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De volta ao Firefox

Logo do Firefox grande, parcialmente fora do enquadramento.

Aquela notícia de que a já minguada base de usuários do Firefox segue diminuindo me sensibilizou. No mesmo dia, decidi que tentaria voltar a usá-lo como navegador principal. E Considerando o desastre que se avizinha com a chegada do Safari 15, julgo que o momento não poderia ser melhor. Pensei comigo: não deve ser muito difícil, certo?

Para contexto, tinha o Safari como navegador principal havia seis anos, desde que migrei para o macOS. Antes dele, quando meu computador rodava Windows, usava o Chrome. Já tive o Firefox como padrão em minha vida, há muito tempo, entre 2004 (quando ele surgiu) e o final daquela década, e na redação do jornal onde trabalhei entre 2017 e 2018. Em casa, ainda que o tivesse instalado no computador para participar de videochamadas no famigerado Google Meet e outras aplicações que rodam mal no Safari, ele era apenas isso, um navegador de estepe, alternativo, para ocasiões excepcionais.

Por mais diferenças que existam entre eles, um navegador web é… bem, um navegador web. Fora sites mal feitos ou feitos intencionalmente para funcionar apenas em determinado produto, a web é agnóstica, funciona em qualquer programa que respeite um conjunto básico de regras e padrões. Com o Firefox não é diferente, de modo que nessa parte (sites incompatíveis) não tenho tido problemas.

Uma grata surpresa foi deparar-me com extensões muito melhores que as do Safari. De longe, o uBlock Origin é o melhor bloqueador de anúncios, além de gratuito e de código aberto, tal qual o Firefox. Ele tem uma configuração padrão boa, aceita regras complexas de bloqueio e existe uma infinidade de listas adicionais — finalmente consegui bloquear por padrão fontes externas/personalizadas (Fanboy’s Anti-thirdparty Fonts) e “limpar” parâmetros de URLs (AdGuard URL Tracking Protection).

(Vale lembrar que muitos daqueles recursos de privacidade do Safari que a Apple anuncia com fanfarra, como o bloqueio a cookies de terceiros, o Firefox já tem e os lançou antes. As configurações padrões dele são muito superiores, do ponto de vista da privacidade, que as de qualquer outro navegador do mercado.)

Outra extensão útil é a Firefox Multi-Account Containers, que te deixa criar sessões isoladas dentro da mesma janela. Quem lida com duas contas em um mesmo serviço, por exemplo, consegue acessá-las lado a lado, de modo transparente. Agora posso abrir o painel do canal do site no YouTube sem ficar logando toda hora ou direto no Google.

Sigo acreditando que quanto menos extensões, melhor, mas me permiti desbravar esse universo e, nessa, contabilizei cinco instaladas no meu Firefox — além das já citadas, tenho a LocalCDN (carrega localmente bibliotecas e outros arquivos comuns na web), Privacy Redirect (que mencionei neste vídeo) e KeePassXC-Browser.

Essa última é uma necessidade. No Safari, usava o gerenciador de senhas nativo da Apple, o Chaves. Sem surpresa, ele só funciona em coisas da Apple. É a virtude e o pecado da empresa, essa oferta de ferramentas integradas, super convenientes, mas que não conversam com produtos e serviços de fora.

Aproveitei o embalo para testar o KeePassXC, uma abordagem totalmente diferente da da maioria dos gerenciadores de senhas. Em vez de confiar o armazenamento do meu cofre a um servidor externo, como exigem Apple, 1Password, LastPass e tantos outros, o KeePassXC gera um arquivo criptografado com extensão .kdbx e cabe a você guardá-lo e protegê-lo. Tem funcionado surpreendentemente bem. O KeePassXC também é gratuito e de código aberto.

Um cidadão médio

Print do Firefox com a capa do Manual do Usuário aberta.

O Firefox passa uma sensação de algo mais “bruto”, menos polido que o Safari. Embora os dois navegadores sejam quase indistinguíveis em critérios objetivos, como gasto de memória e velocidade de carregamento das páginas, o Safari parece mais rápido. A Mozilla sabe que percepção é importante e tem feito ajustes no Firefox para que ele pareça mais ágil. Torço para que surta efeito.

Há que se levar em conta, ainda, que o Firefox atende a múltiplos sistemas operacionais, ao passo que o Safari é exclusivo do macOS e iOS, ambos da própria Apple. Não sei se o Firefox é projetado com um deles como referência (Linux, talvez?), porém entendo os sacrifícios em usabilidade e design que devem ser necessários para viabilizar um suporte tão amplo.

Só teve um aspecto do Firefox que me foi (é) desconcertante, imagino que decorrente da sua natureza multiplataforma: a maneira como ele lida com a entrada de texto.

