G5, a grande aposta da LG para 2016.

Guia Prático #68: Os destaques, decepções e anúncios “meh” da MWC 2016


27/2/16 às 17h41

No programa de hoje, eu (Rodrigo Ghedin), Emily Canto Nunes e Joel Nascimento Jr. falamos de… MWC! Um dos maiores eventos de tecnologia do ano, em Barcelona, foi palco para vários anúncios. Quais? Ok, você já deve saber, mas ouça aí e descubra o que nós achamos de G5, Galaxy S7, os novos Xperia e mais. (Participação especial do Paulo Higa!)

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Foto do topo: TechStage/Flickr.

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16 comentários

  1. Antes dessa moda de bateria não acessível já tive vários aparelhos onde eu comprava mais uma bateria….

    As baterias extras resolvem o problema de falta de carga… É leve, pequena e vc pode levar no bolso!!!!

    E comprei um LG G4 agora que o preço baixou, mas não comprei mais uma bateria… Ainda….. :-)

  2. Quando eu tinha meu Galaxy Nexus eu andava com 2 baterias extras, acho melhor do que powerbank, o smart vai de 0 a 100 em segundos, não precisa de nada pendurado no cel e as baterias são bem mais compactas que a powerbank.

  3. Legal!

    Sou novo nos Podcasts e queria saber qual a melhor forma de ouvi-los no computador? iTunes, SoundCloud?

    No celular uso o BeyondPod, mas queria algo para poder me manter atualizado também no desktop.

    Abs.

  4. sobre a troca de bateria, isso é bem popular na Koreia, pois os modelos de lá vem com tv e tem que aguentar o LTE no longo dia da galera. Quando fui lá comprei o Galaxy Nexus, e veio com 2 baterias e um doc maneiro.

  5. Eu achei bem estranho o S7, foi o primeiro smartphone que vi que baixou os pixels da camera em uma nova versão. Muito estranho isto. É como dizer que a versão anterior com mais pixels era ruim.

    Alguem já viu algo assim em outras marcas?

    1. Pixel não diz muita coisa, você só olhou para isso, esqueceu da abertura f/1.7, sensor de 1/2.5″ e estabilização óptica de imagens.

    2. A HTC já fez isso. O One X de 2012 tinha uma câmera de 8 megapixels; seus sucessores (2013, 2014), de 4 megapixels. A teoria fazia sentido (menos pixels maiores, lente mais clara), mas a execução foi ruim.

      Megapixels, como sabemos, não é o único critério na qualidade de uma câmera. Ela ajuda a dar detalhamento e permite imprimir a foto em tamanhos maiores sem perda de qualidade. Com 8 megapixels você já consegue imprimir em 20×30 cm numa boa. Se for imprimir algo maior que isso, é mais negócio ter uma câmera profissional. E, bem, a Apple usava câmeras de 8 megapixels até o iPhone 6 e isso nunca foi problema.

      Estou bem confiante na câmera do Galaxy S7. Apesar da redução na resolução, o foco parece estar (ainda) mais rápido e a qualidade do S6 deve ser mantida, ou aperfeiçoada.

      1. Eu tenho um M7, tentei tirar macros hoje e passei pro PC ja que toda analise falava que, passando pro PC, via-se o quão ruim era. Pois bem, primeira vez na minha vida que vejo um macro de dia ser pior que o de noite, as fotos de dia ficam muito claras, cores lavadas, sem detalhamento algum, ja de noite, surpreendente, os macros saíram ótimos, com luz boa, cores boas, contraste bom, e olha que fui tirar foto da minha gata, que é preta. Tirei as fotos com o app Câmera FV-5, e mesmo em RAW as fotos não ficaram aproveitáveis. Pra frontal serve, para uma câmera traseira de um top, nunca. Mas gravação me surpreendi, excelente, ai sim o UltraPixel serviu.

