalmente, a angariar clientes e fazer negócios.

      Só porque você não está dentro e não soube aproveitar não significa que a ferramenta não funciona.

  8. Outra rede social é o researchgate.net, que eh voltado para o meio científico. a ideia é colocar suas publicacoes e poder solicitar diretamente ao autor se o artigo nao está disponivel, formando uma rede autores/colaboradores/pesquisadores/estudantes/… tbm tem alguma coisa de recrutamento. é bem clean o visual.

    1. Uso o Academia.edu (que é bom como repositório pessoal). Vejo que alguns pesquisadores usam o researchgate e outros o academia. Você saberia dizer quais as diferenças de um e outro?

      1. nuca tinha usado esse.. ja recebi uns convites por email. o pessoal loga com o facebook e fica aquela farofa…
        Fui testa-lo a agora e achei menos interessante que o researchgate, que parece ser mais serio, ter uma adocao maior e ter algumas funcoes melhores..