Ilustração de um relógio com teclado e espaço para disquete minúsculos.

Guia Prático #58: O futuro (bizarro) dos smartwatches


7/6/15 às 20h44

Hoje eu (Rodrigo Ghedin), Paulo Higa e Joel Nascimento Jr. falamos bastante sobre smartwatches, do Moto 360, agora que passei um tempo com um e publiquei o review, aos inusitados que surgiram essa semana — um projeto com tela de 5,3 (!) polegadas e outro de montar, como se fosse Lego. Joel também comentou seu tablet Windows de R$ 200 e reclamamos dos nossos headphones que descascam a concha. Ouça aí, está divertido!

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Edição por Jefferson Rossini, do Editacast. Siga: @webrossini e @editacast.

Desenho: Robert Tinney/Byte.

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12 comentários

  1. Dica pro Joel quando o teclado não aparecer no Spotlight por conta do SwiftKey. Tenta abrir outro app e ir num campo de texto pro teclado aparecer. Depois volta no Spotlight que ele abre. Pelo menos aqui funciona.

  2. Saudações colegas!

    Queria comentar especificamente sobre os tablets Windows. Faz tempo que o Windows 8.1 foi lançado e esses tablets poderiam estar disponíveis há muito tempo, mas quase não existia e o que existia era caro, muito caro. Agora recentemente surgiu essa tablet da CCE que parece estar fazendo muito sucesso. Pelo menos vejo muitos comentários sobre ele. Afinal é o primeiro tablet Windows com preço baixo. E mais recentemente ainda, mais precisamente na semana passado, eu vi em um hipermercado Carrefour mais dois equipamentos com Windows. Um deles é da CCE e parece um netbook, mas muito mais fino. Ele está fechado em uma estante e não dá para pegar para manipulá-lo, mas aparentemente ele parece ser um contorcionista (dá para virar o teclado completamente para parecer um tablet, mas não dá para separar o teclado da tela). O outro é da Qbex e é como o Transformer da Asus. É um tablet que encaixa em um teclado. Ambos custam R$ 899 e vem com Windows 8.1 e 16 GB de armazenamento. São apenas dois aparelhos em meio a um monte de tablets Android, mas o fato de aparecem em um hipermercado dá sinais de que o Windows em tablets começa a ganhar força. Que assim seja! Concorrência é sempre bem vinda!

    1. Ah, somos reincidentes nisso. No programa mesmo a gente fala das críticas que fizemos ao Galaxy Note na época do lançamento e olha aí no que deu, haha! Eu também era descrente do iPad, mas logo me convenci de que era um negócio legal.

      E sobre o pen drive, acho que ele foi mais um paliativo do que uma solução permanente. O próprio Moran dá a deixa: “Alguns falavam que tudo estaria nos e-mails e que não precisava de um pendrive.” Hoje, a menos que seja algo ENORME, quando preciso de um arquivo ou apresentação em outro lugar, longe de casa, salvo no Dropbox.

      1. Mas preencheu uma lacuna de tempo bem legal, pois não a oferta de conexão durante tanto tempo não era tão farta assim. Mas concordo, hoje pen drive perdeu bastante da sua relevância. Mas deixem o povo sonhar com os seus braceletes smartphones dos Power Rangers! hahahaha =P

  3. Oi pessoal, beleza?
    Eu tenho muita vontade de comprar um smartwatch, principalmente o Moto360 (que acho lindo). Mas a cada review que leio sobre esses aparelhos, mais eu fico convencido de que é melhor esperar e ver o que vai virar. Não é a falta de apps que me afasta, mas sim a pouca duração da bateria e o preço – convenhamos que por 899 vale mais a pena eu colocar alguns reais a mais e comprar um ótimo celular.

    1. Estava olhando a Amazon dia destes, e é impossível eu pagar num Moto 360 o que eu poderia pagar por um relógio Festina. (e nem fiquei procurando muito)

  4. Acho que as inovações da primeira década de 2000, muito focadas em novos form factors, fizeram mal para as expectativas das pessoas em relação aos produtos. Agora, tudo que vale é inovação radical que seja de fácil assimilação, caso contrário é taxado como mais do mesmo.

    O iPhone não pode ter um câmera melhor, um processador melhor e uma tela melhor…isso virou uma espécie de obrigação das empresas. Mesmo que na prática esse tipo de coisa exija muita inovação, apesar de pouco compreensível para as pessoas “normais”, é tratado com indiferença.

    Acho isso ruim isso porque, de certa forma, vejo essa ânsia de atender esse tipo de demanda pela Microsoft por exemplo. Windows 8, Surface e até Holo Lens tem essa ideia de inovação radical mas não necessariamente útil ou bem pensada…mas que gera um buzz principalmente entre os geeks.