Moto G com o Droidinho.

Guia Prático #62: Empresas podem ser boazinhas ou más?


16/1/16 às 17h32

No programa de hoje, eu (Rodrigo Ghedin), Joel Nascimento Jr. e Emily Canto Nunes (bem-vinda!) falamos das principais notícias da semana — o cerco em torno do uso de VPN na Netflix e a confusão de marcas que a Lenovo aprontou com a Motorola. No fim, o papo descambou para notebooks e os preços deles, um assunto, infelizmente, sempre atual quando se fala de tecnologia no Brasil.

Se preferir, baixe o MP3 e ouça depois. E se você ainda não assinou o programa no seu player de podcasts favorito, tanto via iTunes quanto pelo RSS, faça isso já.

Links citados

Colabore
Assine o Manual

Privacidade online é possível e este blog prova: aqui, você não é monitorado. A cobertura de tecnologia mais crítica do Brasil precisa do seu apoio.

Assine
a partir de R$ 9/mês

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

27 comentários

  1. Sobre a Lenovo/Motorola, o povo da Moto jura que Vibe tem tirado mais público da concorrência que da Motorola, mas acho difícil saber disso com certeza tão cedo.

    1. Mas será? Com Moto G (nome forte) e Moto X Play (bom custo-benefício), por que o brasileiro médio compraria “Lenovo Vibe”, um nome novo, sem tradição e precificado na mesma faixa do Moto X Play? Fiquemos de olho.

      1. participo de um grupo de tecnologia,e conversnando sobre isso chegamos na conclusão de que o vibe é um bom balanço entre o moto g e o x play, ainda mais pelo que ele tava aparecendo no fim do ano passado. dual chip, 32 gb, bateria muito boa, 5,5, polegadas de tela reais (sem navbar) som estéreo, e o smart mais barato que se pode comprar com um sensor de digitais decente (s5 não conta, é horrível). além disso, a marca lenovo conta com, por assim dizer, o aval do sobrinho/filho entendido na hora de comprar um smart. se apresentando entre o moto g e o x play no preço, e trazendo tantos pontos positivos, vai acabar fazendo seu nome sozinho. fora que a interface trás muitas funções excelentes, desde poder programar horário pro smart ligar e desligar sozinho, até a acesso ao historico de notificações, ou possibilidade de personalizações básicas da interface. que são indiferentes pra quem não quer, e muito úteis pra quem gosta

      2. participo de um grupo de tecnologia,e conversnando sobre isso chegamos na conclusão de que o vibe é um bom balanço entre o moto g e o x play, ainda mais pelo que ele tava aparecendo no fim do ano passado. dual chip, 32 gb, bateria muito boa, 5,5, polegadas de tela reais (sem navbar) som estéreo, e o smart mais barato que se pode comprar com um sensor de digitais decente (s5 não conta, é horrível). além disso, a marca lenovo conta com, por assim dizer, o aval do sobrinho/filho entendido na hora de comprar um smart. se apresentando entre o moto g e o x play no preço, e trazendo tantos pontos positivos, vai acabar fazendo seu nome sozinho. fora que a interface trás muitas funções excelentes, desde poder programar horário pro smart ligar e desligar sozinho, até a acesso ao historico de notificações, ou possibilidade de personalizações básicas da interface. que são indiferentes pra quem não quer, e muito úteis pra quem gosta

      3. participo de um grupo de tecnologia,e conversnando sobre isso chegamos na conclusão de que o vibe é um bom balanço entre o moto g e o x play, ainda mais pelo que ele tava aparecendo no fim do ano passado. dual chip, 32 gb, bateria muito boa, 5,5, polegadas de tela reais (sem navbar) som estéreo, e o smart mais barato que se pode comprar com um sensor de digitais decente (s5 não conta, é horrível). além disso, a marca lenovo conta com, por assim dizer, o aval do sobrinho/filho entendido na hora de comprar um smart. se apresentando entre o moto g e o x play no preço, e trazendo tantos pontos positivos, vai acabar fazendo seu nome sozinho. fora que a interface trás muitas funções excelentes, desde poder programar horário pro smart ligar e desligar sozinho, até a acesso ao historico de notificações, ou possibilidade de personalizações básicas da interface. que são indiferentes pra quem não quer, e muito úteis pra quem gosta

  2. A edição #62 ficou mais leve, agradável, apesar dos mesmos 40 minutos. Fluiu melhor que anterior. Impressão minha? Quase um Manhattan Connection. Heheheheeee. Brincadeira.

    A conversa sobre o caso Netflix ficou bem bacana, cada um abordando de forma bem rápida seu ponto. Muito legal mesmo. Eu discordo em praticamente tudo dito sobre o caso, ainda mais a mistura que fizeram dos conceitos de direitos autorais-licenciamento-catalogo-distribuição. Deu pra entender a ideia, que é o que importa.

    Pulei o caso Motorola/Lenovo.

    Voltei a atenção pro caso notebook, escolha, o mercado, preços brasil etc… Bem legal tbm. E de fato o cenário está bem mudado. Da muito assunto, um Guia Prático só pra isso.

  3. Eu escutei direito do Joel falar uma “empresa de contabilidade em mossoró”
    Acho que sou único ouvinte de Mossoró-Rn
    Adoro esse podcast, do jeito que ele é, com silêncio ou não! Adoro, Parabéns Ghedin!