Diz-se no meio que existem aplicativos que são “bons cidadãos”. Não, não tem nada a ver com apps vestidos de verde e amarelo promovendo agendas golpistas. Esses bons cidadãos são aqueles apps que respeitam as convenções do sistema em que rodam, o que ajuda a manter a experiência consistente e o usuário, mais adaptado e produtivo.

Talvez a maioria nem perceba isso, pois detalhes, mas para mim, que lido com texto o dia inteiro, é aquele tipo de detalhe que quase me fez desistir da troca de navegador. O Firefox não é dos piores cidadãos no macOS, mas está longe de ser um exemplar. Vários detalhes dele divergem dos padrões do sistema, sendo o tratamento de texto o mais enervante, ao menos para mim.

Em qualquer app “bom cidadão” do macOS, por exemplo, você consegue navegar por parágrafos usando as combinações de teclas ⌥ + ↑ e ⌥ + ↓. Nunca tinha percebido como dependo dessa combinação antes de me ver sem ela no Firefox, onde tais combinações me levam ao início e final da linha. Veja um comparativo entre Firefox e Safari:

No vídeo acima, acrescentei a tecla Shift ao comando para fazer a seleção e, com isso, tornar o comando mais visível/compreensível.

Outra: as teclas Home e End, que em qualquer outro app do macOS me leva ao início e fim do documento, não têm qualquer utilidade no Firefox. (Felizmente, ⌘ + ↑ e ⌘ + ↓ funcionam e fazem quase a mesma coisa.)

O detalhe do detalhe: a seleção de texto é diferente. Digamos que meu cursor esteja antes de uma palavra terminada com um ponto final — “inimagináveis.”. Se eu aperto ⌥ + Shift + → em um app qualquer bem adaptado ao sistema, seleciono apenas a palavra. No Firefox, seleciono a palavra e o ponto final.

O sistema da Apple conta com um dicionário e corretor automático globais, que funcionam uniformemente em todos os aplicativos que não tentam reinventar a roda. O Firefox reinventa a roda e te obriga a lapidá-la: falta-lhe por completo um corretor automático e é preciso instalar um dicionário à parte para que ele destaque erros ortográficos.

Mais uma? O macOS possui a capacidade nativa de expandir textos. Por exemplo, configurei a palavra “newsbrs” para se desdobrar na URL do diretório de newsletters; toda vez que escrevo “newsbrs” (sem aspas) em qualquer lugar, ela se transforma em https://manualdousuario.net/newsletters-brasileiras/. Em quase qualquer lugar; o truque não funciona no Firefox.

É possível adaptar-se a todas essas incongruências, e acho que já estou bem adaptado, mas não deixa de ser uma ruptura no meu fluxo de trabalho e, convenhamos, uma chateação constante. Talvez no Linux o Firefox seja mais consistente com as convenções do sistema, mas embora a ideia de trocar o macOS por uma distribuição Linux me agrade e esteja nos meus planos, não é algo viável no momento.

Outro ponto negativo da migração para o Firefox são os aplicativos móveis. A Apple não permite que navegadores usem um motor diferente do do Safari no iOS e iPadOS, ou seja, eles não diferem na apresentação dos sites. Mesmo com esse fator de diferenciação — talvez o maior deles — fora da jogada, o Firefox para iOS/iPadOS consegue ser bem pior que o Safari. Talvez seja costume, mas achei a interface da versão móvel do Firefox confusa, deixando distantes opções que uso muito, como a folha de compartilhamento. (Isso acontece também no desktop; por qualquer motivo que julgo inexplicável, esconderam a opção de compartilhamento no menu de contexto da aba. Sério, alguém entende?)

Apesar dos perrengues com texto e dos apps móveis, pretendo continuar usando o Firefox. A mudança foi bem menos pior do que eu antecipava, além de ter trazido algumas surpresas agradáveis. Há mais coisas em jogo do que selecionar textos assim ou assado, e se esse é o preço a pagar para apoiar uma web verdadeiramente aberta e um ecossistema de software mais saudável e independente das grandes empresas monopolistas de tecnologia, pago com gosto. É uma pechincha.

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89 comentários

  1. Queria apenas deixar uma sugestão para o “newsbr” que tu comentou. Eu sou muito fã da gestão de favoritos e histórico do Firefox e acho que pode te ajudar.

    Tu pode colocar nos favoritos com a tag “newsbr”, dai apenas digitando “+newsbr” no barra de busca, ele vai achar o site que tu quer. Eu uso bastante os favoritos do Firefox, porque tu pode buscar qualquer usando “*”.

    Da uma olhada na seção “Changing results on the Fly”
    https://support.mozilla.org/en-US/kb/address-bar-autocomplete-firefox

    1. Boa dica! Ajuda em partes. O legal do sistema nativo do macOS é que ele não se restringe a URLs. Digamos que eu, por qualquer motivo, tenha que escrever com frequência uma frase longa, do tipo “o óbvio ululante que pulula nas mentes humanas”. Nas preferências do sistema, consigo criar um atalho em texto para isso, algo como “oupml”. Ao escrever “oupml” e dar um espaço, esse termo automaticamente se desdobra na frase inteira, em (quase) todos os aplicativos.

