O fim do feed de notícias

Quando me casei, minha futura esposa e eu tínhamos certeza de que faríamos uma cerimônia pequena e tranquila — nada dessas festas gigantescas e extravagantes com centenas de pessoas! Convidaríamos apenas familiares e amigos próximos. Então, fizemos uma lista de “familiares e amigos próximos” e… constatamos por que as pessoas convidam 100 ou 200 pessoas para seus casamentos. Você conhece muito mais pessoas do que imagina. Continue lendo “O fim do feed de notícias”

Assistentes de voz como interface para casas conectadas e internet das coisas

Algumas semanas atrás, passei vários dias andando pela CES em Las Vegas (junto com cerca de 200 mil pessoas), e, como em anos anteriores, vi versões “inteligentes” de praticamente qualquer coisa que você possa imaginar e muitas que você não pode. Também ouvi todas as teorias imagináveis, de “nada disso faz sentido” para “esta é a próxima plataforma e a inteligência artificial baseada em voz transformará nossas casas e substituirá o smartphone”. Continue lendo “Assistentes de voz como interface para casas conectadas e internet das coisas”

A máquina Amazon

Quando você olha as grandes empresas de manufatura, fica claro que a máquina que faz a máquina é tão importante quanto a própria máquina. Há muito trabalho no iPhone, mas também há muito trabalho na máquina que pode fabricar mais de 200 milhões de iPhone em um ano. Da mesma forma, há um trabalho no Tesla Model 3, mas a Tesla ainda não construiu uma máquina que possa fabricar Model 3 de forma eficiente, confiável, rápida e com qualidade na escala da indústria automobilística. Continue lendo “A máquina Amazon”

Câmeras, comércio eletrônico e aprendizagem de máquina

Mobile significa que, pela primeira vez, praticamente todas as pessoas terão uma câmera e tirarão significativamente mais fotos do que jamais foram tiradas em rolo de filme (“Quantas fotos?”). Isso parece uma mudança profunda, com o mesmo impacto de, digamos… o rádio transistorizado que tornou a música ubíqua. Continue lendo “Câmeras, comércio eletrônico e aprendizagem de máquina”

Do mobile first ao mobile native

Uns dois anos atrás, empresas de Internet deixaram de ter uma equipe e estratégia mobile para o que batizaram de “mobile first”. Em vez de criar um produto e decidir como e se ele funcionaria nas plataformas móveis, novos projetos passaram a ser feitos para o mobile por padrão e a não necessariamente fazer o caminho de volta para o desktop. Continue lendo “Do mobile first ao mobile native”

Amazon Echo, interfaces e atrito

Celulares e, depois, smartphones, vêm engolindo outros produtos já faz um bom tempo ─ tudo, de relógios a câmeras e players de música, foi transformado de hardware para um app. Mas esse processo também acontece de forma reversa algumas vezes ─ você pega parte de um smartphone, a coloca em uma caixa de plástico e a vende como uma coisa nova. Isso aconteceu primeiro de uma forma bem simples, com empresas vasculhando a cadeia de suprimentos dos smartphones para criar novos tipos de produtos com os componentes que ela produzia, sendo o fruto mais óbvio a GoPro. Agora, porém, existem alguns pontos extras sobre os quais podemos pensar. Continue lendo “Amazon Echo, interfaces e atrito”

Imagens, Snapchat e mobile

Pela primeira vez na história, basicamente todas as pessoas do mundo terão uma câmera. Mais de cinco bilhões de pessoas terão um celular, quase todos serão smartphones e quase todos terão câmeras. Muito mais pessoas vão tirar mais fotos do que nunca — mesmo hoje, talvez entre 50 e 100 vezes mais fotos são tiradas por ano do que foram capturadas em rolos de filme até então. Continue lendo “Imagens, Snapchat e mobile”

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