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O escritório em casa do estudante e moderador de comunidades Tet

Mesa branca com um monitor, teclado e mouse, alguns acessórios à direita e, na parede à esquerda, dois quadros e uma pelúcia. Na cadeira, preta, uma manta rosa e um gato branco sobre ela.

Durante a pandemia de COVID-19, a seção de mochilas será convertida em escritórios domésticos. Faz mais sentido, certo? Vale para os recém-chegados ao home office e para quem já está nessa há tempos. Mande o seu seguindo estas instruções. Todo o texto abaixo é de autoria do Tet.


Sou o Tet, mas alguns me conhecem como Tetizeraz. Tenho 24 anos e moro na região metropolitana de São Paulo. Fiz a faculdade de Análise e desenvolvimento de sistemas e desisti em 2018. Entre 2018 pra cá, foquei na minha saúde mental, mas agora sinto eu estou pronto para os próximos desafios. Estou estudando num cursinho online, e pretendo me tornar um jornalista nos próximos anos.

Desde 2017, sou moderador de comunidades e subreddits dentro do Reddit e Discord. Infelizmente eu deixei a moderação do r/brasil recentemente, mas eu aindo continuo moderando outros subreddits, como o r/europe, r/CasualConversation, r/conversas e o r/escreva. O primeiro é a maior comunidade sobre a Europa no Reddit. O segundo e o terceiro são subreddits de conversas casuais, com a diferença que o r/conversas tem como foco o público que fala português. O r/escreva é um subreddit de desafabos anônimos.

Também sou editor na Wikipédia e voluntário no Wiki Movimento Brasil (WMB). Trabalho em criar e traduzir artigos e imagens. A WMB constantemente promove “editatonas” para criar e acrescentar informações, seja no âmbito da educação ou da cultura brasileira na Wikipédia. Só como exemplo, a WMB está promovendo o Wiki Loves Bahia, um projeto dedicado a criar e editar novos artigos na língua portuguesa.

Eu também mantenho um blog sobre minhas opiniões políticas, minhas tentativas de emplacar como jornalista, e minha experiência com a minha bipolaridade. Minhas redes sociais: Mastodon, Twitter.

  • Mesa. Comprada na Mobly em março de 2019, modelo “Mesa de Escritório Isis Branca”. Paguei R$ 258,56 mais frete na época. Hoje custa mais de R$ 300.
  • Hidratação. Possuo canecas personalizadas bem especiais para mim. Uma não está na foto por conter parte do meu nome real, mas é da HQ Valente, do Vitor Cafaggi. A outra é uma que chegou em dezembro, a dos parceiros do Discord. Por fim, tenho a garrafa térmica inox Autoseal Chill, de 750 ml.
  • Cadeira. Nada de especial na cadeira. É um modelo tão antigo que não sei de onde eu comprei. É uma daquelas de custam menos de R$ 200.
  • Computador. O computador é minha ferramenta principal no dia a dia. Uso tanto para jogos e redes sociais como no trabalho voluntário e estudos. As configurações são as seguintes: Placa de vídeo RX 570 (4 GB), 16 GB de RAM DDR4 3000 MHz, SSD de 240 GB e outro de 480 GB. O SSD de 240 GB possui a partição com Windows. O de maior capacidade é usado mais para jogos e de produtos vindos do Caribe, se é que me entende.
  • Sistema Operacional: Windows 10. Já usei Linux, só não faço uso mais pois não há motivos.
  • Monitor Samsung T22B300, 21,5 polegadas. Com o box do Guimarães Rosa da Saraiva como apoio de altura e manter uma posição confortável e correta.
  • Periféricos. Tenho um teclado mecânico da marca Redragon, o Mitra Blue Switch ABNT2. Teclar nele é barulhento, mas muito prazeroso. O mouse é um Logitech G203, um desses mouses gamer. Além disso, tenho um controle de Playstation 4, um Dual Shock 4, sempre por perto. Uso o headset Gamer HyperX Cloud Stinger Core 7.1 (HHSS1C-AA-BK/G). Por fim, tenho uma webcam chinesa da marca OREY. A qualidade não é das melhoras, mas dá para um bocado. Quando quero jogar algo que usa o controle, eu ativo o Bluetooth do controle Dual Shock 4 e, usando um receptor Bluetooth e o programa DS4Windows by Ryochan, consigo jogar jogos que aceitam input desse controle ou simular um controle de Xbox.
Detalhe do canto do escritório do Tet, mostrando dois quadros de desenhos/avatares dele, uma pelúcia e um livro da pelúcia. No lado direito, parte de um monitor.
Foto: Arquivo pessoal.
  • Outras coisas. O boneco é uma pelúcia Invisibilis Kubu, parte do universo fofo da artista Marina Fraguas. A régua, o estojo e o caderno servem para anotações de certas coisas que são mais fáceis em papel do que usar o Notion, que é o app que eu uso para fazer anotações no modelo Cornell.
  • Kindle de 10ª geração. Tenho lido pouco, mas pretendo retomar a leitura do livro Lutando pela Espanha, de George Orwell. E como acho necessário falar para não ser pego fora de contexto, digo que eu não me considero um anarquista, mas eu aprecio as obras e as ideias políticas de Orwell.

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17 comentários

    1. Tinha canadense, tem australiano, alguns americanos, é bem diversificado. Subreddits grandes *têm* que ter uma equipe em vários fusos horários.

    1. Opa, estamos aí. Se você ou qualquer outro tiver interesse em editar a Wikipédia, me ofereço como mentor!

  1. Passando pra comentar que não precisa ser anarquista pra ler Orwell, ele mesmo não era um. Belíssimo post, só achei que ficou faltando falar o nome do animalzinho, parte fundamental do escritório e dono da cadeira, rs.

      1. Ele ficou próximo do movimento revolucionário durante a guerra civil sim, como produto dessa experiência escreveu esse livro que você mencionou. Mas ele esteve lá como um “outsider” e não membro efetivo do movimento. E no geral, ele nunca teve nenhuma ligação com práticas dentro do movimento anarquista. Algumas correntes marxistas tentam colar essa ideia de que ele era um anarquista e/ou que ele é um autor importante dentro do anarquismo por conta das críticas que ele fez a União Soviética (A Revolução dos Bichos, talvez 1984). Mas isso não é verdade. Enfim, não acho um autor ruim, embora tenha discordâncias, mas, enquanto anarquista, não vejo nele alguma importância para o movimento.

        1. Tava relendo com mais calma o “Admirável Mundo Novo”, e no prefácio da edição que eu tava, realmente o próprio Orwell falava que não era bem um anarquista, mas sim alguém contra totalitários e que o livro tem a haver justamente com a crítica a qualquer totalitarismo.

          1. Pois é. Até esse conceito de totalitarismo da Hannah Arendt está, ou pode ser lido como, dentro da ideologia liberal. Acho que isso fica explícito pelo fato do Orwell ter virado queridinho da direita liberal que se diz “nem de esquerda e nem de direita”.

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