  4. A Motorola quase faliu, Google veio, salvou a marca e vendeu.
    Lenovo pega uma marca forte e do nada, quer matar a marca forte para colocar a sua marca (Que no Brasil é fraca)… as vezes quanto mais dinheiro alguns executivos ganham, mais sem noção acabam ficando.

    1. Amigo que é de Natal, mulher dele é de Mossoró e ele zoa com ela a cada 30 minutos sobre isso. :-P

      1. ah tá…..sou de natal também. a gente costuma dizer que mossoró é a filial do inferno. lá, quando vc abre a torneira, não sai água, mas sim, fumaça! kkkkk

      1. Gostei. Na verdade é um dos poucos podcasts que acompanho, mas, esse possui menos silêncio que os anteriores.

        De certa forma, entendo o que vocês discutiram sobre toda a “animação” que existe em podcasts e vídeos que a maioria dos brasileiros gostam.

        Independente disso, continuei sendo natural. :)

  5. Concordo com a situação do uso dos gadgets, que cresce todos os dias mais um pouco e, pelo visto, exponencialmente. Eu mesmo sou um “heavy user” dos gadgets. Tenho um, já velho, tablet Galaxy Note 10.1, que começou a sentir o peso da idade e trabalha com bastante dificuldade, e um Moto X 2013, o de primeira geração, além do meu notebook, um Dell Vostro 5470, com quem ainda vivo um caso de amor.

    Eu não sofro do, pra mim, “fetish” pela Apple. Aliás, nunca sofri, mas respeito quem gosta. Pra o meu uso, não sinto nenhuma falta ou necessidade de troca por parte do meu notebook, qual paguei pouco menos de R$3.500 na época que o comprei. E as configurações são até boas: Core i7 de quarta geração, 8 GB de memória RAM, e placa de vídeo dedicada de 2 GB, uma GT 740M. A tela é “touch”, que resolvi pegar só “porque sim”, e a sua resolução é o único ponto de observação, pra mim: 1366 x 768. Eu costumava usar uma TV que eu tinha no meu quarto, de 32″, como segunda tela via cabo HDMI, mas a do quarto da minha mãe queimou e eu sofri as consequências… (rs)

    Falando dos gadgets, tenho igual desinteresse nos da marca da maçã. Tudo o que eu faço está planejado e perfeitamente adaptado para o uso no software da Google. Aqui, a exceção fica para o tablet que, assim como o Joel, me vejo tentado a experimentar a família Surface, do Windows. Não para substituir meu notebook, mas meu tablet, já cansado.

    Como sou um “heavy user”, a bateria do meu Moto X, há tempos, não me atende. Estou só esperando a oportunidade de partir para a linha Xperia, da Sony, que tem grande autonomia de bateria. O design do Z3 é lindo, me atrai muito, o Z5 é, ainda, fora da minha realidade, a tendência é de que eu encontre uma porta de entrada no Z2 para os celulares com bateria de longa duração.

    1. Eu tenho uma opinião diversa. Acho o Continuum perdido, beirando o inútil; um recurso que teria sido bem legal há uns cinco anos, mas que hoje não faz muito sentido.

      Claro, posso estar errado — por isso, anotei aqui para vermos se, no futuro, dará em alguma coisa :)

    2. Sou só eu que acho que continuum é um modelo alternativo ao da nuvem (ou mesmo concorrente)? Tenho a impressão que ele funcionará melhor onde infraestrutura de nuvem for mais precária e mais cara (leia-se: países periféricos de um modo geral — locais onde um único aparelho flexível e contendo todos os seus dados é melhor que múltiplos aparelhos dedicados, distribuídos em diferentes locais, acessando dados na nuvem).

      Mas também posso estar sendo ingênuo.

      1. Poderia ser, mas há muitos comprometimentos — e exigências — para que ele funcione. Do primeiro grupo, os apps subdesenvolvidos; do outro, ter monitor, teclado e mouse espalhados por aí, sem uso em boa parte do tempo. Quem tem isso? Talvez funcione em empresas, com um grande planejamento, mas que empresa investiria tanta grana numa plataforma à beira da falência (Windows Phone/Mobile)?

        Até ~2010 havia um futuro para equipamentos convergentes. Nesse intervalo, porém, a nuvem meio que tornou essa ideia irrelevante porque, com a sincronia, permite múltiplos dispositivos com os mesmos dados e sem as limitações em formato e usabilidade que um 2-em-1 comumente impõe.

        1. Acho que os híbridos como o Surface tem potencial para se tornarem um produto popular, os comprometimentos são inevitáveis, mas cada vez menores. Acredito que as vantagens já são superiores aos comprometimentos para o público médio de notebooks e tablets, tornando-se um produto mais vantajoso que dois dedicados. Igual os notebooks, comparado a um desktop.

          Em relação ao Continuum: acho um produto interessante para pouquíssimos contextos, sem chances enquanto não rodar Windows 10 com suporte a x86. Repito minha critica a “inovação de verdade” que, depois do iPhone e iPad, viraram apenas fazer um produto completamente diferente dos demais…mas não necessariamente útil pensando pragmaticamente. Sei lá, parece que essa Microsoft nova está jogando muito para a torcida, mas não tem muita coisa consistente no final das contas.