      1. Sim, igual ao atalhos de teclado do iOS e do GBoard. Mas no MacOs eu achava que ele funcionava em qualquer campo de texto também. Enfim, uma pena.

  2. Eu uso o Firefox desde 2010, quando comecei a navegar na internet. Desde então, acompanho os altos e baixos do software com alguma paciência – antes, dividindo ele com o Opera, que abandonei na segunda versão lançada depois de mudarem o motor para o Chromium.

    Acontece que atualmente a Mozilla parece estar em uma posição na qual a dinâmica do mercado choca com as próprias pretensões da organização. Se na época do Explorer ter um funcionamento comunitário parecia ser super potente, hoje em dia as big techs são grandes monstros que se alimentam inclusive do open source. Jogar com um outro motor de renderização em uma internet de grandes jardins murados é uma tarefa difícil – talvez impossível.

    Acompanho com paciência por acreditar que a hegemonia absoluta do Chromium, do Chrome e da Google serão muito prejudiciais no futuro, inclusive para a experiência dos usuários, mas a Mozilla só poderia demarcar a sua relevância com mais nitidez sob estas circunstâncias, quando o monopólio finalmente mostrar o resultado da sua fome. Antes disso, me parece difícil adiantar o processo histórico da internet. Espero que o Firefox, ou a sua forma de conceber a internet, ao menos alcancem esse futuro, mas ao mesmo tempo não consigo observar o que poderia ser feito por agora para preservar a relevância do market share (que também é um elemento inegavelmente importante).

    Dito isso, sigo usando e gostando do Firefox, que consegue prover um desempenho bastante razoável, seguro e privativo, mesmo quando alguns projetos, como o Vivaldi, me parecem também bastante atraentes.

  3. Onze anos como usuário do macOS e nunca tinha usado esses atalhos de navegação em páginas Web 😳

    Adoro o Firefox, mas depois de quase um ano usando ele como navegador principal, voltei para o Safari.

    Meu problema com o Firefox é o consumo pouco eficaz de memória e processamento: depois de abertas algumas dezenas de abas o computador travava, coisa que não ocorre com o Safari (no macOS Mojave).

    A questão do corretor ortográfico e de não ser possível usar o teclado de emoji do S.O. são uma chateação danada mesmo.

  4. a coisa da aparência de agilidade é importante mesmo:

    lembro de quando o Safari tinha aquela barra azul de progresso junto da barra de url: nas redes instáveis às quais me conectava a sensação de lentidão era ainda mais irritante em função dessa barra

    inclusive acho que só adotei o safari e deixei o firefox de lado quando a sensação de lentidão se inverteu muito em função de abandonarem aquela barra horrorosa

  5. Uso o Firefox desde sua primeira versão. Nunca consegui usar outro navegador desde então. Pra socorrer em alguma coisa, deixo o Chromium instalado como alternativa. Como utilizo apenas Linux em minhas máquinas, já senti nitidamente que a raposa de fogo é digamos mais esperta que no Windows ou macOS. Não tenho nada a reclamar, já são anos de uso e a cada versão fico mais satisfeito, apesar da versão nativa do Debian ser ESR. Também não sou de usar extensões. Uso o básico do básico e o que mais me agrada é a sincronização dos favoritos.

  6. Montei uma webradio esses dias e já estamos em diversas plataformas. O problema começou quando percebi que no Chrome, os players não tocavam na maioria delas, foi quando resolvi experimentar pelo Firefox e “eureca”, funcionam todos os players em todas as radios. Aproveitei e instalei o mecanismo de busca do Ecosia no lugar do Google, que ajuda no plantio de àrvores e em projetos socioambientais no mundo todo. Chrome never more.

  7. Eu fiquei meio “assim” de postar, mas vamos lá.

    Parabéns pela atitude, Rodrigo. Será realmente um pena muito grande se um dia a Mozilla retirar o Firefox do mercado. Na verdade eu não sei se o Firefox morrerá ou se a comunidade irá abraçar o projeto, mas mesmo que abrace, creio que aí sim ele se tornará irrelevante. Ficará ainda mais difícil concorrer com os grandes.

    Uso o Firefox desde 2003, quando ainda era beta. Na época, eu frequentava um fórum de videogames sobre a Nintendo e tinha um moderador que vivia fazendo propaganda. Baixei e foi amor a primeira vista. Usei-o por muitos anos, mas em 2009 o troquei pelo Opera. Quando a Opera mudou o motor do Presto para o Blink, isso foi em 2013, eu pulei fora e voltei para a raposa. Uso porque gosto e porque acredito na causa, na proposta da fundação.

