Banco Central comunica vazamento de dados de 160,1 mil chaves Pix da Acesso Pagamentos

O Banco Central (BC) comunicou nesta sexta (21) o vazamento de 160,1 mil chaves Pix sob responsabilidade da Acesso Soluções de Pagamento. Os dados vazados são de natureza cadastral, “que não permitem movimentação de recursos, nem acesso às contas ou a outras informações financeiras”, segundo o BC. Os afetados serão avisados exclusivamente pelo aplicativo ou internet banking da instituição de relacionamento. Via Banco Central, O Globo.

 

Twitter ganha suporte a NFTs; Facebook e Instagram podem ser os próximos

Nesta quinta (20), o Twitter liberou suporte a NFTs como imagens de exibição aos assinantes pagantes do Twitter Blue – o produto digital da rede social que dá mais recursos aos assinantes. Por ora, só no iOS. Horas depois, o Financial Times reportou que o Facebook estuda abraçar NFTs também.

Neymar, o jogador de futebol, foi um dos primeiros a adotar um NFT como imagem de exibição no Twitter. Escolheu um dos dois desenhos de macacos, recém-comprados por quase R$ 6 milhões.

Não por coincidência, também na quinta o Financial Times publicou um rumor de que o Facebook/Meta está trabalhando para suportar NFTs nas suas duas redes, Facebook e Instagram. Fontes do jornal disseram que estão nos planos suporte a imagens de exibição, como ocorre no Twitter, e talvez a criação de um marketplace para a compra e venda de NFTs.

Não sabe o que é NFT? Esta imagem resume, este textão explica em profundidade.

Via @TwitterBlue/Twitter, Financial Times (ambos em inglês).

Nos EUA, Instagram começa a testar assinaturas pagas de perfis

Depois de YouTube, Twitter e Facebook, agora é a vez do Instagram oferecer assinaturas mensais pagas diretamente a criadores. O recurso estreou nesta quarta-feira (19) nos Estados Unidos, ainda em caráter de teste. Caso seja bem sucedido, o Facebook/Meta disse que o recurso será estendido a outros países.

Assinantes de perfis terão direito a lives e stories exclusivos e poderão ostentar um distintivo (badge) identificando-os como tais. O Facebook/Meta se comprometeu em não cobrar qualquer taxa dos criadores que aderirem ao programa até pelo menos 2023. Via Instagram (em inglês)

Usuários da versão gratuita da G Suite (antigo Google Workspace) serão migrados para planos pagos

Até 2012, o Google oferecia uma versão gratuita da G Suite, antigo nome do Google Workspace — os aplicativos da empresa usados com domínio próprio. Mesmo sem serem oferecidas desde então, as antigas contas legadas continuaram gratuitas. Não mais. O Google começou a avisar esses usuários de que a partir de 1º de julho eles terão que pagar para continuarem usando os serviços. No Brasil, o plano básico do Workspace custa R$ 24,30 por mês. Via Google, 9to5Mac (em inglês).

TSE estuda o que fazer com o Telegram; bloqueio no Brasil não está descartado

Não está fora de cogitação, segundo o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, bloquear o Telegram no Brasil. O aplicativo ignorou pedidos da corte para firmarem uma parceria a fim de evitar o espalhamento de desinformação nas eleições deste ano. Segundo o Valor, Barroso tem conversado com os ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes, próximos a comandarem o TSE, para decidirem o que fazer com o Telegram. No início do mês, ele disse ao mesmo jornal que o Congresso deveria banir o app no Brasil caso continue sem representação oficial no país. Via Valor.

Galaxy Tab S8 Ultra terá entalhe na tela

Foto de divulgação, vazada, do Galaxy Tab S8 Ultra, mostrando a tela ligada com um pequeno entalhe para câmeras na lateral comprida da tela.
Foto: 91Mobiles/Reprodução.

