Guia Prático #130: o mercado de tablets persiste


17/7/17 às 21h09

A gente tarda, mas não falha. Neste episódio, eu (Emily), Paulo Higa e Samir Salim Jr. falamos do mercado de tablets inspirados pela chegada do Galaxy Tab S3 no Brasil. Esse mercado ainda existe e até cresce, mas quais suas características e para onde ele caminha? Damos os nossos pitacos que é para você comentar.

Edição de Joel Nascimento Jr. (que ficou de cama no domingo, mas que correu para editar nosso podcast de toda a semana. obrigada, amigo).

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24 comentários

  1. Não sei se os tablets irão morrer, mais o meu está com a sobre vida. A muito tempo comprei um tablet DL ( sim fiz esta besteira), depois de me decepcionar com ele, deixei aqui parado sem ter muito uso, até que um dia decidi dar alguma utilidade para ele. Tentei usar com porta retrato digital, fiz até uma espécie de suporte para deixado em pé, e depois tive a brilhante idéia de pendurar na geladeira para usar quando precisasse, porém a bateria não durava muito, é um certo dia por descuido ela caiu no chão e quebrou tela e touch, mais ainda funcionava. Resumindo hoje ele está ligado direto na tomada, e conectado no HDMI TV da minha filha que usa para ver o Netflix, com uma pequena adaptação para melhorar o sinal do WI-FI. Já que ele não tinha mais a tela aproveite e cortei para ficar menor. https://uploads.disquscdn.com/images/cb650e1c3053c63e2122828035695c03acc1df10bc1cb69417a6e536e4145188.jpg

  2. Bem, o mais próximo de um “Moto G dos tablets” foi o Positivo Quad, tinha uma tela boa IPS, mas infelizmente com uma configuração ruim não durou muito.
    Ainda tenho o meu, comprei na época por um bom preço de R$300. Era o melhor nessa faixa de preço e não me arrependi até que ele caiu no chão e trincou a tela.
    A tela custava 1/2 do valor do aparelho, aí já viu, foi pra dentro da gaveta e com o tempo fui esquecendo. Mas é isso que me faz falta hoje, hoje não existe no mercado algo nesse valor que tenha boa qualidade. Até existem tablets de 400 reais, mas com péssimas configurações e péssima tela, chega a ser ridículo.
    Enfim, me satisfez enquanto pode e infelizmente não encontrei algo do valor para substituir. O mercado de tablets precisa viver mais o consumidor médio, que quer boa qualidade mas com um preço acessível ou estará fadado aos dados atuais que não são bons.

  3. Eu tive diversos tablets desde 2011 pra cá, eu acho rs.. Pontuo algumas coisas:

    1 – tive vários modelos, a maioria Apple e Samsumg.. Os melhores foram o Galaxy Tab 7.7 e o iPad Mini.. Realmente, tablets android sempre foram mais fracos, apesar de já terem evoluído bastante.

    2 – atualmente, meu uso para tablets se resume a leitura de e-books e pdfs, navegação e redes sociais. Concordo que o smartphone e notebook fazem isso melhor mas, pra mim, é questão de gosto.. Às vezes quero aproveitar conteúdo em tela maior que a do meu smart, que já é grande (5.5″) e realmente, o tablet é mais prático que ligar o pc, aguardar o boot, etc.., como também é mais confortável para leitura do que qualquer smartphone.

    3 – aliás, fiquei espantado com o comentário do Higa sobre “pessoas que desligam o pc”, pois eu sou um desses… Sou ultrapassado demais? hahaha
    Eu faço como ele sugere com o iPad: nunca desligo, só fecho a capa e pronto.. Mas com o note, nunca pensei nisso… Alguma implicação, positiva ou negativa? Nunca pensei em só suspender e não desligar a máquina, mas fiquei curioso, queria opiniões…

    No mais, acho que o mercado de tablets não morre… Acho sim que ainda perde mais espaço pros smartphones, mas morrer, não acho… Lembrando o que outros comentários pontuaram aqui, aparentemente, nós não somos a maior fatia do mercado e, pra essa fatia, talvez ainda caiba tablet sim.

    Ótimo podcast.

  4. Concordo com a galera dos comentários: tablets tem finalidades muito boas para consumo de conteúdo (vídeos, .pdfs, jogos) e para alguns profissionais. E para crianças.

    Mas queria enfatizar um ponto que foi apenas tangenciado. O dispositivo central no mundo hoje é o celular (o novo sol, como num post acho que do Evans traduzido aqui pelo MdU). Ele não sai do bolso das pessoas, é utilizado intensivamente o dia todo e tem grande chance de quebrar por causa disso. O celular desgasta rápido, por isso, o ciclo de troca do celular é supercurto (2 a 3 anos para pessoas normais). Essas características fazem do mercado de celulares incomparável ao de qualquer outro dispositivo.