  8. Rodrigo Ghedin, um dos poucos nomes que me recordo como profissional de peso em tecnologia que escreve para o público. Só por isso tem ponto comigo, que não sou ninguém :)

    Mas, que posso dizer a plenos pulmões, uso Firefox como meu navegador principal.

    Análise muito legal, mas a parte mais importante foi o final. O Firefox é o único fora da caixa atualmente, e por isso, merece sim lugar de destaque.

    [] `s

  9. Excelentes considerações Rodrigo.
    Vejo como o principal diferencial que diferente do Chrome o FFox não sobrecarrega a memória como a cada extensão ativada. Esse é um ponto excelente e crucial.

    Outro fato interessante é que quantas páginas visitadas que decidi salvá-las ou até mesmo gerei em PDF perderam a estrutura da página.

    Utilizo a versão Portable do FFox (PortableApps.com) e isso não ocorre!
    Apesar dos meninos do Google debruçar-se sobre o código fonte, o time do Mozilla, continuam desenvolvendo o estado da arte.

    Talvez essa minha visão, um navegador web para visualizar às páginas de interesse. É só isso que necessito!

    1. Não cheguei a testá-lo, então não sei dizer se é bom ou não. Um aspecto superior do KeePassXC é que consigo guardar senhas que não são de sites nele, como de chaves criptográficas e aplicativos. Será que o Lockwise (o oficial da Mozilla/Firefox) permite isso?

      1. Ghedin, o Lockwise consegue fazer isso muito bem no Android, não sei como funciona no IOS. Eu particularmente uso o Bitwarden, porque consigo usar a ferramenta pra 2FA também, mesmo sabendo que manter as coisas juntas não é exatamente o melhor padrão de segurança.

  10. Pra você pode ser uma pechincha, OK, mas pra muita gente “uma ruptura no fluxo e chateação constante” fazem com que não troquem de navegador em razão do valor e desperdício de tempo ser grande demais.

  11. Infelizmente, por decisões erradas ao longo dos anos (interface confusa e pouco prática), deixei de usar o Firefox.
    Ainda tenho ele mas é pra testes (como desenvolvedor Web). Também aposentei o Chrome desde que surgiu o Edge baseado no Chromium. Tinha uma coisa que me irritava no Chrome, a de ficar executando um aplicativo anti-malware que consumia muita CPU. No celular é impossível usar o Chrome, por isso sempre usei o navegador da Samsung que vem com bloqueador de ads. Edge para celular ainda deve um pouco, tanto no consumo de energia quanto de velocidade.

  12. Utilizei o Firefox como padrão no Mint durante muito tempo, porém ultimamente ele não tem gerenciado bem a memória e em alguma atualização retirou a integração com o “Salvar no Pocket” que uso todo dia. Constantemente volto para ver se esses problemas foram resolvidos em atualização e acho que vai ser preciso configurar ele do zero para ver se resolve.
    Já no Android uso o Firefox Beta, que nas últimas atualizações tem ficado com um desempenho excelente.

      1. Recentemente troquei o plugin que realizava isso. Provavelmente foi uma ferramenta descontinuada, mas como estava usando o Chrome ao mesmo tempo não me dei ao trabalho de procurar resolver.
        De volta ao Full Firefox!

  13. Nunca fui muito de usar o Chrome, sempre usei o Firefox ou o Opera (que eu gostava demais). O meu problema começou quando o Opera foi adquirido por uma empresa chinesa e começou a implementar algumas práticas que considero pouco seguras, então voltei ao Firefox que, para mim, possui apenas 3 pontos de atenção:
    1) por padrão ele não alternava entre abas por ordem de uso, o que foi resolvido com uma flag em Configurações>Abas
    2) o histórico dele abre naquele painel lateral… diferente
    3) no Google Meet ele não desfoca o fundo :(

    Mesmo assim, agradeço por ele não ser chromiun-based

  14. Comecei a usar o Firefox por causa do recurso de abas (lá em 2007 + -) e mantive por sempre estar presente no Ubuntu. Lá pelas versões 35.*** o FF começou a piorar em questão de desempenho, foi bem quanto o Chrome foi lançado, e o Chrome nas primeiras versões era um foguete. Depois de um tempo o Chrome tornou fácil a instalação disponibilizando o .deb para Ubuntu e na mesma época migrei do Windows Phone para Android… então virei full Chrome… só voltei a dar chance ao FF quando larguei um pouco do Chrome pelo ….Edge. Hoje uso o Edge para recursos específicos como webapps, videos em PiP. Voltei ao FF na versão 80, por curiosidade, e desde então não sai da posição de meu navegador padrão, no Windows, Ubuntu e Android. Uso com fervor a integração com o Pocket e o recurso monitor de senhas. A única falha GRAVE é que o Firefox Sync não sincroniza na nuvel (!) ele te obriga a manter ao menos um dispositivo sincronizado para manter os dados da conta salvos entre os demais dispositivos. A conta online serve somente para gerenciar o perfil, uma pena. Enfim. penso o mesmo que o Ghedin, devemos dar uma chance para este navegador que foi e é muito importante para os padrões e qualidade da Web que temos hoje.

