Banner anúncio do Revelo UP, com o logo do programa e o texto 'Financiamento de curso em tecnologia' à esquerda, a frase 'Investir no seu futuro começa agora' no meio e, à direita, a palavra 'UP' vazada, com uma mulher pensativa no 'U' e um homem fazendo anotações no 'P'.

Facebook apela e diz que precisa rastrear usuários no iOS 14.5 para continuar gratuito

Prints, em inglês e português, da tela que o Facebook exibe ao pedir autorização para rastrear o comportamento dos usuários no iOS 14.5.
Montagem sobre imagens do Facebook/Divulgação.

Ao pedir a seus usuários para que liberem o rastreamento dos seus passos no iOS 14.5, recurso chamado de Transparência no Rastreamento em Apps (ATT, na sigla em inglês, o Facebook apelou. Na mensagem (acima), presente nos apps do Facebook e do Instagram, a empresa diz que rastrear todos os passos do usuário em sites e outros apps do celular “ajuda a manter o Facebook/Instagram gratuito”. Via @ashk4n/Twitter (em inglês).

O apelo tem razão de ser. Há meses o Facebook reclama do novo recurso de privacidade do iOS 14.5, lançado segunda passada (26/4). E os primeiros sinais do “ad-pocalipse” começam a aparecer: dados preliminares da consultoria Branch Metrics apontam que apenas 4% das pessoas que viram a tela de autorização do ATT liberaram o rastreamento irrestrito por apps. Via @alexdbauer/Twitter (em inglês).

Até 2019, o Facebook estampava na capa do seu site que o serviço “é gratuito e sempre será”. Mais uma evidência do valor que a palavra das grandes empresas tem. Via Insider (em inglês).

O desafio tecnológico mais difícil da nossa era talvez seja colocar um super computador na armação de óculos normais. Mas ele é essencial para unir os mundos físico e digital.

— Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, em seu perfil no Facebook. Quando li essa frase, achei que fosse uma paródia ou zoação. As prioridades e preocupações dos executivos da big tech sempre surpreendendo.

Achados e perdidos #14

Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana.

Cinco big techs faturaram US$ 1,2 trilhão em um ano

Nesta semana, as big techs norte-americanas divulgaram seus balanços trimestrais. Levantamento da Shira Ovide, do New York Times, constatou que Amazon, Apple, Alphabet (Google), Microsoft e Facebook faturaram US$ 1,2 trilhão em um ano, valor 25% superior ao mesmo período do ano retrasado, ou seja, imediatamente antes da pandemia começar. Em uma semana, as cinco vendem mais que o McDonald’s vende em um ano inteiro. Via New York Times (em inglês).

Conheça o PagPhone, o único aparelho que é smartphone, maquininha e conta digital

O PagSeguro lançou o PagPhone, um celular que é também maquininha de cartão. Era esperado que alguém fosse fazer um produto desses (o comercial brinca com a ideia evolutiva), mas me chama que ele tenha chegado neste momento, com uma pandemia provocada por um vírus altamente transmissível. Afinal, é um aparelho que passa pelas mãos de vários clientes o dia todo e depois volta ao bolso e para momentos íntimos do dono. Será que alguém pensou nisso lá dentro? Via PagSeguro.

Post livre #266

Este post é apenas um pretexto para conversarmos nos comentários. Entre, mande um comentário sobre o que quiser, responda os demais, e só.

Se você tem 21 anos e me pergunta, devo me vacinar? Eu diria que não.

— Joe Rogan, em seu podcast exclusivo do Spotify Não é a primeira controvérsia em que Rogan, possivelmente o podcaster mais popular do planeta, se mete. Ainda assim, ano passado o Spotify fechou um acordo de exclusividade de supostos nove dígitos com ele — o valor do acordo não foi divulgado oficialmente. Para o Spotify, […]

Torne o Chrome rápido

Alguns leitores me indicaram o Mighty, um novo navegador que promete ser um “Chrome mais rápido” e que “usa 10 vezes menos memória” que o Chrome (ou 10%, certo?).