    O tablet não é o centro da vida digital, ele é mais uma tela, com algumas ótimas características. Mas o ciclo de reposição dele deve ser mais próximo de uma TV, de eReader ou de um desktop do que de um celular. Enquanto uma classe nova de produto, o mercado cresceu muito rápido no início porque a base instalada era zero. Mas depois é normal que o mercado caia até chegar em um momento de estabilidade “vegetativa”. Achei a comparação com os netbooks infeliz, eles indicaram uma direção para os fabricantes de notebooks, que evoluíram muito em portabilidade (sem o drive de CD, por exemplo) mantendo o desempenho.

    Eu tenho um Nexus 9 que é bastante disputado lá em casa. Usei muito para ler textos acadêmicos em .pdf (finalidade que o tablet é imbatível) e como TV portátil com youtube e sportv-play.

    Abraços!

  5. Na época em que tinha aparelhos de até 4,5″ ou 4,7″ eu usei muito meu Nexus 10 para navegação e afins, mas sempre em casa.
    Depois que troquei meu smartphone para o Nexus 6P parei de sentir essa necessidade.

    Fora isso, a bateria do N10 foi caducando e no final ele virou um bonito porta retrato, graças a uma atualização do Android que trouxe o daydream ou algo assim.
    Eu já tinha uma dock que se utilizava dos gogo points (assim que chama aquele conector que também tinha no Galaxy Nexus?) e ficava bem interessante na sala.

    Atualmente até penso em adquirir um novo tablet, mas acabo pensando que o gasto não vai razer um bom retorno.
    E pareço ter uma vida bem diferente da maioria. Gosto de ver filmes na TV (uso muito o Chromecast), e na maioria das vezes acompanhado da minha esposa. Essa coisa de ficar assistindo no tablet sozinho não me agrada nem um pouco.

  6. Discordo quando vocês dizem que os tablets vão morrer. Tenho um Galaxy Tab 2 de 10″ lá de 2012, que uso como leitor de PDF para emprestar para meus alunos. Funciona bem para isso e para o YouTube ocasionalmente (embora as configurações dele o façam engasgar em qualquer qualidade acima de 360p).

    Tenho também um Galaxy Tab 4 de 8″ que apesar de ser muito mais moderno que o anterior, está com problemas no Wi-Fi: por algum motivo, a conexão parece demorar nele o triplo do que demora no meu celular, no Notebook ou no meu outro tablet. Apesar de ser mais moderno, esse problema sempre me deixa irritado.

    Tenho vontade de vender os 2 e comprar um de 10″ mais moderno. Adoraria ter um Pixel C. Aliás, isso me traz ao comentário de que tablets Android não são bons: eles já evoluíram MUITO. Claro que é difícil competir com o iPad, especialmente na quantidade de apps. Mas acho que vocês se esqueceram de que muita gente instala e interage com um pequeno número de apps diariamente, e não fica procurando coisas novas todos os dias. Os apps que eu uso estão todos bem adaptados, e não me considero um usuário avançado não.

    Por fim, lamento ver que os tablets estão nesse racha caros e bons x baratos e péssimos: não temos de fato um intermediário. Especialmente no Brasil, onde a concorrência é esmagada e só tem Samsung e Apple. Mas esse é um problema que vai muito além dos tabletes…

  7. Quando a diferença de tamanho de tela entre meu iPhone de 4″ e o iPad mini(7,9″) ou iPad (9,7″) era maior, eu achava que faria mais sentido usar tablet. Mas aí os celulares foram crescendo e essa diferença caiu. Caiu também a performance do meu iPad e ele foi ficando de lado. Pensei como vocês: quem precisa de um tablet?

    Até que pintou uma promoção e eu comprei o novo iPad (9,7″). E aí? Aí que agora eu consumo todo conteúdo em casa no iPad. Tela maior, muito melhor de ler páginas na web e ver vídeos. Sem falar que meu celular não chega em casa a noite com aquela bateria toda.

  8. Possuo um tablet da Samsung modelo TAB S 10,5″ (SM-T805M) que comprei em 2014 e uso ele para assistir a vídeos; estudar para concurso (recomendo fortemente o app SimpleMind Pro); exibir projetos (planta e mapas temáticos, via AutoCAD 360, QGIS, Google MyMaps, etc.) a clientes; coleta de dados em campo via transferência de coordenadas planas obtidas por um GPS para a averiguação da área a ser elaborado o CAR, PRAD, implementação de viveiros, etc; e em reuniões com clientes.
    O meu pai também tem um tablet, um GPad V480 da LG, e ele usa-o muito para assistir a vídeos no YouTube e na Netflix; como controle remoto da Roku; e como dispositivo principal, quando está em casa.

  9. Boa dia a todos.

    Acompanho o site há muito tempo, mas nunca fui de comentar os artigos e os Guias Práticos, o que espero corrigir a partir de agora. Digo isso porque, apesar de ser um entusiasta da tecnologia, vi ao longo de todo esse tempo que acompanho o site, que sou um ponto fora da curva do pessoal daqui. Um “estranho no ninho”. Não sou formado na área de tecnologia e muito menos trabalho nessa área. Sou formado na área de humanas e trabalho na quase totalidade do tempo escrevendo e usando dados que muito raramente ultrapassam a centena de linhas na planilha eletrônica. Por isso acho que posso ser o contraponto do pessoal da tecnologia e dar uma visão, digamos, do “usuário comum”.