    1. O fato do sync ñ funcionar na nuvem tá muito associado a privacidade, o que a Mozilla “bate” muito forte. Então, faz sentindo essa abordagem na minha visão.

  15. Uso o Firefox há um tempo (nem lembro mais) e pra mim sempre atendeu bem demais. Utilizo bastante o recurso “send to device”, que facilita muito quando quero enviar um link para o desktop ñ estando por perto, sem contar nas extensões (recomendo muito o Greasemonkey).

    Sobre gerenciamento de senhas, o Firefox tem uma solução própria: https://www.mozilla.org/en-US/firefox/lockwise/ – usei por um tempo, mas como já tinha tudo organizado no bitwarden, fiquei sem “saco” para organizar por lá.

    Sobre o market share do Firefox, ñ tem como competir com as grandes (Chrome e Edge), que possuem recursos financeiros que permitem gastar muita grana nos seus produtos. Nem incluo a Apple nesse bolo, porque o Safari ñ é multiplataforma (lembro de instalar no Windows milhares de anos atrás rsrs).

    Espero que Mozilla ñ siga como muitos fizeram, e passe adotar o Chromium/Blink

    1. o Edge deve superar o Chrome em MS em pouco tempo quando houverem somente computadores com versões mais recentes do W10 e computadores com w11 de fábrica.

  16. Uso o Firefox como padrão desde que surgiu e não abro mão. Ninguém falou ainda que nessa disputa entre navegadores o google oferece “facilidades” que fazem com que aplicativos sejam desenvolvidos em primeiro lugar para o chrome, depois, se não funcionar em outros “não é problema meu”. Isso revela, no meu entendimento, que a companhia está forçando maliciosamente um padrão diferente para browsers.

  17. O texto já explica o porquê do firefox ter diminuído a base de usuários, né? Com tantas opções melhores, pra que se sujeitar a essas pequenas coisas irritantes? Pra mim, o pior foi mudar a aba pra um botão. É ridículo.

    “Diz-se no meio que existem aplicativos que são ‘bons cidadãos’. Não, não tem nada a ver com apps vestidos de verde e amarelo promovendo agendas golpistas.”
    Parei aqui. Não dá. O esquerdismo irrita demais. A galera quer meter política e agenda em TUDO. T. U. D. O. Hora de abandonar o barco, de novo. Volto daqui um tempo.

    1. Atualidade mano. Bom cidadão acabou ganhando na boca de todos, com razão, o título de alguém vestido de verde e amarelo e que promove agendas golpistas. Se não fosse a explicação eu acho que o texto não estaria bem claro nesta parte.

    2. o assunto é a busca por uma alternativa às práticas monopolistas das grandes empresas de tecnologia e o sujeito reclama de que estariam “metendo política no meio”

      alguém fala ou eu falo?

    3. Devo concordar com o amigo. Eu empurro com a “barriga” a forçação que o Ghedin faz em alguns textos dele. Entendo a raiva que ele deve sentir e a satisfação que deve sentir destilando-a; todavia, há limites, até mesmo para quem não discorda de tais posições, como eu.

      Claramente aqui o Ghedin faz o que bem entende, e eu não sou ninguém para determinar o que ele deve ou não expressar. Mas esse modus operandi só vai afastar pessoas muita gente que não necessariamente discorda, mas que está apenas de saco cheio de forçação de barra, e irá tornar este site cada vez mais em uma bolha puramente ideológica e em um ambiente que só servirá para quem aqui frequenta ter suas posições validadas pela sua turminha.

      Mas se este for o desejo do nosso querido Ghedin, infelizmente abandonarei este barco assim que este desejo ficar mais nítido.

      1. Uma frase, em um texto, é “forçação de barra”? “Bolha puramente ideológica”? Faça-me o favor…

        De qualquer modo, imaginava que a essa altura era público e sabido que o Manual é opinativo e não tem a pretensão de ser imparcial, e que nos metemos, sim, em assuntos que transcendem a tecnologia. Da campanha de assinaturas de setembro do ano passado:

        O Manual do Usuário não se furta de tomar posições e evidenciá-las, sempre que oportuno, à audiência. Trabalhamos com rigor jornalístico, mas nos damos essa liberdade de expôr posicionamentos e justificar decisões editoriais com eles. Não há nenhuma pretensão de imparcialidade; em vez de viver essa ilusão, tentamos ser justos com quem criticamos e abertos ao contraditório.

  18. Uso o Firefox como navegador padrão desde 2015, quando larguei o Chrome por causa daqueles problemas de consumo de ram.
    De vez em quando sinto a tentação de trocar ele pelo Edge (que dá a sensação de ser mais rápido), mas continuo fiel a raposa.

