Apple Watch Edition exposto em uma Apple Store.

Guia Prático #54: Apple Watch e o futuro dos smartwatches


13/4/15 às 19h00

A ideia do Guia Prático, você já sabe, é comentar os assuntos da última quinzena. Às vezes são muitos, às vezes, menos, e há casos, como o de hoje, em que apenas um monopoliza a pauta. Eu (Rodrigo Ghedin), Paulo Higa, Joel Nascimento Jr. e Pedro Burgos, do Oene, falamos um monte sobre o Apple Watch, o relógio esperto (ou smartwatch) da Apple que entrou em pré-venda sexta e, de quebra, apareceu em algumas Apple Stores ao redor do mundo. O Pedro, inclusive, passou 15 minutos com um na da 5th Avenue, em Nova York, e contou para nós como foi a experiência. Ouça aí que tá bem bom:

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Links citados neste Guia Prático

Este podcast foi editado por Jefferson Rossini do Edita Cast. Siga: @webrossini e @editacast.

Foto do topo: Ryan Ozawa/Flickr.

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10 comentários

  1. Que podcast sensacional. Parabéns pessoal :)
    Gostei muito do foco no Apple Watch.

    Burgos, sou seu fã (do Ghedin também eheh).

    E sim, eu quero muito ouvir mais sobre o Uber em um podcast

  2. Pessoal, meu comentário é sobre o formato do podcast: concordo com o Ghedin que agora acertaram.

    Essa ideia de “pega um café, abre o microfone e vamos conversar” me agrada muito, talvez pelo tom mais informal, descontraído, mas sem deixar de ser sério.

    No fundo nós ouvintes, que acompanhamos o trabalho de vocês em outros veículos, queremos mesmo é isso: ouvir vocês falarem sobre Tecnologia, só isso. Ainda mais eu, que não conheço muitos interessados no assunto. Piora um pouco mais sendo usuário de Windows Phone, mas faz parte ?.

    E olha que é bom ouvir mesmo sem muito interesse pelo assunto, como no meu caso: Faz uns 30 anos que não uso nem watch, portanto não penso em usar smartwatch independente do benefício que possa trazer: o simples fato de pensar em dormir com um treco desse apertando meu pulso já me provoca insônia. Se bem que no caso do Apple Watch provavelmente ele estaria carregando nesse período.

    No mais, um abraço e gosto muito do trabalho de todos.

  3. Eu acredito que venderá bem, mas não chegará perto de algo como o iPhone e isso é normal. A maioria dos mercados não é grande como de smartphones, para saber o sucesso acredito que o certo seja comparar com as vendas de relógios de pulso comuns: a Apple conseguiu angariar mais usuários que os atuais ou conquistar os atuais usuários de relógio? Se sim para uma das perguntas, é um sucesso…mesmo que seja 5 milhões “apenas” por trimestre. Acho que relativo ao mercado que eles atendem, os MacBooks são um tremendo sucesso…mas simplesmente não existe um mercado tão grande para notebooks.

    Eu seria o público que já usa o relógio no dia-a-dia como acessório, mais de moda do que por utilidade: olho as horas nele, mas não morreria de ficar sem como algumas vezes eu faço. Não estou interessado agora pelo preço e opções atuais, mas se seguirem o caminho da Apple acho bem possível que eu invista em um daqui alguns anos.

    Nesse sentido, a Apple saiu na frente por oferecer modelos mais unissex já que pessoas com braço de “frango” como eu praticamente só tem ele de opção. A LG parece estar correndo bem por fora, o LG Watch Urbane está seguindo essa mesma linha de foco em design, apesar de manter o problema de ser estritamente masculino. Por fim, precisa ver como será as ofensivas das fabricantes tradicionais que tem a seu favor a marca e anos de experiência: https://tecnoblog.net/175447/tag-heuer-android-wear-smartwatch-intel/

  4. No Moto 360, e acho que em todos embarcados com o Android Wear, você pode bloquear algumas aplicações de enviar notificações para o relógio. Fica fácil não parecer que está querendo ir embora toda hora ao olhar as horas, hahaha :)

