Guia Prático #132: o (quase) fim do iPod


31/7/17 às 11h25

No Guia Prático número 132 eu (Emily), Paulo Higa e Joel Nascimento Jr. falamos sobre o fim de algumas linhas de iPod e o que isso significa para a indústria de tecnologia como um todo.

A Apple anunciou o fim das linhas Nano e Shuffle e, agora, o único produto da Apple com a marca iPod é o Touch, que passará a ser comercializado em modelos com maior capacidade de armazenamento: um de 64 GB, por US$ 200, e outro de 128 GB, por US$ 300. Até então, essas faixas de preço eram ocupadas por aparelhos de 16 GB e 64 GB, respectivamente.

Se preferir, baixe o MP3 para ouvir depois. E assine o programa, via iTunes ou pelo RSS, para não perder nenhum episódio futuro.

Cadê os anúncios?

O Manual do Usuário é um projeto independente, que se propõe crítico e que respeita a sua privacidade — não há scripts de monitoramento ou publicidade programática neste site. Tudo isso sem fechar o conteúdo para pagantes. Essas características são vitais para o bom jornalismo que se tenta fazer aqui.

A viabilidade do negócio depende de algumas frentes de receita, todas calcadas na transparência e no respeito absoluto a você, leitor(a). A mais importante é a do financiamento coletivo, em que leitores interessados sustentam diretamente a operação. A assinatura custa a partir de R$ 5 por mês — ou R$ 9/mês para receber recompensas exclusivas:

Assine no Catarse

Newsletter

Toda sexta-feira, um resumo do noticiário de tecnologia, indicações de leitura e curiosidades direto no seu e-mail, grátis:


Nas redes sociais, notícias o dia todo:
Twitter // Telegram

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

10 comentários

  1. Bacana, eu sempre fui fã do iPod, tive um Classic 80GB, um Touch 2G e um Shuffle (uma pena que o VoiceOver do Shuffle não tenha sido mais explorado, era excelente explorar [pequenas] playlists criadas para ele sem visor, além de dizer o nome da música). Hoje estou só com um Moto Z Play e um velho Sandisk Clip+ (queria tanto um dispositivo bluetooth pequeno, talvez pegue um smartwatch Android, mas ainda são muito trombolhudos).

    Sobre o episódio, falaram que o iPod Touch é bem mais barato que o iPhone: tanto nos EUA como aqui a diferença para o SE não está tão grande, ainda mais algumas promoções curiosas do varejo (seria uma prévia que será descontinuado??) equilibrando os preços. Acho que isso pode influenciar decisões tanto de mercado como de fabricação (um iPhone tem componentes mais caros, mas em larga escala deve ser mais lucrativo), daí o nicho do Touch pode ser empurrado para o “use iPhone SE sem chip”, “compre Apple Watch” e matar de vez o último iPod.
    :O

  2. Papo de audiófilo comentando as nuances do som me lembra o papo dos especialistas em vinho comentando as nuances do sabor do vinho. E em termos de equipamento existe de tudo para esse pessoal, até mesmo conectores em ouro porque transmite melhor o sinal e permite um som mais puro (pelo menos é o que dizem). Por isso não consigo imaginar a Apple querendo atender esse público…

  3. Ótimo podcast, eu tenho um iPod nano 4° geração, que não uso a um bom tempo, ele fica conectado a um rádio relógio da Toshiba que é o meu despertado. Outras raridades que tenho é um CD player também da Toshiba é um toca fitas da Aiwa.

  4. Agora, sobre o Podcast: eu sempre gostei de um player separado. Mas acho que é por que eu AMO players de música. Vai ver é por que era sempre o máximo de tecnologia que eu podia pagar, quando tinha meus primeiros empregos e pouca grana no bolso.

    Eu tenho iPod, tenho MD e até um CD Player portátil que só uso de decoração.

    Sei que é mais prático usar o celular, mas tambémhá um fator curioso: não sei por que, celular android não tem amplificação boa. O S7 é um dos melhores que tive, mas mesmo assim, dependendo do headphone, ele empurra bem pouco (dá pra ouvir ambiente externo, principalmente no metrô). Com o iPod não, o som fica mais potente, bem mais potente.

    Mas à parte disso, eu sei que na vida prática é bem mais simples usar o combo Celular/Spotify.

    1. Agora que você comentou, o primeiro gadget que eu comprei com meu salário foi um iPod touch de segunda geração….realmente foi sensacional juntando tudo: primeiro gadget comprado com meu dinheiro e realmente era incrível touchscreen naquela época.

      Somente nesse ano os Androids estão investindo mais na saída de áudio, até pouco tempo atrás só a HTC do mainstream dava algum foco nesse aspecto. O meu Moto X 2014 tinha um áudio muito fraco, quando testava no iPad a diferença de potência era clara.

      Eu evito entrar nesses papo de audiófilo, me parece que 90% é placebo, mas tenho a sensação que o notebook (MacBook Pro 2017) é o melhor…parece mais claro que o iPhone inclusive.

    2. Tenho um iPod touch 4 32GB desde o lançamento, antes mesmo do próprio iPhone 4 chegar no Brasil, acho que paguei algo em torno dos R$ 500,00 (lembro que meus pais achavam um absurdo pagar isso em algo que não era celular) e desde então uso até hoje.
      Não compraria algo do tipo hoje, andar com o Nexus 6p e ele é muito volume para o bolso, por isso achava que a morte dele seria mais cedo do que a do nano (sempre achei o shuffle horrível por não ter uma tela, acho que as pessoas gostam de escolher uma música X ou Y).
      Por conta disso, eu sou o único dos meus amigos que tem mania de baixar musica, afinal não da para usar redes no iPod, talvez se fizessem um nano, com tela e uma ligação com Spotify e tal seria melhor opção do que manter o iPod touch. Como disseram, um produto de nicho, mas que seria mais atual do que manter o iPod touch.

      1. Tamo junto. Não faz sentido se exercitar com um trambolho ainda mais num país como o nosso. Boa parte dos meus amigos já tiveram seus celulares roubados. Há anos uso o nano (antes usava o shuffle), não há comparação. A Apple poderia muito bem atualizar esses aparelhos com o que temos atualmente.

  5. Esse episódio precisa de umas explicações.
    1- Há um momento em que eu esqueço o que eu ia dizer. A razão é por que percebi que o contador de tempo do QUicktime não estava rodando, mas o botão record estava acionado. Tudo que passava pela minha cabeça era “fodeu, minha fala não tá gravando”. Decidi confiar na gravação, mas perdi o fio da meada.

    2- Por volta dos 30 minutos, meu telefone do plantão da empresa me ligou e eu tive que me ausentar por uns 15 minutos. Só voltei para a conclusão, peço desculpas pela edição que ficou algumas vezes confusa.

    3- Como cereja na ponta do sundae, começou uma OBRA no corredor do prédio, cerca de dez minutos antes do fim, o que acabou com meu foco, além de uma dificuldade extra para editar.

    Bom, cada episódio tem uma história nos bastidores, mas geralmente não afetam o resultado final. Infelizmente esse não foi o caso.

    Queria pedir desculpas ao Paulo e à Emily pela mancada, e aos ouvintes.

    Obrigado. :-)