    Apesar do Firefox ter melhorado muito no Android, ainda faltam recursos e extensões que me façam trocar o Kiwi Browser (Chromium) por ele.

    1. Usava o Firefox constantemente desde 2016 e achei que nunca o largaria, mas estou a dois meses com o Edge e olha, eu to amando! Muito rápido, vantagens de rodar sobre a Blink, etc. Eu não vivo mais sem as abas verticais, aquilo muda a vida.

      Só sinto falta dos Containers, mas aprendi a viver sem. Uma pena, precisavam implementar isso logo.

  19. Quanto ao ‘expandir textos’, acho que você pode usar os atalhos dos favoritos.

    Só clicar em editar um favorito e acrescentar o atalho.

  20. Eu voltei para o Firefox pelo mesmo motivo, mas com notícia de 2 anos atrás.
    Poucos meses atrás comecei a utilizar extensões indicadas pelo https://www.privacytools.io/browsers/ . É muito bom porque boa parte das extensões estão disponíveis também para a versão de celular.
    Minha sensação é a de ser um pouco mais fraco que o Chrome (uso Linux), mas com certeza me mantenho e recomendo o Firefox pela parte de privacidade.

  21. Enquanto eu lia eu fui vendo que muitas das inconsistências vem por conta de você estar usando em um Mac mesmo, a quentão dos dicionários por exemplo. No meu debian ele é bastante integrado ao sistema.
    Mas bem que poderiam trabalhar pra melhorar a integração com o Mac.

    A versão em iOS é fácil de se acostumar e é extremamente útil usar o compartilhamento de abas e favoritos entre dispositivos.

    Você citou algumas extensões que não tem aquele selo de recomendado pelo firefox. Eu sempre tenho receio de usar essas que não tem nenhum selo. Como vc identifica se são seguras? Outra coisa, o LocalCDN funciona? Tempos atrás eu usei o decentraleyes mas pra quase todos os sites que eu entrava ele parecia que o site não usava uma das CDN deles.

    1. A LocalCDN é um fork da Decentraleyes, também tem o código aberto e tem um desenvolvimento mais ativo. Foram essas as credenciais que levei em conta ao instalá-la.

      Aqui, ela indica que substitui em média 33,3 requisições por dia.

  22. Retornei ao Firefox faz um tempo e tem sido interessante perceber sua evolução. Não tem coisa melhor do que acompanhar e apoiar o movimento da web livre. Acrescentaria mais duas coisas que se destacam para mim em relação ao navegador da raposinha:

    O Firefox Relay lançado em dezembro de 2020, que cria alias para endereço de e-mail pessoal. Ideal para não precisar espalhar seu e-mail por aí e, em especial no meu caso como designer, para baixar mockups e arquivos gráficos naqueles sites chatinhos que depois lotam a caixa de entrada com spam. Me inscrevi para experimentar ainda na versão beta e acredito que agora já está disponível para todos os usuários. Ainda tem alguns site onde os alias não são reconhecidos, porém a Mozilla conta com a ajuda dos usuários para identificar esses sites e contornar os possíveis problemas.

    Meu outro destaque seria para os recursos da dev tools para edição de código html/css. O Firefox “padrão” já possui uma ótima interface mas costumo usar o Firefox Developer Edition para isso. Tem um sistema fácil para manipulação de fontes, visualização de grid e flexbox que facilitam bastante o trabalho com front-end.

    1. O Firefox Relay é uma ótima solução mesmo! Não uso porque meu e-mail é de domínio próprio, aí configurei minha caixa de entrada como endereço “catch-all” e sempre que vou me cadastrar em algum lugar, crio uma alias na hora — manualdousuario@ghed.in, por exemplo.

      Ainda não me aventurei muito no inspetor de elementos do Firefox. Usava com alguma frequência o do Safari e, vendo por cima aqui, o do Firefox não parece muito diferente. Bom ver ele sendo elogiado! Espero que essa parte da migração também seja suave.

  23. Parei de ler no “…não tem nada a ver com apps vestidos de verde e amarelo promovendo agendas golpistas”…

  24. Recentemente migrei do Windows pro Linux Mint e me adaptei super bem ao Firefox, inclusive no celular. De uns dias pra cá, no entanto, percebi que as chamadas de vídeo pelo Google Meet estavam com um lag inexplicável, especialmente quando eramos só duas pessoas na chamada. Mais alguém teve esse problema?
    Essas reuniões representam parte importantíssima do meu trabalho, o que me fez mudar para o Brave, mas queria voltar pro Firefox, se fosse possível :/

  25. Usei o KeePass por muito tempo, mas sempre esquecia de atualizar o arquivo para outros dispositivos e me atrapalhava no gerenciamento. Por fim, pulei pro Bitwarden e nunca mais larguei.

