Guia Prático #120: Nostalgia vende, mas quanto?


7/5/17 às 15h15

Neste final de semana aproveitamos a comemoração dos 30 anos da parceria da TecToy com a SEGA e o lançamento oficial do Mega Drive por R$ 450 para falarmos dessa onda nostálgica que ataca a área de tecnologia, especialmente a de games. Na ausência da minha pessoa — tive que trabalhar no sábado –, nosso integrante mais antigo (depois do Ghedin, é claro) Joel Nascimento Jr. foi quem comandou a conversa entre Samir Salim Jr. e Leandro Souza. Escutem os rapazes e conversem conosco nos comentários.

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6 comentários

  1. Sobre nostalgia e a Nintendo, e o fã da Nintendo, quero comentar sobre algo.

    Tempos atrás assisti um vídeo de uma youtuber, vocês deve conhecer ela, Erica Griffin, sobre a “coleção” de 3DS dela e falando sobre a qualidade das telas. Naquele vídeo descobri que a Nintendo fabrica o aparelho sem controle de qualidade, ela usa telas de qualidade que variam de medíocres a no máximo apenas aceitáveis.
    E no vídeo a Erica falava da roleta russa que era comprar um 3DS e não saber qual a qualidade de telas que viriam no aparelho, e que a qualidade das duas telas poderiam variar, e isso acabava sendo mais incentivo para ela comprar mais! Ao invés de comprar só a tela e trocar, ao invés de ela e milhões de consumidores reclamarem com a Nintendo e exigirem melhoria na qualidade, ao invés disso eles iram na loja e compravam outra na esperança de vir uma qualidade melhor.
    E quando a Nintendo lançava uma edição ou cor nova eles compravam outra.

    Fiquei meio chocado com isso, pensando se a quantidade de unidades vendidas se deve a isso, que muito menos gente do que parece possui o aparelho e essas pessoas que compram vários inflam a base instalada do 3DS.

    O que não foi surpresa foi essa atitude da Nintendo, que os fãs parecem não ver problema nenhum.

    Não consigo entender.

    1. O sonho de toda empresa é ter fãs e não consumidores porque assim elas podem cobrar um preço mais alto mesmo que a qualidade deixe a desejar e ainda assim vendem muito.

      As empresas que eu conheço que acho que conseguiram isso são Apple, Harley-Davidson e Nintendo. Acho que a Sony também tem seus fãs, mas em menor grau do que as anteriores.

      Vale lembrar que não quero dizer que os produtos dessas empresas não tem qualidade. Apenas que mesmo que porventura não tenham ainda assim vende.

  2. O que seria legal é justamente uma adaptação da plataforma antiga pra tecnologia atual, né? Tipo, como vão resolver a questão das telas hoje em dia serem wide? Se fizessem uma adaptação: console “antigo”, com hdmi, e que saísse mais em conta que os consoles de ponta, abriria portas pra desenvolvedores brasileiros criarem jogos pra essas plataformas. Eu pararia no Mega Drive e no SNES.

    1. A ideia da nostalgia muitas vezes passa por usar, inclusive, TVs da época (de tubo).
      Mas, normalmente não é um grande problema para consoles como SNES e Mega, uma vez que eles tem a entrada normal AV. A imagem fica pior por conta do tamanho das telas, mas, o formato 4:3 se mantém e é normal para jogar.

  3. Eu não acho que apenas nostalgia sirva para as vendas futuras. Ela pode ser o ponto de partida. Eu posso olhar com mais carinho um futuro Nokia por lembrar dos bons celulares que tive da marca, mas se ele não for bom, não vai adiantar muito.

    Sobre jogos/consoles antigos: prefiro remakes completos e remasters do que relançamentos. Atualmente estou esperando a coleção de Crash remasterizado e o novo Sonic em 2D, Sonic Mania. Eu tentei ser retrogamer por emulador + joystick esses dias, mas é chato demais.

  4. Acabei de ouvir. Curti o papo. Respondendo às perguntas:

    O que eu gostaria de ver novamente:
    – Neo Geo, SNES CPS1 e CPS2 (seria interessante se tivesse um sistema multiplayer via rede, como já tem nos emuladores)

    O que eu não gostaria que voltasse:
    – qualquer console 3D, porque 3D envelhece mal. Não é só questão de gráfico, mas de jogabilidade também. Pegando o primeiro Tomb Raider como exemplo: foi um baita jogaço no lançamento, inovador etc. Mas hoje é mega travado. GTA 3 também. Tekken também.

    Mais do que simplesmente voltar os consoles antigos, podia haver um incentivo ao homebrew, mas aí já é sonhar demais. Imagina essa molecada hoje fazendo jogos pros consoles que fizeram parte da infância dos seus pais?