    Para contextualizar um pouco quem sou eu, tenho 44 anos e o meu primeiro contato na vida com a TI foi com um computador chamado na época de “compatível apple 8 bits”, mais especificamente um Exato Pro fabricado pela CCE. Depois disso vieram 286, 386, 486 DLC, 486 DX2, Pentium 166 MMX e whatever… não me lembro mais da sequência.

    Bom… na verdade acho que não sou um bom exemplo de usuário comum (ainda mais lembrando que meu primeiro smartphone foi um Nokia N80 e, sim, eu instalava programas nele), mas ainda mantenho uma relação estritamente utilitária com a TI. Aprendo o que preciso saber pra ser mais produtivo no trabalho e ser for uma coisa que não uso com frequencia acabo esquecendo.

    E pra mim os tablets não irão morrer. Serão produtos de nicho, mas continuarão aí para consumir vídeos, leitura de notícias em geral e, principalmente, leitura de PDF. Pra PDF os tablets ainda são muito melhores que os computadores e smartphones. E tem muita coisa, muita coisa mesmo, que só tem em PDF.

    E não, o Samsung Tab E não é muito ruim. Nem sequer é ruim. Pode ser ruim pra vocês da tecnologia que querem levar os seus gadgets ao limite, mas pra um “usuário comum”, como eu, ele é ótimo. E só pra constar eu uso um tablet genérico, desses xing-ling, e mesmo sendo bem pior que um Samsung Tab E, ele me atende muito bem pra que eu uso.

    E pra finalizar, o meu smartphone tem 1 GB de memória, 8 GB de armazenamento, o meu notebook é um Celeron com 4 GB de memória e, ao contrário do pessoal daqui que diz que “é inviável” usar com essas configurações, ambos me atendem muito bem.

  10. Acho que vocês viajam em muita coisa quando falam sobre tablet, justamente por viverem inseridos num contexto diferente das pessoas que “não vivem de cobrir tecnologia”. Ali perto dos 27 minutos vocês até quase chegam nessa conclusão óbvia, mas aí voltam a falar do alto do olimpo tecnológico do “pra que serve o tablet”.

    Dito isso, eu já tive dois tablet da Samsung, ambos de 7 polegadas, o último morreu e eu não sinto falta nenhuma dele porque meu smartphone faz tudo que ele fazia, e faz melhor. Acho que os tablets servem como terminais baratinhos de consumo de mídia e até em empresas, e acho que os tablets mais caros são sim uma indicação do próprio futuro do computador pessoal, que pra mim vai ser muito mais iPad Pro do que Macbook.

    Mas sobre os tablets morrerem? Acho que não.

  11. Achei bonita a homenagem ao John Romero, ao falarem sobre tablets essa semana.

    O pai dos Zumbis merece.

  12. Tablet pra mim é entretenimento, estou trocando meu segundo aparelho celular por um tablet, justamente pq uso ele mais em casa e uma tela grande seria mais indicada. Um iPad mini 2 se acha por 800 usado, com 32 gb e uma ótima tela, som bom e bom processador, dá pra usar tranquilamente. Para uso profissional já imagino tablets Windows, ou híbridos, nada além.

  13. Nunca cheguei a ter um tablet, achou que o que me deixou mais tentado em ter foi o LG G pad de 8.3″, de resto eu sempre acabo comparando o aparelho com um Notebook ou smartphone e acho o preço muito acima do que vale ou muito fraco para o que eu quero nele.

    Acho que os tablets só serão vistos como úteis e aparelhos de desejo quando os notebooks evoluíram neles, como o Surface ou equivalentes, mas num preço mais acessível.

  14. LG GPad 8.3. Provavelmente o único custo/benefício acertado Android da LG, incluindo aí os telefones. Comprei um logo que saiu, usei pra tudo e mais um pouco, passei pra minha esposa, e ela tá muito feliz rodando os jogos dela sem problemas no tablet.
    O único senão é que, na Coreia, a LG atualizou para 5.0, enquanto no resto do mundo ficou no 4.4.

    Do resto, cada vez mais convencido que o comprador de tablet no Brasil fora de uso infantil ou profissional tem duas alternativas: comprar um smartphone de 6″+ polegadas e usar como tablet ou comprar um tablet importado nos MercadoLivre da vida.

        1. Olha, ele não tem uma atualização do Android fornecido pela própria LG? O meu pai possui o Gpad V480 e ele estava com o Android 5.1.

          1. Estranho. O do meu pai, o V480, teve atualização para o 5.0 e, depois, para o 5.0.2

    1. Ate gostaria de recomendar os tablets da LG, mas eles sumiram do mercado. Não recomendo pra ninguem os Multilaser, DL e afins que aí estão…