  5. Eu achei esse episódio particularmente interessante devido ao grande anseio que passei nas últimas semanas. Desde o começo do Kickstarter do Pebble Time eu era um apoiador do projeto e, na última hora, com o projeto já estando “funded”, decidi cancelar minha compra. Exatamente o mesmo motivo do Joel: preço. Eu compartilho de muito do que vocês pensam e vocês mesmos me fizeram pensar em outras questões como o design e moda além da funcionalidade. Pretendo esperar a próxima geração de smartwatches para mais funcionalidades e um “fine tuning” desses designs, mas – na minha singela opinião – o LG G Watch R ou o Moto 360, apesar de grandes, já me parecem bastante estilosos como um “objeto de ostentação” por assim dizer. Um Apple Watch tem um design muito bonito também, além das pulseiras diferentes que são bem interessantes e bonitas, mas pra mim é só mais um smartwatch estiloso.

    Com relação ao podcast passado, que não parei para comentar mas queria, eu gosto dos dois “modelos”, o dinâmico e rápido para quando não tenho muito tempo e o Manual do Usuário quando estou no trabalho e tenho tempo para dedicar e pensar no assunto que está sendo tratado. Ou mesmo em casa, com algum tempo livre, que me permite ouvir com calma e dedicar o meu foco somente a isso ou poucas coisas além do podcast.

    Mais uma vez parabéns pelo trabalho de vocês e tragam o Burgos mais vezes, gosto muito do trabalho dele no Oene e seria ótimo ter mais uma pessoa debatendo os assuntos =)

    Ps: não achei o link do texto do Burgos sobre o Uber e taxistas, teria como alguém colocar ele como reply para mim, por favor? =)

    1. Oi, Rodrigo! Legal que você gostou da conversa. SE PÁ eu volto mais vezes. =)

      Sobre o design dos outros e ser ou não “objeto de ostentação” é algo extremamente subjetivo, é claro. Mas aqui nos EUA quando você vai numa Best Buy da vida você pode ver todos lado a lado, e acho que há uma diferença importante de acabamento em relação ao Watch. É claro que com isso eu não quero dizer que o Moto 360 ou o Zenwatch ou o LG R são “vagabundos”, mas acho que o Apple Watch PARECE mais caro (assim como o iPhone 6 e Galaxy S6 PARECEM mais caros que os demais, o que não faz os outros serem ruins ou muito mais baratos).

      E o artigo que você mencionou é esse: https://br.noticias.yahoo.com/blogs/pedro-burgos/a-nova-economia-dos-apps-disruptivos-nao-existe-194601431.html

      =)

      1. Entendo bem sim. Como não usei um Apple Watch ainda de fato não consigo julgar (assim como nunca usei um LG G Watch R ou Zenwatch). Acho interessante que as coisas estejam caminhando pra esse lado, de certa forma. Qualquer coisa tem o seu valor agregado e modismo, então qualquer pedaço de tecnologia até hoje tem disso, algo bastante comentado no podcast inclusive com o valor agregado da Apple e o nível que ela atingiu. Veremos até onde seguimos com isso :P

        Obrigado pelo link do artigo, salvo para ler mais tarde ;)