Descobriram fotos do ainda não anunciado Galaxy Tab S8 Ultra, da Samsung, no site da Samsung. O vindouro tablet trará um entalhe na tela, similar ao dos últimos iPhones e dos novos MacBook Pro. Ainda que seja uma solução tampão, temporária, é uma que funciona, a despeito das críticas de (alguns) consumidores e da própria indústria. Lembra quando a Samsung tirou sarro do entalhe do iPhone X? Via 91Mobiles (em inglês).

Facebook e Instagram não aceitam mais anúncios segmentados em tópicos sensíveis

A partir desta quarta (19), anunciantes do Facebook e do Instagram não poderão mais direcionar anúncios com base em categorias “relacionadas a tópicos que as pessoas possam considerar sensíveis”, como saúde, raça ou etnia, filiação política, religião ou orientação sexual. Campanhas que já estão rodando poderão continuar no ar até 27 de março. O Facebook/Meta também removeu categorias pouco usadas, redundantes ou muito granulares, sem especificar quais. Via Search Engine Land (em inglês), Meta para Negócios.

YouTube deixará de produzir séries originais próprias

O YouTube vai reduzir drasticamente o Originals, programa criado em 2016 para produzir séries originais exclusivas da plataforma. Em comunicado publicado no Twitter, o diretor de negócios Robert Kyncl explicou que honrará os contratos vigentes e manterá apenas os originais dos fundos para o YouTube Kids e Black Voices.

Ainda segundo o texto, o YouTube enxerga em outras iniciativas, como os fundos de fomento aos Shorts e às lives de e-commerce, oportunidades melhores para investir com mais impacto.

O Originals desembarcou no Brasil em 2019, com seis séries estreladas por criadores como Whindersson Nunes, Nathalia Arcuri, Porta dos Fundos, Desimpedidos e Manual do Mundo.

Em nota relacionada, Susanne Daniels, que criou e liderava o YouTube Originals até então, deixará a empresa em março. Via @rkyncl/YouTube (em inglês).

Google enganou anunciantes e parceiros de publicidade por anos, dizem procuradores nos EUA

Na última sexta (14), a Justiça dos Estados Unidos tirou o sigilo de mais trechos do processo que procuradores norte-americanos, liderados pelo texano Ken Paxton, movem contra o Google por práticas anticompetitivas no mercado de publicidade digital.

Em outubro de 2021, trechos chocantes já haviam sido liberados pela Justiça. Não era tudo. Desta vez, soubemos que durante anos o Google enganou anunciantes e parceiros (ou publishers, sites que veiculam anúncios).

Três programas internos do Google manipulavam as negociações automatizadas. Em um deles, o Google cobrava um valor do anunciante, repassava menos que o de direito ao parceiro e guardava a diferença em um fundo que era usado em outras oportunidades para competir por espaços publicitários com outras empresas.

No mercado de publicidade, o Google participa em todas as etapas do processo de compra e venda de anúncios. A empresa promove os leilões ao mesmo tempo em que representa compradores e vendedores de anúncios nesses leilões. Um óbvio conflito de interesses que, enfim, está sendo questionado judicialmente.

Outra revelação bombástica dos novos trechos divulgados é que o programa Jedi Blue, um conluio entre Google e Facebook, as duas maiores empresas de publicidade dos Estados Unidos, teve o aval dos principais executivos de ambas — Sundar Pichai, CEO do Google; Sheryl Sandberg, COO do Facebook; e Mark Zuckerberg, CEO do Facebook. Via Wall Street Journal, Wired, Politico (todos em inglês).

Microsoft compra Activision Blizzard, de Call of Duty e Candy Crush, por US$ 68,7 bilhões

A Microsoft informou nesta terça (18) que adquiriu a Activision Blizzard, uma das maiores empresas de games do mundo, dona de franquias populares como Call of Duty, Overwatch e Candy Crush, e de diversos estúdios de desenvolvimento de jogos em todo mundo que empregam 10 mil pessoas.