Como? Fazendo streaming da web. É um pouco difícil de entender porque a ideia parece errada, mas é isso mesmo: um navegador que se conecta a outro navegador em servidores potentes (na nuvem), que são bem mais rápidos que o seu computador, como se fosse uma Netflix, só que para acessar o Facebook ou seu extrato bancário. Se pareceu-lhe uma ideia estúpida, calma que piora: é pago. O preço ainda não está definido, mas o formulário para solicitar acesso ao serviço fala em até US$ 50 por mês.

Coisas como esse Mighty só viram realidade porque a web foi desfigurada e, hoje, acessar o Facebook ou qualquer site “moderno”, eufemismo para sites pesados, exige computadores super potentes. Eu poderia apostar uns trocados que existem maneiras melhores de atacar esse problema do que fazendo streaming de navegador.

Transparência no Rastreamento em apps (ATT) no iOS 14.5

O iOS 14.5 está entre nós e, com ele, a obrigatoriedade da Transparência no Rastreamento em Apps (ATT, na sigla em inglês), recurso que obriga apps a obterem o consentimento do usuário para rastreá-los em outros apps e na web. A Apple publicou um vídeo explicando-o (acima). Via Apple/YouTube.

Telegram ganha agendamento de chats em voz; Tecnocracia Balcão acontece nesta quarta (28)

Dois prints mostrando o processo de agendamento de um chat em voz num grupo do Telegram.
Imagens: Telegram/Reprodução.

Uma das novidades do Telegram 7.7, lançado nesta segunda (26), é o agendamento de chats de voz. Veio em boa hora: nesta quarta (28), às 18h30, vai rolar o segundo Tecnocracia Balcão, uma versão ao vivo e interativa do Tecnocracia, com Guilherme Felitti. Via Telegram.

O ingresso em nosso grupo do Telegram é um benefício dos apoiadores do Manual do Usuário (a partir do plano II, de R$ 16/mês). Para apoiar o projeto e participar do Balcão, apoie-nos!

YouTube derruba mais 4 vídeos onde Bolsonaro fala de remédios sem eficácia contra COVID-19, mas não suspende canal

Semana passada, o YouTube removeu um vídeo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em que ele promovia o “tratamento precoce”. Na sexta (23), após questionado pelo G1, o YouTube removeu mais quatro vídeos de Bolsonaro. Pelas regras da plataforma, bastam três vídeos removidos por infrações às suas diretrizes para que um canal seja removido.

Não foi o que aconteceu com o de Bolsonaro, graças a uma manobra casuística. Na quinta (22), o YouTube anunciou um “período de carência” para novas regras que, convenientemente, livrou o canal de Bolsonaro de ser banido. Num post em forma de perguntas e respostas, Alana Rizzo, gerente de políticas públicas do YouTube no Brasil, disse que:

A política [de remover vídeos que promovem o “tratamento precoce”] será aplicada a todos os vídeos na plataforma, inclusive de maneira retroativa. Vale dizer que, quando atualizamos uma regra, algumas vezes oferecemos aos criadores um “período de carência” para que possam compreendê-la e se adaptarem. Isso significa que vídeos postados antes da mudança ou até um mês depois da atualização são removidos do YouTube, mas não geram um Aviso (strike) como penalidade. Depois desse período de carência, os criadores que postarem novos vídeos em desacordo com a diretriz passam a receber sanções, por isso, precisam redobrar a atenção.

Toda vez que alguém de grande projeção, como o presidente do Brasil, ultrapassa a linha do inaceitável, o YouTube a apaga e a redesenha um pouco mais além. Não é um problema exclusivo do YouTube, e tudo isso ajuda a explicar o buraco profundo em que nos metemos. Via G1.

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