  6. Galera, resolvi escrever para defender meu querido pebble, pois não aguentei ouvir falarem q não serve para muita coisa! rsrsrs, não se preocupem, não vou xingar ninguém, apenas quero passar a minha perspectiva de heavy user de smartwatches. Comprei meu primeiro pebble uns três anos atrás, eu acho, desde então ele é a primeira coisa que eu pego na mão quando acordo, e tem um motivo muito simples para isso: ele me serve de controle remoto para acender as luzes da minha casa e dar play e aumentar o volume dos podcasts e músicas q tocam no meu som. Uso ele para correr, para nadar e também quando dirijo, pois o fato de usar botões, e não touchscreen, faz ser possível usá-lo sem desviar os olhos da estrada. Tem inclusive aplicativos para usar o pebble como controle remoto para smarttvs da samsung e Lg, pena não funcionar na minha. Tem aplicativos para usar o pebble até para controlar estes aspiradores de pó Roomba, mas é preciso um pequeno hack no aspirador. Enfim, o meu primeiro pebble ficou gasto e resolvi testar o moto 360: não durou um mês! até porque, acostumado q estava com o pebble, entrei com o moto 360 no mar e ele se afogou, rsrsrsrs, patético! Após o enterro, comprei um pebble steel na promoção de fim de ano, pedi pelo correio normal e chegou sem pagar imposto, saiu muito em conta! O pebble steel é menor no pulso q o pebble original e, com a pulseira certa fica bem elegante (inclusive, com um pequeno corte na pulseira de couro do 360 consegui adapta-la para o pebble e ficou bonitão). A melhor característica do pebble é não chamar muita atenção, nunca alguém me perguntou q porcaria é essa amarrafa no meu braço, e eu acho isso ótimo, pois uso pelas funcionalidades, não pela ostentação. Pra finalizar, gostaria de testemunhar q a função q menos uso no dispositivo é a de notificação (pois irrita mesmo!), então chega de falar q smartwatch só serve pra notificação, galera, vcs q trabalham com tecnologia têm q ver um pouco mais além. O mundo está cada vez mais conectado e os smartwatches são o controle remoto perfeito para tudo isso, luzes, portas, tvs, e até pra controlar os robôs que vêm aí, sem precisar de implantes cibernéticos. Já tentei esse sistema de controle por voz e, sinceramente, é um saco ficar falando comandos em voz alta – e ridículo também. Sonho q no futuro usaremos dois smartwatches, um em cada mão, e poderemos controlar nossos robôs com grstos de mão q os acelerometros captarão. Mas já estou digredindo, um abraço!

  7. Galera, resolvi escrever para defender meu querido pebble, pois não aguentei ouvir falarem q não serve para muita coisa! rsrsrs, não se preocupem, não vou xingar ninguém, apenas quero passar a minha perspectiva de heavy user de smartwatches. Comprei meu primeiro pebble uns três anos atrás, eu acho, desde então ele é a primeira coisa que eu pego na mão quando acordo, e tem um motivo muito simples para isso: ele me serve de controle remoto para acender as luzes da minha casa e dar play e aumentar o volume dos podcasts e músicas q tocam no meu som. Uso ele para correr, para nadar e também quando dirijo, pois o fato de usar botões, e não touchscreen, faz ser possível usá-lo sem desviar os olhos da estrada. Tem inclusive aplicativos para usar o pebble como controle remoto para smarttvs da samsung e Lg, pena não funcionar na minha. Tem aplicativos para usar o pebble até para controlar estes aspiradores de pó Roomba, mas é preciso um pequeno hack no aspirador. Enfim, o meu primeiro pebble ficou gasto e resolvi testar o moto 360: não durou um mês! até porque, acostumado q estava com o pebble, entrei com o moto 360 no mar e ele se afogou, rsrsrsrs, patético! Após o enterro, comprei um pebble steel na promoção de fim de ano, pedi pelo correio normal e chegou sem pagar imposto, saiu muito em conta! O pebble steel é menor no pulso q o pebble original e, com a pulseira certa fica bem elegante (inclusive, com um pequeno corte na pulseira de couro do 360 consegui adapta-la para o pebble e ficou bonitão). A melhor característica do pebble é não chamar muita atenção, nunca alguém me perguntou q porcaria é essa amarrafa no meu braço, e eu acho isso ótimo, pois uso pelas funcionalidades, não pela ostentação. Pra finalizar, gostaria de testemunhar q a função q menos uso no dispositivo é a de notificação (pois irrita mesmo!), então chega de falar q smartwatch só serve pra notificação, galera, vcs q trabalham com tecnologia têm q ver um pouco mais além. O mundo está cada vez mais conectado e os smartwatches são o controle remoto perfeito para tudo isso, luzes, portas, tvs, e até pra controlar os robôs que vêm aí, sem precisar de implantes cibernéticos. Já tentei esse sistema de controle por voz e, sinceramente, é um saco ficar falando comandos em voz alta – e ridículo também. Sonho q no futuro usaremos dois smartwatches, um em cada mão, e poderemos controlar nossos robôs com grstos de mão q os acelerometros captarão. Mas já estou digredindo, um abraço!