Guia Prático #61: Quem precisa de uma geladeira inteligente?

Geladeira inteligente com tela de 21 polegadas da Samsung, exibida na CES 2016.

Sim, é verdade: o Guia Prático, podcast do Manual do Usuário, está de volta. Comigo nesse retorno estão Paulo Higa e Joel Nascimento Jr., falando das novidades da CES, a feira de tecnologia em Las Vegas que sempre arruina as férias dos jornalistas de tecnologia. Teve carro elétrico, Internet das Coisas, a nova versão da famigerada geladeira inteligente da Samsung e outras novidades. Mas… alguma delas emplacará?

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21 comentários

  1. Boa tarde! Gostei muito do conteúdo e do formato limpo deste podcast… já ouço falar de geladeiras inteligentes há muito tempo… que teriam scaners laser na parte interna para dizer qdo os produtos estão acabando, que entrariam em contato automaticamente com o mercado para que tais produtos fossem repostos, etc, etc, etc…

    Nada me animou muito…

    Geladeira desse tipo me parece o excesso da ânsia de consumo.

    Grande abraço.

    aLx
    Os Comentadores

      1. #seexpressar #showdafefellings #reginaduartenailhadecaras #leodicapriodesdenhaladygaga… não, pera!

        Cara, não se trata mesmo da falta de prática, achei a conversa arrastada, sem noção, com opiniões diversas (o que é bom), a maioria delas baseadas nas experiências de cada enquanto jornalistas de tecnologia que têm acesso a esses produtos em feiras, antecipadamente ao consumidor as primeiras impressões.

        Minha birra com vcs é pelo seguinte:

        Vcs sao massa enquanto jornalistas, dialogam com bastante intimidade e até as piadas fazem sentido um pro outro, o que deixa o ambiente mais agradável e tal. Achei que vcs ficaram num papo entre jornalistas, headlines…

        Porra… Falar de geladeira que não serve pra nada a não ser refrigerar. Falar de um óculos que a gente sabe que só vai pegar pros gamers nesse primeiro momento. Porra… Esses tópicos são tao comerciais e nada atraentes. E vcs são tao mais inteligentes que isso, senhores. Queremos mais! Mira num tema único e viaja nele… Esquece os outros tantos.

        Mas no fundo… la no fundo, não gostei em nada dos comentários sobre Relógio x Pulseira (pouco, nada, quase, talvez) inteligentes.

        Com exceção a opinião do outro colega [me perco nos nomes] que experimentou o Apple Watch por um tempo e hoje possui o Moto 360… Até nesse ponto, ao abordarem as pulseiras inteligentes, vossas opinões ficaram presas no juízo de valor que se tem da nova tecnologia por quem a vê de fora. Essa m* tem 3 sensores, não serve para monitorar nada. Troca isso por um pulseira realmente inteligente e não por uma MiBand.

        Poxa, o outro colega foi capaz de dizer que a ÚNICA coisa que o smartphone não pode fazer em relação as pulseiras (ou relógios, não ficou muito claro) é monitor pulsação… finalizando que “vc não precisa de uma pulseira pra contar seus passos, sabe?” Claro que não! Mas então porque generalizar? Eu não comprei a minha pulseira para monitorar meus passos. Se existem infelizes que tentam fazer da MiBand, ou Apple Watch ou Moto 360 uma verdadeira Smartband, a opinião desses seres não poderá ganhar frente aos bons produtos que de fato são Smartband. Poxa, senhores…

        A nao ser, claro, que a pessoa não seja esportista… Ai até entendo a razão da crítica negativa. Mas, ainda assim, discordo da generalizada que vcs deram.

        Enfim… Soltei meus cachorros, mesmo bafudos.

        Pulseira inteligente não é o mesmo que relógio inteligente, mesmo que um tenha nele certas funções do outro. E pulseira inteligente de fato é aquela que consegue agregar bons recursos para a pessoa que queira evoluir no esporte, ou que seja esportista eventual e amador. Moto 360 e Apple Watch NAO se encaixam em nenhuma lista de pulseiras nesse sentido. Nem a bosta da MiBand se encaixa nela: http://www.t3.com/features/best-fitness-tracker (saiu agora, fresquinha!)