    Sobre o atalho de desdobrar na URL, eu sei que existe para links favoritados. Quando você editar um link favorito existe a opção de escrever um atalho.

    1. Ah, é que não é só URLs, sabe. Digamos que eu esteja cansado de escrever meu nome. Nas preferências do macOS, posso criar um atalho “rg” que se desdobra em Rodrigo Ghedin quando digitado em qualquer lugar, como aqui neste campo de comentários. Isso é uma mão na roda.

  26. Ghedin, tive a mesma reação ao ler a notícia da queda de usuários do Firefox aqui no Manual, voltei a usá-lo imediatamente. Gostei muito das suas dicas só fiquei na dúvida do que é o LocalCDN

    1. Basicamente, quando você acessa um site, seu navegador pode fazer requisições para alguns arquivos externos, que foram adicionados no site. Pode ser uma biblioteca javascript, uma imagem, fontes customizadas, etc…

      Essa extensão no caso evita do navegador faça essas requisições, garantindo assim sua privacidade e ajudando até na performance do navegador.

      https://www.localcdn.org/

      Ps.: tentei simplificar o conceito da extensão. Rs

      1. Tiago, bom dia!

        Após ler alguns comentários, instalei a Local CDN aqui, e reparei que um site que uso para emissão de CT-e teve seus botões alterados para uma forma reduzida, quase indistinguível. Acessei as configurações da extensão e vi que existe um campo onde posso incluir domínios para desativar a extensão. Porém, não tive sucesso nessa exceção. Você sabe dizer se além de incluir o domínio, é necessário fazer mais algum procedimento?

        1. Boa noite Felipe.
          Como que você adicionou o site na lista? Tem uma regra que precisa ser seguida. Não precisa colocar nem https, nem o www na lista. Apenas o endereço do site, como por exemplo: globo.com

  27. Diz-se no meio que existem aplicativos que são “bons cidadãos”.

    Foi uma tradução de “first class citizen”?

    Se for, entendo que “bom cidadão” seja um tanto diferente, já que a ideia é mais algo como alguém com menos direitos e não com mal comportamento. No caso, seria mais para a situação do Firefox no iOS: Safari é o único browser que pode ter engine engine próprio, o Firefox não pode usar o Quantum.

    No caso do Firefox desktop, não sei se é impossibilidade técnica ou simplesmente optam por não ter o mesmo comportamento/integração do Safari.

    Em relação à mudança em si, eu fiz o mesmo processo, mas nunca exige muito do browser então vi pouca diferença. No geral, prefiro a experiência do uBlock em comparação ao 1Blocker que uso no Safari.

    Da migração MacOS -> Linux, o browser não foi um problema.

    1. Sim!

      Mas aí que tá: dos problemas do Firefox no iOS, o motor de renderização é o menor deles. O que mais me incomoda é a interface confusa e a falta de suporte às extensões de bloqueio de conteúdo (esse último eu realmente não sei se é falha da Mozilla ou limitação artificial da Apple).

      Eu sinto que muita coisa é deliberada ou falta de braço da Mozilla. Tipo aquele bug de 21 anos (!) no menu de contexto nativo do Firefox no macOS.

      1. Sim, faz sentido todo sentido, provavelmente é mais coisa da Mozilla que da Apple nesse caso.

        Só não sei se essa termo de cidadão se traduz tão bem. Faz total sentido essa adaptação que você fez, mas pareceu meio pesado chamar de cidadão bom/ruim pela integração haha

        No Brasil, não temos cidadão de segunda classe (felizmente), como nos países ricos e cidadãos de protetorados e afins. Aí acho que meio que perde o sentido usar essa analogia.

        Mas enfim, só uma percepção minha mesmo, nada demais.

      2. Sobre extensões no iOS, esse recurso ainda vai chegar na nova versão do iOS. Espero que a Apple libere para todos os navegadores.

          1. @ Tiago

            Ah, mas é só para o Safari, certo? Eu nem ligo de não ter extensões no Firefox, só sinto falta dos bloqueadores de conteúdo (de anúncios), que já existem para o Safari, mas, aparentemente, não funcionam em outros navegadores instalados no sistema.

      3. Ghedin, nunca tive um iPhone, porém o Firefox pra Android é de longe o melhor browser que ja vi. Não só usa o Quantum, mas ele tem suporte completo a extensões, inclusive próprias para otimizar no celular. Tem muitas configurações de privacidade, etc, instalei até o uBlock nele. Com isso, acredito ser limitação artificial do iOS.

        Não poderiam considerar sendo uma “appstore pirata” uma loja de extensões?

  28. Voltei a usar o Firefox como navegador padrão há uns dois ou três anos. Gosto muito, é um tipo de software que, para mim, não faz sentido não usar, já que ele é tão bom (ou melhor) que o concorrente e com uma filosofia melhor por trás, como o foco em privacidade e o fato de não pertencer a uma big tech.
    Acho que só um recurso me faz falta com relação ao Chrome, que é permitir múltiplos usuários (com configurações, favoritos, extensões próprias).

