R$ 8 bilhões estão esquecidos nos bancos; veja como resgatar

Existe R$ 8 bilhões em contas de pessoas físicas e de empresas esquecidos em contas correntes e poupanças nos bancos brasileiros. O Banco Central criou uma ferramenta online para que você verifique se tem saldo a receber e, se sim, o receba via Pix. Para fazer a consulta, é preciso ter um cadastro no gov.br ou no Registrato do BC. Neste momento (8h50), o site inteiro do BC está lento ou inacessível. Via Folha de S.Paulo.

Twitter sem BBB ou Termo/Wordle? É possível

Nesta segunda (17) começa o Big Brother Brasil 22, reality show da Globo que, nos últimos anos, tem dominado as redes sociais no período em que é exibido. Ótimo para quem curte, nem tanto se não é o seu tipo de entretenimento. A boa notícia é que, pelo menos no Twitter, é possível silenciar palavras […]

Lembrete periódico para você limpar seu teclado

Foto em close de um teclado mecânico com “switches” marrons, sem as teclas, com muita sujeita entre eles.
Foto: Rodrigo Ghedin/Manual do Usuário.

O cenário acima é resultado de dois anos de uso diário de um teclado, com limpezas regulares apenas nas teclas, passando um paninho úmido na superfície e nos vãos entre elas. Hoje resolvi remover todas as teclas para uma limpeza profunda. Nunca me alimento sobre o teclado e sou um tanto diligente com a higiene, por isso me surpreendi com a nojeira. Típico seres humanos.

Algumas dicas:

  • Tire uma foto do teclado ou encontre uma na internet. A gente acha que conhece de cabo a rabo a disposição das teclas; ainda que seja o caso, um referencial é sempre útil.
  • O teclado da foto é mecânico, ou seja, tem “switches”, ou mecanismos individuais. A maioria em uso é do tipo membrana. Em qualquer caso, as teclas devem sair facilmente. Tome cuidado com as maiores, como barra de espaço, Enter e Shift: elas provavelmente têm ganchos de metal para estabilização e, dependendo do modelo, são frágeis. Entenda o mecanismo antes de forçar qualquer coisa.
  • Use uma escova de dentes (não a que você usa para escovar seus dentes, por tudo que é mais sagrado) para limpar detritos e poeira. Fiz movimentos suaves entre os “switches” (os botões marrons em formato de cruz) e, de vez em quando, dei leves batidas com o teclado virado de cabeça para baixo.
  • Para a limpeza das teclas, peguei um pano de algodão levemente umedecido e limpei uma a uma, as quatro laterais e a superfície. Limpei todas antes de começar a recolocá-las — dessa forma, as primeiras já estavam secas quando comecei a recolocação.

Ao fim, coloquei um lembrete na agenda para daqui a seis meses para repetir a limpeza.

Este site apaga seus posts antigos no Twitter de graça, mas só se você não curte fascistas

Quando o Cardigan encerrou suas atividades, deixei de apagar automaticamente posts antigos no meu perfil pessoal no Twitter. Foi uma decisão pragmática: somente alguém lacônico e extremamente organizado conseguiria apagar seus próprios posts de uma rede social em intervalos regulares. O Cardigan fazia isso, tão bem que eu havia pago uns trocados pelo serviço. Após […]

Nunca, jamais, em hipótese alguma forneça a senha do seu computador para terceiros

Quando a tela do notebook da designer Therry Lee queimou, ela recorreu a um técnico para consertá-la. Ele arrumou a tela, mas abusou da confiança e boa-fé dela para acessar fotos e vídeos pessoais de Therry.

No fio em que compartilha essa história de terror, Therry explica como descobriu o acesso indevido e dá algumas dicas gerais. O ponto crítico da situação é este aqui: “Ele me pediu a senha do notebook (13h01) para instalar drivers necessários da tela, eu dei (sim, eu dei, eu confiei, eu acreditei como qualquer um).”

Nunca, jamais, em hipótese alguma forneça a senha do seu computador ou celular a terceiros. A prática é recorrente e ocorre até mesmo em autorizadas da Apple. Quando a bateria do meu notebook precisou ser trocada, o pessoal da autorizada pediu a senha do meu usuário. Neguei. Em vez disso, criei ali mesmo, na hora, um novo usuário para que eles tivessem acesso ao sistema.

Nem sempre isso é possível ou fácil. Em um notebook com a tela quebrada, como no caso da Therry, seria necessário um monitor (ou TV) e um cabo HDMI para conectá-lo e fazer esse ajuste. O que não invalida a recomendação de nunca, jamais, em hipótese alguma fornecer a senha do computador ou celular para quem quer que seja. Via @therrylee/Twitter.

