Mobile, ecossistemas e a morte dos PCs

Uma das formas pelas quais a tecnologia progride é por mudanças geracionais em escala. Tivemos mainframes, então minicomputadores, então workstations e PCs e, agora, o mobile; cada geração dá mais um passo de mudança em escala. Essa escala significa que ela se torna o novo ecossistema e o novo centro de inovação. Sozinhos, smartphones com iOS e Android já superam as vendas de PCs em 5:1 (sem nem mesmo contar os tablets) e isso chegará perto do 10:1 nos próximos anos. Então, este é o novo ecossistema em escala. Continue lendo “Mobile, ecossistemas e a morte dos PCs”

Quantas pessoas realmente se importam com os serviços do Google?

Imagine que você tem um emprego sólido num escritório, sem contato com clientes, em uma cidade provinciana em algum lugar da Europa ou dos Estados Unidos. Você mora em um subúrbio e trabalha num prédio de escritórios, e faz o trajeto diário num carro. Em uma semana típica você encontra os amigos, vai a um bar, pub ou restaurante local, faz compras num shopping ou online e às vezes vai ao centro da cidade. Então: Continue lendo “Quantas pessoas realmente se importam com os serviços do Google?”

O mobile não é uma plataforma neutra

Por uma década ou duas, para a maioria das pessoas “a Internet” significava um navegador web, um mouse e um teclado. Havia algumas coisas complementares como mensageiros instantâneos, Spotify, Skype ou Steam (ou, para alguns, e-mail), mas para a maioria das pessoas e para quase todas as atividades, a web era a Internet. A web era a plataforma, não o sistema operacional — muito mais serviços foram criados para a web do que para o Windows ou o Mac OS. Continue lendo “O mobile não é uma plataforma neutra”

Do que o Google precisa no mobile?

Eu costumo ver o Google como um grande motor de aprendizado de máquina que vem acumulando dados há quinze anos. Tudo que o Google faz está relacionado ao alcance desse motor — alcance para coletar ainda mais dados e alcance para levá-los à superfície. A busca na web é só uma expressão disso, assim como os anúncios, o Gmail e o Maps — eles estão todos construídos sobre aquele motor fundamental. Continue lendo “Do que o Google precisa no mobile?”

Microsoft, rendição e o fim do “Windows Everywhere”

A cultura da tecnologia valoriza persistência, teimosia, perseverança e a ideia de que não se deve desistir. Estamos cercados de histórias de visionários que sempre ouviram que não conseguiriam atingir o sucesso e que, mesmo assim, seguiram em frente e mudaram o mundo. Mas, às vezes, devemos colocar o viés da seleção de lado e, bem, desistir. Continue lendo “Microsoft, rendição e o fim do “Windows Everywhere””

O smartphone é o novo Sol

Existem atualmente mais de 2 bilhões de smartphones em uso, e, dos pouco mais de 5 bilhões de adultos no mundo, cerca de 3,5 e 4,5 bilhões deles possuem algum tipo de celular. Nos próximos anos praticamente todas as pessoas que não têm um celular irão adquirir um, e quase todos os celulares serão smartphones. Há uma década, parte dessas previsões seria passível de discussão. Hoje, não. O quanto todas essas pessoas pagam por dados móveis e como elas recarregam as baterias dos seus celulares poderão ser desafios a serem vencidos, mas o smartphone em si está próximo de se tornar um produto universal para a humanidade — o primeiro que a indústria de tecnologia já produziu. Continue lendo “O smartphone é o novo Sol”

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