      1. Tanto tempo usando e só agora eu fui descobrir isso? hahah Mas também, poderia ser uma coisa mais intuitiva, não escondida em um “about:profiles”, não é? De todo modo, que bom que a função existe, agora acredito que não haja nenhum recurso do Chrome que me faça falta :-)

        1. Não sei em outras interfaces, mas no GNOME você pode clicar com o botão direito do mouse no ícone do Firefox e ir em “open the profile manager” (não sei como está a tradução em PT-BR). Lá abre uma janelinha que dá para mudar de perfil e gerenciar essas coisas. No GNOME isso também funciona se você estiver com o Firefox aberto e clicar em “Firefox” ao lado do botão “Atividades” no canto superior esquerdo.

          Todavia, concordo que no Chrome isso é mais prático.

  29. Uso Firefox desde quando comecei a usar computadores e é meu navegador escolhido por questões de filosofia de vida mesmo.

    Das extensões, além das suas, uso o Zotero para captar documentos científicos, o Gnome Shell Integration para integrar com as extensões do desktop Gnome e o Bitwarden como gerenciador de senhas.

    Quanto à segurança padrão, dizem que o Brave vem configurado inicialmente mais seguro do que o FF. Não uso por ser baseado no chromium e por ter umas iniciativas… estranhas…

    O Multi account containers é genial para quem usa mais de uma conta. Por aqui uso separadas a do meu e-mail pessoal, a do centro acadêmico da facul (que participo e tenho acesso) e uma terceira para um outro grupo de trabalho. É muito prático abrir diferentes contas na mesma janela. Tenho uma separada para redes sociais e uma para pesquisar compras tb. Super recomendo essa extensão, é uma baita mão na roda.

  30. Ghedin,
    Qual é a configuração que você usa no Firefox na parte de Proteção aprimorada contra rastreamento? Padrão ou Personalizado?

        1. Rapaz, eu até entrei aqui nas minhas configurações acreditando que eu usasse o perfil “normal”, pois também nunca tive problemas de usabilidade, mas acabei descobrindo que em algum momento no espaço tempo eu ativei o modo “rigoroso”.

  31. Tenho utilizado o Firefox há algum tempo, e tem sido uma boa experiência, uso apenas duas extensões: uBlock Origin para bloquear anúncios e o TrafficLight da Bitdefender, que é um bloqueador de URL.

    :)

      1. O bloqueador de URL bloqueia páginas e sites que são reconhecidamente maliciosos, evitando que você seja infectado, além de bloquear sites falsos que são utilizados para enganar e roubar o internauta.

  32. Ghedin, poderia rolar um artigo mostrando como configuras o Ublock Origin pro teu uso, e as regras adicionais que usa.

  33. Sobre o sistema de gerenciamento de senha:

    Eu passei algum tempo usando o EnPass, da época que eles vendiam uma conta pra vida toda por alguns dólares e minha namorada passou a usar o LassPass Free, mas está muito limitado.

    Eu cheguei a testar o KeePass e as combinações de app e plugins, mas tive dificuldade de chegar a uma sincronização automatizada.

    Procurando soluções self-hosted, encontrei o Bitwarden, super completo, mas o OTP está somente na versão paga.
    Mas uma boa alma fez o VaultWarden (https://github.com/dani-garcia/vaultwarden) que é uma alternativa de API de servidor do Bitwarden, mas compatível com os mesmos clients.
    E o plugin de browsers, apps de celular e de desktop são ótimos.
    A migração de dados do EnPass traz inclusive os OTP’s.

    A instalação é um docker bem simples e por padrão guarda os dados em SQLite3, mas permite configurar um MySQL tb; Então da pra subir um bom gerenciador de senhas, com compartilhamento de senhas e arquivos em uma VPS de 1 dólar; E por segurança fazer os backups do SQL com RClone ou Duplicati em alguma nuvem. ;)

    1. As extensões! E o fato de que tudo meio que funciona como o esperado, nenhum site até agora apareceu quebrado ou incompatível. (Digo, por causa direta do Firefox; as extensões às vezes bloqueiam coisas que inviabilizam o acesso, mas aí a culpa é minha, né? 😄).

      1. Existe uma espécie de “frase feita” na internet de que a maioria dos sites não funciona direito no Firefox. Muita gente usa isso como desculpa para que todos adotem o Chrome de vez. Para mim isso não cola, todavia. A maioria dos problemas que vejo no Firefox é causada por extensões ou quando o próprio desenvolvedor do site realmente não quer que ele funcione no Firefox (por exemplo, o Skype).

  34. Uma coisa que achei horrível no novo design é a falta de ícones. Aumentou muito a carga cognitiva para ler as opções do menu.
    Sim, tem como reverter por meio de gambiarras.

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