Orla da Praia de Palmas, em Governador Celso Ramos-SC.

Guia Prático #106: Desconectar ou não nas férias?


21/1/17 às 15h38

Algum tempo atrás, ainda havia a separação entre vida online e offline. Hoje, não mais. Nesse novo cenário, a impossibilidade de se descansar nos momentos de descanso, especialmente nas férias, representa um problema? É o que discutimos, eu (Rodrigo Ghedin), Fabio Montarroios (bem-vindo ao podcast!) e Paulo Higa, no programa de hoje.

Se preferir, baixe o MP3 e ouça depois. E se você ainda não assinou o programa no seu player de podcasts favorito, faça isso via iTunes ou pelo RSS.

Links citados

Cadê os anúncios?

O Manual do Usuário é um projeto independente, que se propõe crítico e que respeita a sua privacidade — não há scripts de monitoramento ou publicidade programática neste site. Tudo isso sem fechar o conteúdo para pagantes. Essas características são vitais para o bom jornalismo que se tenta fazer aqui.

A viabilidade do negócio depende de algumas frentes de receita, todas calcadas na transparência e no respeito absoluto a você, leitor(a). A mais importante é a do financiamento coletivo, em que leitores interessados sustentam diretamente a operação. A assinatura custa a partir de R$ 5 por mês — ou R$ 9/mês para receber recompensas exclusivas:

Assine no Catarse

Newsletter

Toda sexta-feira, um resumo do noticiário de tecnologia, indicações de leitura e curiosidades direto no seu e-mail, grátis:


Nas redes sociais, notícias o dia todo:
Twitter // Telegram

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

12 comentários

  1. Ótimo podcast, acredito que as relações então ficando cada vez mais virtual do que física. Hoje as pessoas vivem mais conectadas que esquecem as vezes de dar um abraço nos pais, irmãos ou filhos, é triste ver que pessoas vivem uma maravilha nas redes sociais enquanto a vida fora dela esta um desastre. Acredito que é valido a ideia de desconectar-se não só nas férias, mais ao menos uma vez no dia e olhar ao redor, cumprimentar as pessoas e aproveitar o dia.

  2. Ótimo podcast, acredito que as relações então ficando cada vez mais virtual do que física. Hoje as pessoas vivem mais conectadas que esquecem as vezes de dar um abraço nos pais, irmãos ou filhos, é triste ver que pessoas vivem uma maravilha nas redes sociais enquanto a vida fora dela esta um desastre. Acredito que é valido a ideia de desconectar-se não só nas férias, mais ao menos uma vez no dia e olhar ao redor, cumprimentar as pessoas e aproveitar o dia.

  3. Imagine a situação: Homem, solteiro, 20~30 anos, sozinho em um quarto de hotel relativamente luxuoso, em uma cidade onde passará no mínimo 1 semana…
    Sério que vocês não citaram o TINDER? hahaha

  4. Anos atrás fiz uma viagem de férias com minha namorada diferente de todas que já fizemos antes: iríamos de São Paulo a Salvador de carro sem pressa curtindo cada cidade que passaríamos.
    Nessa viagem estar conectado foi importantíssimo pois ajudou demais na escolha dos melhores hotéis para passar a noite, previsão do tempo e trânsito nas estradas, onde abastecer o carro, os melhores lugares de cada cidade para visitar e comer.
    Como precaução levamos um tablet com GPS offline Here Maps e diversos pontos úteis previamente marcados caso ficássemos sem conexão que foi útil em alguns momentos.

  5. E ai amigos !
    Legal a participação do Fabio no podcast, ele vai ser novo integrante ?

    Sobre o Maps, faz parte do negócio oferecer as opções ao longo do trajeto.
    Alguém ai no podcast lembra como era procurar um endereço usando um guia de papel, tipo Mapograph ? Ou seja, faz parte da evolução. O ganho justamente é o aplicativo oferecer opções , inclusive ao longo de um trajeto essas opções podem melhorar, é isso que ele faz.

    Tanto no Maps, quanto no Kindle que foi citado, o que se faz necessário é foco. Ninguém que ia a uma biblioteca física, por mais acesso a milhares de livros que tivesse, ficava pegando sistematicamente um, lendo, pulando para o próximo, e isso se chamava FOCO.

    Sobre pessoa usar o celular enquanto conversam, uma opinião a respeito: Não passa de uma bela falta de educação, mas… Educação é tão fora de moda não é mesmo ? Alguns diriam fruto do regime “opressor” patriarcal branco. . Aonde ja se viu, quem inventou esse negócio de ter de conversar com uma pessoa olhando para ela. Prefiro falar com a outra no Whats, e quando estiver em frente a essa pessoa, converso com a anterior, com toda atenção, claro via Whats… De preferência mandando recados, chatoss e vazios diga-se de passagem, de áudio.

    Enfim, desconectar faz parte. É dificil, mas deve fazer parte.