  6. Sobre o G5, como consumidor vejo os módulos com cinismo.
    É uma boa solução para ter troca de bateria em aparelho com corpo de metal, só que deveria ter bateria interna para não desligar o aparelho quando trocasse os módulos. Imagino que ele não seja capaz de ativar e desativar os módulos enquanto ligado.
    Botão de câmera é algo que deveria ser nativo em qualquer aparelho que leva a câmera tão a sério.
    DAC, sem bateria extra, é questionável, ainda mais quando muito aparelho top hoje tem chip de áudio de alta qualidade e DAC integrado. A Samsung desenvolveu ela mesma um chip de áudio para o S7.
    Nada disso me parece muito útil.

    Samsung apenas faz o aparelho que o S6 deveria ter sido.
    12mpx tem motivo é é bom, porém a perda de detalhes será perdida.
    Ainda é “o melhor” do mercado.

    Sony… pare, desista, está deprimente assistir.
    Não corrige os problemas, cria outros, só muda de nome.

  7. Sobre o G5, também acho que ele é um protótipo do que poderá ser o G6. Quanto aos acessórios, se a LG quiser prolongar a vida útil deles, vai ter um probleminha com os smartphones, onde os dois próximos lançamentos, talvez, tenham que ter as mesmas dimensões para que os módulos se encaixem. E pra essas fabricantes que gostam de mudar todo ano…

    Já o S7 seria minha escolha, ele está amadurecido. A estratégia da Samsung, desde o S6, parece estar funcionando mesmo.

    Ah, a cobertura da Emily foi top. :)

  8. Eu também ja tive um Nexus 4, e escorregou da mesinha de centro e trincou a traseira. Também ja trinquei a traseira de 2 Xperia Z2, mas não foi culpa minha, foi por causa de choque térmico. Em relação ao podcast, achei excelente, fala mais ?, eu achei o S7 mais do mesmo, foi apenas a evolução do chipset e a adição daquilo que não deveria ter saído do S6, mas a Samsung perdeu pra Sony, essa sim foi mais do mesmo desde Z1, não que essa linha X seja ruim, eu achei formidável a traseira de metal do X e Performance, era algo que eu queria faz tempo, mas a bateria diminuiu, a tela também, continua com bordas grandes inclusive o XA, esse ultimo custando 300 obamas, um Mi 5 mais barato custa menos, entre outros aparelhos. O que esse XA faz que os outros não? Não tem som estéreo nem é a prova d’água, não é metal e vidro e tem bordas superiores e inferiores gigantes, tornando-o um aparelho espichado. A Sony sempre acarca nos preços, por isso ta na merd@ em relação às outras empresas. Quanto ao G5, achei ele 99% excelente, mas aquele 1% protótipo, ele não é tão bonito quanto outros aparelhos lançados, nem de longe, mas é algo interessante, vejo como um novo passo na tecnologia, porém, como dito, os módulos custarão caro, e a única falha que vi foi o fato do aparelho não ter uma bateria paralela interna, nem que fosse de 100 mah, para que quando tirasse a bateria e o modulo o aparelho não se desligasse. Ja o Mi 5, pra mim ele foi o melhor, não pelo preço, tão somente, mas pelo conjunto, tela otima, câmeras também, metal e cerâmica classe 8, para aranhar so se você andar com um diamante no bolso :) . A espessura e a bateria também surpreenderam, pois para tudo isso ele ainda é leve e não tão grande, ja que as bordas ajudam. O problema é, como citado, que, caso venha ao Brasil, as pessoas não conhecem muito, só quem é ligado em tecnologia, e não vão vê-lo como objeto de desejo, vão preferir pagar 4 mil num S7 ou Sony que 2 mil num Mi 5 que faz igual ou melhor. Um exemplo é o Redmi 2 Pro, ha quem ainda compre Galaxys lixo, como Gram Prime e etc, por 800 conto, e acha o Redmi ruim por ser chinês. Dafuq!!!
    O que a Xiaomi precisa no Brasil é um marketing mais pesado, algo como a Sony e Sammy fazem, e não apenas promoções com postagens no facebug.

  9. Concordo bastante com a posição sobre o LG G5 e parece estar rumo ladeira abaixo.

    Também concordo com a Emily sobre o LG G5 ser horroroso e odiar a cor da TouchWiz.

  10. Ótimo podcast.
    Sobre o LG G5, ter que desligar o aparelho pra poder trocar os “módulos” é dose em.
    Ow Joel, tá meio largado o Technologic Drops.