A Microsoft pagará US$ 68,7 bilhões, em dinheiro, um prêmio de ~37% sobre a cotação atual da Activision Blizzard (~US$ 50 bilhões). Na nova estrutura, o contestado CEO da empresa adquirida, Bobby Kotick, sob forte pressão por uma série de denúncias de assédio e abusos entre funcionários, seguirá no cargo.

A aquisição posiciona a Microsoft como a terceira maior empresa do setor de games, atrás apenas da Tencent e da Sony, e ainda precisa ser aprovada por órgãos antitruste. Via Microsoft (em inglês).

Ativistas criam campanha para pressionar Twitter por regras contra desinformação de covid-19

Nove perfis ativistas no Twitter, como o Sleeping Giants Brasil (@slpng_giants_pt) e o Tesoureiros do Jair (@tesoureiros), lançaram no domingo (16) a campanha #FakeNewsMata, que pretende angariar assinaturas de usuários insatisfeitos com o Twitter e enviar o abaixo-assinado a executivos da empresa na sede, nos Estados Unidos, e no Brasil.

À BBC Brasil, o Twitter afirmou que, em 2021, removeu 63.876 posts amparado pelas regras contra desinformação da covid-19, cerca de 7 por hora. Segundo estimativas de terceiros (a empresa não libera números oficiais), o Twitter veicula cerca de 20 milhões de posts por hora. Via BBC Brasil.

Possível expansão dos limites de disparo de mensagens no WhatsApp preocupa em ano de eleição

Uma funcionalidade do WhatsApp ainda em desenvolvimento, com o potencial de expandir o alcance de grupos na plataforma, foi apresentada a seis representantes de setores estratégicos no Brasil em 9 de dezembro e causou apreensão, relata O Globo. São as “comunidades”, flagradas pelo XDA-Developers e WABetaInfo no segundo semestre do ano passado, uma espécie de “grupo de grupos”. Pouco se sabe, por ora, do que as comunidades serão capazes, nem quando (ou se) serão lançadas. Via O Globo, XDA-Developers (em inglês), WABetaInfo (em inglês).

Twitter passa a receber denúncias de conteúdos enganosos no Brasil

Nesta segunda (17), o Twitter expandiu para o Brasil, Filipinas e Espanha o teste de um mecanismo de denúncia de posts enganosos. Agora, ao clicar/tocar no link Denunciar Tweet, aparece a opção As informações são enganosas e, ao clicar nesta, uma lista de categorias — Política, Saúde e Outra coisa.

O teste de denúncias de posts enganosos começou em agosto do ano passado, limitado à Austrália, Coreia do Sul e Estados Unidos.

Nos últimos dias, à luz de posts mentirosos relacionados à vacinação de crianças contra a covid-19 promovidos por negacionistas populares no Twitter, iniciou-se uma campanha para que esse mecanismo de denúncia fosse disponibilizado para usuários brasileiros. Via @TwitterSafety/Twitter (em inglês).

Na Holanda, apps de namoro para iPhone poderão oferecer meios de pagamento alternativos

A Apple permitirá que aplicativos de namoro (Tinder, Bumble, Happn etc.) na Holanda sejam oferecidos na App Store do iOS/iPadOS com sistemas de pagamentos de terceiros. A medida foi imposta pela Autoridade Holandesa para Consumidores e Mercados. Embora esteja adequando a App Store à decisão, a Apple recorreu da decisão e espera revertê-la.

A exceção é bem complicada. Quem quiser oferecer meios de pagamento alternativos em seus aplicativos de namoro terá que submeter um novo app à App Store, exclusivo para o mercado holandês, e, segundo a Apple, ainda assim ficará devendo uma taxa à empresa.

A Apple também está sendo obrigada a permitir meios de pagamento de terceiros na App Store da Coreia do Sul. Por lá, a regra deverá valer para todas as categorias de aplicativos e jogos. Não se sabe quando nem qual será o percentual da comissão da Apple, que ela pretende cobrar também no mercado sul-coreano. Via Apple, The Korea Herald (ambos em inglês).

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