A melhor novidade do iOS 15 são os sons de fundo

Três prints de um iPhone, mostrando o passo a passo para acessar e configurar os sons de fundo via Central de Controle no iOS 15.

Costumo aguardar algumas semanas para atualizar meus dispositivos para novas grandes versões (já falei isso, né?), porém abri uma exceção ao iOS 15 por conta de um recurso que não foi sequer mencionado na apresentação do sistema (acho?) e que só entrou no meu radar nesta semana, após o lançamento da versão final: os sons de fundo.

Os sons de fundo ficam em Ajustes, Acessibilidade, Áudio/Visual, mas a melhor maneira de acessá-los é acrescentando um atalho à Central de Controle — como na imagem acima.

Como o próprio nome diz, são… sons de fundo, barulhinhos constantes que ajudam a te isolar do mundo externo. O iOS 15 oferece seis: ruído equilibrado, ruído brilhante, ruído escuro, oceano, chuva e riacho. Não há quaisquer opções disponíveis fora o volume.

Muitos anos atrás, fiz uma peregrinação nas lojas de aplicativos atrás de apps do tipo. Pode parecer bobeira (talvez seja), mas são raros os realmente bons para esse fim. Um problema comum e chato: como esses barulhos costumam ser um arquivo de áudio curto repetido indefinidamente, em muitos casos a lacuna entre o fim e o reinício dele fica bem perceptível. Se o objetivo é concentrar-se, rupturas mínimas como essa saltam aos olhos — ou melhor, aos ouvidos.

Os sons de fundo da Apple parecem ser de ótima qualidade! (Mais uma categoria de apps que foi “sherlockada”?) Eles só ficam devendo em personalização. Se para você isso é importante, minha recomendação — derivada daquela peregrinação de anos atrás — é o Noisli (Android, iOS). Custa uns trocados (entre R$ 8 e 11, dependendo da plataforma), mas vale cada centavo: a qualidade dos sons é altíssima, a variedade é grande e é possível combiná-los com volumes independentes para cada tipo de som.

Ferramenta para exportar dados do Skoob

Alguns usuários do Skoob não gostaram muito da notícia de que a rede social de livros foi comprada pela Americanas. Para piorar, o Skoob não oferece uma ferramenta de exportação de dados. (Antes de inscrever-se em qualquer serviço em que você acrescenta dados, sempre verifique se esse recurso é oferecido.)

De forma extraoficial, porém, é possível libertar seus dados do Skoob. O desenvolvedor Artur Prado criou uma ferramenta que exporta os dados de um perfil do Skoob para um arquivo *.csv, a SkoobCrawler. Ela pede nome de usuário e senha, um método não muito convidativo, mas provavelmente não poderia ser de outra forma porque o Skoob não tem uma API pública. (Em todo caso, o código-fonte da ferramenta é aberto e Artur está no Twitter para trocar uma ideia.) Dica do Guilherme Teixeira.

Atualização altera a interface e muda comportamento do Kindle

O leitor Andre Nakano chamou a atenção à atualização 5.13.7 do software do Kindle, disponibilizada há poucos dias. Ela alterou o desenho da página inicial e do menu rápido, no topo do aparelho, aproximando a interface da dos aplicativos para celulares e tablets. Nessa, a setinha “Voltar”, que retrocedia à tela imediatamente anterior, sumiu.

Era assim:

Esquema do antigo menu no topo da página dos Kindle.
Imagem: Amazon/Reprodução.

Ficou assim (via r/kindle):

Print do novo menu no topo da página dos Kindle.
Imagem: Amazon/Reprodução.

Embora o ícone da seta tenha sido preservado, sua função não foi. Ele virou o que na interface anterior era o ícone da casa, ou seja, ao ser tocado, leva o usuário de volta à tela inicial do Kindle.

Andre conversou com o suporte da Amazon, que reconheceu o deslize: “Lamento informar que você tem razão, isso é parte da nova atualização em que a antiga opção de voltar à página/tela anterior não está mais disponível e [agora] te leva ao início/biblioteca.”

Em comunidades no Reddit, onde reclamações apareceram, alguém deu a dica de que arrastar o dedo de baixo para cima, no rodapé da tela, revela marcações do texto e permite navegar entre elas. Não é como o antigo botão “Voltar”, mas é algo similar.

