Guia Prático #170: Chegou a hora de sair das redes sociais?


7/2/19 às 10h45

Na semana em que o Facebook completa 15 anos de existência, tocamos na pergunta que muitos têm se feito ao se depararem com desinformação, polarização e brigas nas redes sociais: está na hora de sair delas?

Eu (Rodrigo Ghedin) e os convidados especiais Alexandre Inagaki e Jacqueline Lafloufa debatemos essa questão sob diversos pontos de vista. Os argumentos para se fazer no mínimo uma “dieta” mais rigorosa das redes são fortes, mas será que vale a pena perder o que o Facebook e companhia oferecem de bom? E o que é esse bom? Há esperança para redes sociais melhores, que pensem primeiro no usuário e só depois nos acionistas e anunciantes? Ouça, descubra e, depois, participe nos comentários.

Se preferir, baixe o MP3.

O Guia Prático está disponível nos principais diretórios/apps de podcasts: iPhone (Apple Podcasts), Spotify, Google Podcasts ou outros apps (RSS).

Não sabe como assinar podcasts no seu celular? Leia o nosso guia simplificado.


Alguns links citados no programa:

Livros e estudos:

Assine o Manual do Usuário

Ao acessar este blog, você não é rastreado ou monitorado por empresas como Google, Facebook e outras de publicidade digital. A sua privacidade é preservada. O Manual do Usuário tenta viabilizar-se por métodos alternativos e éticos. O principal é o financiamento coletivo. Colabore — custa a partir de R$ 9 por mês:

Assine no Catarse

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

13 comentários

  1. Facebook eu deletei ha algum tempo já, mas depois que virei Beta Na TIM, é necessário ter uma conta pra pontuar, então eu tneho, porém não uso. Instagram ta abandonado ha alguns meses já, só posto story quando tem episódio novo do meu podcast disponível, google eu já não uso ha anos, nada do Google!
    Consigo viver muito bem. Minha namorada leu o livro citado e deletou o insta também. Vivemos mais momentos que stories hoje em dia.

  2. O Facebook eu não uso muito há um tempo, até desativei minha conta, se não sentir falta, apago definitivamente a conta.

    O Instagram eu realmente gosto, agora que comecei a apreciar fotografia, tem vários perfis legais para se inspirar e meio que nunca acompanhei muitos “influencers” e quem lota a timeline com fotos do dia-a-dia eu paro de seguir,

    O Twitter eu uso para me informar e funciona bem, não tenho muitos amigos lá de fato e não fico ansioso de utiliza-lo.

    O WhatsApp é meio complicado, tanto que nem considero me desligar dele, muita gente usa para eu tentar convencer.

    O LinkedIn é mal visto por muita gente, eu acesso pouco e ele tem funcionado muito bem para minha carreira: meus dois últimos empregos vieram de vagas do LinkedIn. Vira e mexe tem contato de RH, ou seja, é um lugar que realmente tem valor para mim.

  3. ótima conversa! uma coisa q eu poderia acrescentar é o uso que os movimentos sociais fazem das redes sociais. há neles um uso intenso e com motivação para além do aspecto mais banal das redes. os eventos de junho de 2013 e 2016 são ótimos exemplos de como as redes foram usadas em múltiplos sentidos. estar fora delas, nesses momentos, era praticamente impensável. resta saber como ficarem qdo até esse sentido dado às redes se esvaziou…

  4. Ghedin, quanto mais eu ouço, mais pensamentos vem à cabeça. Seja forte! Largue o WhatsApp!
    Quando larguei a primeira vez, mandei msgs pra algumas pessoas e deixei no meu status o seguinte texto: EXCLUIREI MINHA CONTA EM BREVE. QUEM QUISER FALAR COMIGO INSTALE O TELEGRAM OU FAÇA COMO NOSSOS ANCESTRAIS: LIGUE OU MANDE SMS.
    E pronto!
    Quando foi excluir de novo mas próximas semanas, vou deixar uma mensagem mais ou menos nesse contexto. Fiquei 1 ano e 8 meses fora e não era sacrifício algum largar de novo.

    1. Eu já deixo o meu status como “Se for importante, ligue”. (Ninguém nunca liga.)

      Fiz um teste em uma curta viagem de férias que fiz em dezembro, de cinco dias. Desativei os dados do WhatsApp e… é, correu tudo bem. Mas estava de férias.

      Um dia eu conseguirei!

  5. Por aqui só mantive o LinkedIn por necessidade profissional (enxuguei a lista de quem eu seguia – obrigado pela dica, Ghedin!) e Signal. E, no geral, estou retirando dos meus 2 celulares (corporativo e particular) todos os apps que têm um feed (exceto Pocket). Tudo para recuperar o foco no momento e reduzir a ansiedade. Não digo que todos têm de fazer igual, mas funciona para mim e recomendo.

  6. Eu caí fora de Facebook e Instagram em 2015.
    Twitter, Gab, LinkedIn e Snapchat nunca nem vi.
    WhatsApp usei de 2013, quando entrei na faculdade, até fevereiro de 2017, quando excluí a conta.
    Retornei ao WhatsApp em agosto do ano passado apenas por uma demanda do meu condomínio, por ser da Comissão Fiscal, mas devo estar excluindo de novo em poucos meses.
    Uso Telegram desde 2015 e estou muito triste com a morte iminente do G+. Excelente rede de conhecimento!

  7. Em geral, é isso mesmo que disseram. A dificuldade de levar “os amigos do bar sujinho”, o “ser ou não ser” das redes, utilizar ou não. Paralelo a essa discussão, li um artigo interessante sobre leitura de livros. Resumidamente, se quiser ler mais, precisa sacrificar, entre outras coisas, as redes sociais. Isso dá muito certo!

  8. Uso bastante as redes sociais, mas eu não tenho notificação nenhuma no Facebook, Twitter ou Instagram. Isso melhorou muito para mim.