Desenvolvedor do Apollo lança novos apps para iOS

Christian Selig, criador do Apollo, a melhor maneira de acessar o Reddit no iPhone, lançou dois novos apps:

  • Amplosion redireciona URLs no padrão AMP, do Google, para suas versões convencionais. O app permite criar regras e padrões e registra estatísticas de domínios convertidos. Custa R$ 16,90.
  • Achoo é um visualizador/inspetor do código-fonte de sites, algo trivial em navegadores desktop, mas inacessível de modo solo no iPhone ou iPad. Custa R$ 4,90.

Simplify devolve interfaces simples ao Gmail

Print de uma das interfaces do Simplify, com a lista de e-mails centralizada e um campo de busca no topo.
Imagem: Simplify/Divulgação.

Àqueles que realmente não simpatizam com o novo direcionamento do Gmail, mas precisam ou preferem continuar no e-mail do Google, o Simplify é uma interface mais calma, focada em e-mail, que lembra o que o Gmail já foi um dia — com algumas opções de layout à disposição.

O Simplify foi criado pelo ex-googler Michael Leggett. Ele liderou a equipe de design do Gmail de 2008 a 2012 e cofundou e liderou o design do Google Inbox, uma interface alternativa e inteligente para o Gmail, descontinuada pelo Google em 2019. São credenciais de peso. Vale dizer, o Simplify não tem qualquer ligação com o Google.

O Simplify é pago, custa US$ 2/mês (no plano anual). Uma conta comporta até 10 contas do Gmail. E é isso: não há anúncios, rastreadores, cookies ou qualquer outra interferência. É apenas uma “casca” mais agradável para acessar o Gmail. Para alguns, soa estranho pagar para acessar um serviço que é, em essência, gratuito; para mim, é a mesma lógica de pagar pelo Tweetbot ou qualquer app alternativo do Twitter: a experiência de usuário interfere muito no modo como usamos (e somos usados) por serviços digitais e, sendo assim, não me importo em pagar uns trocados para usufruir de uma mais saudável. Dica do Pedro Venturini.

De volta ao Firefox

Aquela notícia de que a já minguada base de usuários do Firefox segue diminuindo me sensibilizou. No mesmo dia, decidi que tentaria voltar a usá-lo como navegador principal. E Considerando o desastre que se avizinha com a chegada do Safari 15, julgo que o momento não poderia ser melhor. Pensei comigo: não deve ser muito […]

LibreOffice 7.2 traz melhorias na compatibilidade com arquivos da Microsoft

A The Document Foundation (TDF) liberou, nesta quinta (19), o LibreOffice 7.12 Community. O maior destaque é o trabalho de compatibilidade com os formatos de arquivos proprietários da Microsoft — mais de 60% dos “commits”, ou mexidas no código, foram por este motivo.

No comunicado publicado em seu blog oficial, a TDF explica que “os arquivos da Microsoft ainda são baseados no formato proprietário descontinuado pela ISO em abril de 2008, e não no padrão aprovado pela ISO, então eles [a Microsoft] incorporam uma grande quantidade de complexidade oculta artificial”. E depois acham ruim quando levam processos antitruste.

Outra novidade legal da versão 7.2 é a inclusão de um buscador interno para os menus do LibreOffice, acessível pelo atalho Shift + Esc, muito parecido com o recurso nativo e universal do macOS (Command + Shift + /).

Mais detalhes do que há de novo no link ao lado. Via The Document Foundation (em inglês).

Thunderbird 91 é lançado

Depois de um ano de muito trabalho, o Thunderbird 91 foi lançado nesta quarta (11). A nova versão moderniza o aplicativo em vários aspectos — não à toa, a versão deu um salto, de 78 para 91, alinhada ao Firefox, ou às versões ESR (de suporte estendido). Todas novidades e mudanças no link ao lado. Via Thunderbird (em inglês).

HalloApp ganha tradução em português

A última versão do HalloApp (no iOS, 1.8) traduz a interface do aplicativo para o português do Brasil. Gratuito, para Android e iOS.

O HalloApp é uma espécie de híbrido entre WhatsApp e Instagram, focado em privacidade, sem contadores nem publicidade, e que limita seguidores àqueles que têm seu número na agenda de contatos. Foi criado por dois ex-funcionários do WhatsApp. Saiba mais.

Ex-funcionários do WhatsApp lançam novo aplicativo de mensagens e rede social

Neeraj Arora e Michael Donohue, ex-funcionários do WhatsApp pré e pós-aquisição pelo Facebook, lançaram um novo aplicativo, o HalloApp. (Em novembro de 2020, para ser exato, mas só agora estão aparecendo na imprensa.) Apresentado como “a primeira rede de relacionamentos reais”, é uma espécie de mistura entre WhatsApp e Instagram, mas sem os piores incentivos de ambos. Do blog deles:

Sem anúncios. Sem robôs. Sem curtidas. Sem trolls. Sem seguidores. Sem algoritmos. Sem influenciadores. Sem filtros de fotos. Sem “fadiga do feed”. Sem desinformação se espalhando como fogo em palha.

Os contatos são os da agenda do telefone (igual ao WhatsApp) e é possível criar conversas individuais, em grupos ou publicar fotos e textos para toda a lista de contatos. O visual é agradável, quase minimalista, com opções óbvias e limitadas. Só falta o português como opção de idioma, uma ausência notável dada a popularidade do WhatsApp e de redes sociais no Brasil.