Conversas silenciadas e arquivadas não ficam visíveis no WhatsApp

Um alerta para quem tem o hábito de arquivar conversas no WhatsApp: a partir da última atualização (no iOS, versão 2.21.140 de 21 de julho), conversas arquivadas permanecem silenciadas e arquivadas mesmo quando novas mensagens chegam. Tem gente perdendo mensagens importantes por essa mudança, que está sendo liberado gradualmente — aqui, por exemplo, ele ainda não chegou.

Felizmente, é possível reverter a mudança de comportamento do WhatsApp indo em Configurações, Conversas e Manter conversas arquivadas.

É possível usar o Apple Mapas mesmo com o iPhone bloqueado

No Apple Mapas, aplicativo de mapas nativo do iOS, é possível iniciar um trajeto com orientações curva a curva, bloquear o iPhone e continuar recebendo orientações sonoras e visuais na tela. Dica do MacMagazine.

Esse comportamento é ótimo para quem anda de carro seguindo as orientações do GPS, pois caso o celular seja levado por uma daquelas quadrilhas “limpa-contas”, o celular estará bloqueado. Foi exatamente isso o que aconteceu ao vereador Marlon Luz (Patriotas), de São Paulo, quando saída da Câmara na noite de 17 de junho. Seu iPhone estava no painel do carro, com o Waze aberto, quando foi roubado por alguém. Em menos de duas horas, a quadrilha desviou R$ 67 mil das contas de Marlon. Via G1.

Infelizmente, o recurso parece ser daqueles que só a Apple pode usar. O MacMagazine fez testes com o Google Maps e o Waze, e eu, com o HERE WeGo, sem sucesso. O duro é depender do Apple Mapas, que, no Brasil, parece estar ainda está muito aquém dos concorrentes.

Itaú Cultural Play: conheça a plataforma de streaming dedicada ao cinema brasileiro

O Itaú Cultural lançou, no último sábado (19), a plataforma de streaming Itaú Cultural Play. Com um catálogo voltado ao cinema brasileiro, “marcado por diversidade, variedade de autoria e representatividade regional, com títulos de todos os estados brasileiros”, a plataforma é gratuita e estreia com mais de 100 títulos. Nesta primeira fase, conta com apps na web, Android e iOS, e a previsão de, na terceira (e última), chegar às Smart TVs, como Samsung, LG e Apple TV. A segunda será a integração com o Itaú Cinema. Via Itaú Cultural.

Na surdina, Apple altera opção em sua plataforma que limita exposição de podcasts

No evento da última quarta (21), a Apple anunciou reformulações em seu app e plataforma de podcasts. Além do novo visual do app, será possível, por ele, assinar podcasts pagos e exclusivos. Dada a baixa penetração do iOS no Brasil e as taxa exorbitante que a empresa cobrará (30%!), é pouco provável que isso cause uma revolução no setor.

Porém, um detalhe técnico pode, sim, causar estragos significativos: a Apple mexeu na configuração dos podcasts já cadastrados em seu diretório para torná-los “privados”, ou seja, visíveis só dentro do app de podcasts da Apple. Muitos aplicativos e serviços de terceiros recorrem à API pública do Apple Podcasts para descobrir podcasts e conectá-los aos ouvintes, daí o potencial estrago: sem avisar ninguém, a Apple passou a, por padrão, restringir a exposição dos podcasts em outros apps que não o dela mesma.

Se você tem um podcast, é recomendável alterar essa configuração o quanto antes. Para isso, entre no Podcasts Connect, selecione seu podcast e clique no link “editar” do feed RSS. Você notará, abaixo do endereço do feed RSS, um opção “Tornar meu feed público”. Ela estará desmarcada. Marque-a e clique no botão Salvar.

Print da tela de configuração do feed RSS do Podcasts Connect, da Apple, com a opção de torná-lo público desmarcada.
Que coisa feia, Apple… Imagem: Apple/Reprodução.

A própria Apple explica para que serve essa opção ao passar o mouse sobre a “?”. Diz a empresa que “Esta opção expõe o URL do seu feed RSS à nossa API, permitindo que seu programa possa ser descoberto por um público maior”.

Por que, depois de quase duas décadas, a Apple resolveu desmarcar essa opção? Algo me diz que tem a ver com a disputa feroz que a Apple pretende travar com o Spotify e outros players de música que pularam de cabeça nos podcasts. Ao virar uma chave do seu lado, a Apple ganhou, da noite para o dia, muitos podcasts “exclusivos”, ou inacessíveis na maioria das plataformas. Não dá para confiar em grandes empresas mesmo. Via @marcoarment/Twitter (em inglês).

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