    1. Ronaldo, participo sempre q o Ghedin convidar e puder ajudar em algo na pauta!

      No maps me irritou q obstrui o mapa e vc tem aceitar ou não, se não o troço não sai da frente do mapa… É muito útil qdo vc está tentando não ser esmagado por um caminhão…

      No mapa de papel, vc busca pelo nome da rua no índice e depois procura no mapa pelas coordenadas. Sé um saco qdo justo a rua q vc quer continua em outra parte do gui e vai lá vc caçar a continuidade. Os caras q montavam esses mapas tinham uma paciência de Jó.

      Educação acho um conceito meio inapropriado. Talvez estejamos falando mais de polidez e alguma gentileza. Vc não é obrigado a muita coisa e, de fato, não precisa fazer certas coisas, mas, e pelo bom convívio e fluidez social, um cumprimento costuma ajudar muito na maioria das situações. Acho q acontece com todo mundo, mas qdo me abordam na rua me perguntando algo e a pessoa não diz nada antes, minha disposição é ser menos prestativo com essa pessoa. E nem é de propósito, é uma reação meio q espontânea.

  6. Acho que primeiro, temos que pensar no “desconectar”.

    Eu penso no uso do smartphone como ativo e receptivo.

    Ativo: Conversas no Whatsapp, rolando o feed do facebook/instagram, isso a todo momento eu não acho saudável, jogar.

    Receptivo: Assistir um netflix, ouvir uma música / podcast, assistir um vídeo interessante, ler no kindle.

    Esse tipo de tarefa não é desconectar, mas também não considero “conectado”, eu por exemplo, só leio no kindle, então, quando estou nele, não me considero conectado.

    1. weller, mesmo esses itens q vc lista como receptivos envolvem algum tipo de atividade. e elas não são as mais tranquilas. o paulo higa comentou q diante da imensa oferta do netflix, é complicado escolher.

      o q sempre foi considerado um sinal de falta de atividade e interação, a tv, q cada vez mais está em desuso como solução de entrenimento, junto com o rádio fm, é algo q já ficando distante no tempo, mas ainda tem um apelo forte e não à toa influencia outras tecnologias: o controle da passividade…

      e o q restou desse formato, o principal eu dia, q ainda tem grande sobrevida na tv, as novelas ou séries, fazem muito sucesso no streaming, pq justamente não fazem vc ter q ficar cassando o q ver depois q escolheu uma delas pra ver. tanto q vc vê lá o seriado e a aflição de vê-lo acabar tem mais a ver com o q vc vai ter q escolher depois do q com o fim da série propriamente… essas séries são um remanso pra quem fica maluco diante de tantas ofertas. qto mais longa a série, melhor.

      a tv cola uma novela na outra, isto é, termina uma e começa outra justamente pra vc continuar lá vendo, assistindo… sem parar, passivamente, sem ter q se preocupar em escolher nada, pq eles, os profissionais da tv, vão escolher o melhor pra vc.

      o spotify, com suas listas prontas, tb favorecem vc não ter q ficar caçando o q ouvir. mas ainda assim envolvem algum tipo de escolha, a escolha pela listas, algo q tb pode te tomar um tempão.

      daí q ficar desconectado pode ser tb ficar livre dessas demandas por escolha e atenção.

      e, repare bem, se seu kindle ficar desconectado, ele é meio inútil. qdo vc terminar um livro, vai precisar se conectar e nesse momento ficam disponíveis várias coisas q podem distraí-lo de algum modo. mas se ele estiver conectado, ele vai atualizar edições de livros, vai indicar compras qdo vc terminar um livro e mesmo se vc clicar sem querer numa amostra, ele vai te falar da promoção q acontece agora etc… desconectado mesmo só aquilo q não tem essa chance. como um livro, por exemplo, q só tem lá tinta e papel.

      nessa mesma toada, o sucesso do facebook tb se dá um pouco por causa disso… ele joga lá as notícias e vc lê passivamente. esse lance de dar muitas opções é angustiante e se adequar a um fluxo, sempre conectado, é o ideal hj dessas grandes empresas.

      por isso a ênfase no quão difícil está hj ficar desconectado…

      1. Entendi o seu lado, se bem que eu nunca tive problemas relacionado a escolher conteúdo, sempre foi muito fácil para mim, rs.

        OBS: Adorei a sua participação no podcast, só é meio estranho no início, pois estou acostumado a te ler, não escutar, rs.

        1. Opa. Vou tentar na próxima participação ficar mais concentrado na pauta. Falei coisas q não tinham muita a ver… E deixei outras mais relevantes de fora.

  7. Eu passei todo o mês de janeiro sem smartphone. Ainda estou usando um nokia antigo que tenho até hoje. Foi algo saudável na minha opinião.

    Acessei esporadicamente as redes sociais nesse mês e não morri.

    Quem for entrar de férias deveria experimentar e somado a isso fazer uma viagem, mesmo que por poucos dias.

    Abraços a todos e ótimo 2017!

  8. O fluxo de informações com o qual lidamos é altíssimo, então torna-se complicado encontrar o que é importante entre tantas notificações.
    Reduzir o uso do digital nos permite aproveitar melhor o que está ao nosso redor, especialmente em municípios de interior onde os serviços de telefonia são ridículos, mas abandonar totalmente os equipamentos reduz as possibilidades numa possível emergência.