Em junho, escrevi: “Lendo a parte em que o Instagram copia os stories do Snapchat, no livro da Sarah Frier, e o papel que as celebridades tiveram nesse episódio, pensei que seria legal um app de stories só para quem você tem na lista de contatos. Aí lembrei do WhatsApp. Os caras não dão uma brecha.” O HalloApp parece exatamente isso, e mais.

Já baixei e instalei. Pode não dar em nada? Sim, mas a proposta, pelo menos, é muito interessante. Tem para Android e iOS.

Os super apps da América Latina

No processo de educar o consumidor à lógica dos aplicativos de celular, a Apple, nos primórdios do iPhone, lançou um slogan que colou nas nossas cabeças: “existe um app para isso”. Quase 15 anos depois, para algumas empresas um simples app não consegue mais dar conta do que ela deseja oferecer aos usuários. No lugar […]

Microsoft libera versão final do winget, gerenciador de pacotes por linha de comando para Windows 10

A Microsoft liberou a versão final do seu gerenciador de pacotes (Windows Package Manager) e da ferramenta de linha de comando, chamada winget. Para quem já usou sistemas *Unix, é o equivalente a gerenciadores como o Apt do Debian e o Homebrew. Ele vem pré-instalado a partir da build 1809 do Windows 10, mas pode ser baixado diretamente no GitHub.

Apesar da boa notícia, parece que o registro de apps na ferramenta, automatizado, é bastante suscetível a falhas e fraudes. No último fim de semana, ele foi inundado com nomes duplicados e registros incompletos. Tem que corrigir isso aí. Via Windows Command Line (em inglês) e Bleeping Computer (em inglês).

TrackerControl monitora e bloqueia rastreadores no Android

O TrackerControl (TC) instala bloqueia e dedura rastreadores em celulares Android. O aplicativo instala uma VPN local (ou seja, todo o processamento é feito no próprio aparelho) e usa por padrão a lista de rastreadores Disconnect para fazer os bloqueios. O que não consta nela pode ser visualizado e bloqueado manualmente, pelo próprio usuário. Gratuito, na F-Droid — a versão disponível na Play Store tem “menos recursos”. Dica do Luis Sass.

Firefox 89, com novo visual, já está disponível

Já está disponível o Firefox 89, versão que traz uma novíssima interface ao navegador da Mozilla em computadores, no Android e no iOS.

A promessa é de que as mudanças vão além do visual. Os desenvolvedores da Mozilla estudaram como as pessoas interagem com o navegador, observando padrões de comportamento, e ouviram sugestões e propostas para melhorarem a interface do Firefox. À primeira vista, ficou muito bom! (Não deixe de conferir o tema Alpenglow; ficou bem bonito.) Via Mozilla (em inglês).

1Blocker ganha firewall e passa a bloquear rastreadores em apps

Um “problema” de aplicativos do tipo que você configura e esquece é que, numa dessas, novidades acabam passando batidas. Tomei um susto ao abrir o 1Blocker no iOS, um dos favoritos da casa, e deparar-me com uma interface reformulada e um novo recurso de firewall.

A novidade apareceu no final de abril, no 1Blocker 4. Ao ativar o firewall, o aplicativo passa a bloquear mais de 9,2 mil rastreadores em aplicativos, e o faz localmente, sem contatar servidores externos. É um passo empolgante para o 1Blocker, que antes disso só agia dentro do Safari/navegador web, e que o equipara a outras soluções do mercado como o AdGuard — no iOS, pelo menos.

O firewall do 1Blocker está disponível sem custo adicional aos usuários premium — assinantes ou quem comprou a licença vitalícia do app. Via 1Blocker (em inglês).

Sublime Text 4

A versão final do Sublime Text 4 (macOS, Ubuntu e Windows) foi lançada. Trata-se de um editor de texto/código com foco em velocidade — e, de fato, fiquei surpreso com sua agilidade em comparação ao Atom, que costumo usar para fuçar no código do Manual do Usuário. As maiores novidades são a nova interface, suporte ao Apple M1 e Linux ARM64, uso da GPU para renderizar a interface e alguns novos recursos de manipulação de código. Via Sublime Text (em inglês).

Esta versão do Sublime Text traz uma mudança importante em seu licenciamento. Agora, a aquisição do aplicativo dá direito a uma janela de três anos de atualizações, sejam elas pequenas ou grandes (tipo um “Sublime Text 5”). Após esse período, o usuário perde direito às atualizações, mas mantém a última versão por tempo indeterminado. Segundo a empresa, esses termos permitem a ela “entregar atualizações mais frequentes e empolgantes assim que elas estiverem prontas”, dispensando-os de terem que esperar uma grande versão para entregá-las.

A licença do Sublime Text 4 custa US$ 80 (por tempo limitado; preço normal é US$ 99), mas, até onde sei, é possível usá-la gratuitamente em troca prompts periódicos para comprar a licença — como o WinRAR.

1Password ganha aplicativo para Linux

Print do 1Password para Linux no ambiente Gnome.
Imagem: 1Password/Divulgação.

Não é todo dia que um app popular comercial chega ao Linux. Nesta terça (18), foi a vez do gerenciador de senhas 1Password — segundo os desenvolvedores, uma versão para Linux era o pedido mais frequente dos usuários. E parece que a demora valeu a pena: é perceptível a atenção aos detalhes, da opção por criar um app nativo às integrações com ambientes e recursos do Linux. Via 1Password (em inglês).

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