        Perdoem-me a falta de delicadeza. Ou não… É a birra de um cara que faz uso de monitor cardíaco faz 18 anos, sobe e desce montanha, ja escalou muita rocha e outras tantas por vir, corre 4 km praticamente todos os dias pra não se deixar vencer pela boa cerveja de todo final de semana… por isso sei bem que a MS Band (desde a 1) e a Fiibit HR são acessórios revolucionários.

        #sorry

        1. Não é possível nos aprofundarmos muito em 40 minutos e a proposta do podcast é ser generalista mesmo. Quando falamos de uma categoria de produto, o ponto de vista é do consumidor comum.

          Sabemos que existem pulseiras e acessórios PRO, com precisão e recursos avançados para esportistas, mas o foco é o que a indústria tem oferecido para a parcela (muito maior, aliás) do público que não vai ativamente atrás disso, porém vê no recurso, ainda que seja apenas um simulacro, como as pulseiras que monitoram passos, um extra atraente.

          Aí, nesse contexto, a gente (eu, pelo menos) reforço: pulseiras fitness e smartwatches são coisas supérfluas, que ainda não convencem.

          Veja que isso vale para tudo que testo no site e que comentamos no podcast. Eventualmente mergulhamos em um tópico ou categoria específica, mas são exceções nos programas/abordagens. Talvez tenhamos subido muito as expectativas; vale aquilo que falo no começo desse programa: o Guia Prático é um papo de bar (às 9h da manhã de um sábado) sobre tecnologia. Informação superficial, muita opinião (muito mais do que você encontraria num post aqui no site) e uma ou outra risada :)

  2. Uma coisa que li ou ouvi, há algum tempo, e que está de fora do escopo da conversa do podcast, ou seja, estendendo um pouco a questão aqui para além da geladeira propriamente, foi a nossa dependência em comida refrigerada! Uma falha no abastecimento de energia faria uma parte considerável dos nossos alimentos estragarem rapidamente… :( Eu ainda vejo que o conceito maior de ‘smart-‘ isso ou aquilo dissociado de formas sustentáveis de como conseguir energia uma fenda no próprio conceito. Se o smart- não funciona sem bateria, digamos q estamos diante de algo bem limitado.

    1. Justamente. Eu ia comentar algo semelhante.

      Acho totalmente possível que algumas destas coisas que vemos hoje como “dispensáveis” tornarem-se “essenciais” em determinado momento. Talvez não hoje ou amanhã, mas não me veria surpreso quando acontecesse.

    2. Pode ser que sim, pode ser que não.. quem sabe? :)

      Mas o telefone era mais tangível, tinha uma promessa mais acabada e com maior apelo. Mesmo coisas complicadas como os Nokia com Symbian e limitadas, como o primeiro iPhone, tinham casos de uso bem úteis logo de cara. E o que os smartphones se tornaram depois disso não tem precedente.

      Já a geladeira… veja, pode funcionar, mas não será tão fácil. No momento, é supérfluo e apenas arranha a superfície da utilidade.

      1. Penso que as diretrizes dessa geladeira não estejam alinhadas para um consumidor doméstico, mas sim restaurantes.

        Uma possibilidade, por exemplo, é controle mais preciso de estocagem e reposição, que como consequência poderá acarretar numa diminuição de espaço físico necessário para se montar um empreendimento desse tipo. além da automatização disso junto aos fornecedores.

        Ou talvez até já exista isso e só agora está chegando ao consumidor básico e eu não estou sabendo :p

        1. Acho (espero!) que restaurantes já contem com algum sistema estoque/validade dos produtos. Como o fluxo é maior, eles devem ter algum sistema (externo mesmo) para dar conta dessa parte.

      2. Verdade, é um supérfluo. Nunca pensei que um dia poderia ter uma SmartTV e hoje tenho. Mas um dia quero ter a minha SmartFreezer o/

      3. Se tiver uma camera filmando o interior, e mostrando no “Tablet” da porta da geladeira, já ajuda bastante! :D
        Sugestões de organização dos espaços da geladeira baseado no que tem dentro, também seria ótimo! Além do que já falaram sobre estocagem/validade de alimentos…
        Acho que tem futuro (mesmo que longinquo) a tal smart geladeiration tabajara! heheheh

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