Inbox, o novo app de e-mail do Google, leva o poder do Google Now ao Gmail

O Google tem um novo front-end para o Gmail. Chamado Inbox, é um aplicativo para iPhone, Android e Chrome feito pela mesma equipe responsável pelo Gmail. Ele repensa a interface do e-mail, acrescenta e modifica funções do típicas do meio e terceiriza o gerenciamento e a descoberta de conteúdo a algoritmos similares aos do Google Now.

O app é bonito. Ele já adota a Material Design, linguagem visual que dá o tom do Android 5.0 e aos poucos se espalha nos domínios do Google. Infelizmente pode demorar para você ver toda essa beleza em movimento em seu próprio e-mail. O Inbox está sendo distribuído por convites, então é preciso esperar a benevolência da empresa (ou de um amigo que já entrou) para usufruir da novidade. Ele só funciona com o Gmail, então se você estava esperando um cliente agnóstico ou mesmo algo que funcione com o Google Apps, esqueça. Continue lendo “Inbox, o novo app de e-mail do Google, leva o poder do Google Now ao Gmail”

Com este aplicativo, a Prefeitura de Curitiba quer criar um “SAC 2.0” automatizado da cidade

Referência no Facebook, a Prefeitura de Curitiba faz um trabalho bastante legal. Misturando bom humor, originalidade, produção constante e atenção aos fãs, a página consegue engajar os moradores da capital paranaense em diversas causas, expôr a cidade em outros cantos do Brasil e brincar com as tradições e a cultura do curitibano. O departamento de mídias sociais, alocado na própria prefeitura, virou modelo de comunicação entre governo e população.

No último Multicom, a semana do curso de Comunicação e Multimeios da UEM, em Maringá, Marcel Bely, da equipe de mídias sociais da Prefeitura de Curitiba, falou das brigas que teve que comprar para estabelecer esse tom mais despojado, menos sisudo na comunicação de uma prefeitura, as estratégias que usa para criar conteúdo que ecoa entre os fãs da página e, na sessão de perguntas e respostas, citou um app, um tal de Colab, que para ele é uma peça fundamental na relação com o povo. Fiquei interessado e fui pesquisar melhor o que é o Colab. Continue lendo “Com este aplicativo, a Prefeitura de Curitiba quer criar um “SAC 2.0” automatizado da cidade”

Yo, Drop e Ping lutam pela área VIP do seu smartphone: as notificações

Nunca cogitei criar um app do Manual do Usuário ou de qualquer outro blog. A web, acessada pelo navegador móvel, é suficiente para tudo. Ou quase tudo. Apenas um recurso a que apps têm acesso eu sinto falta: notificação.

O fluxo de posts daqui é tranquilo. Quando muito, publico três, quatro num dia. Alguns blogs, menos ainda. Seria legal poder avisar ao leitor mais interessado quando um post vai ao ar, na mesma hora, direto na parte mais privilegiada de um dispositivo móvel.

E… bem, o Yo, por mais risível que fosse a sua proposta inicial, supre essa lacuna — e o melhor, sem que eu precise me preocupar em desenvolver um app e atuar na sua manutenção. Ele parecia uma piada, mas alguns viram ali potencial. Em atualização posterior, o Yo ganhou a capacidade de carregar links junto ao característico “yo!” Aproveitei-me disso para subir o desejado sistema de notificação de posts em tempo real.

Se você quiser receber os posts do Manual do Usuário na hora em que são publicados, basta mandar um Yo para “manualdousuario” (sem aspas). Funciona e, hoje, 38 leitores já estão cadastrados nesse sistema. Continue lendo “Yo, Drop e Ping lutam pela área VIP do seu smartphone: as notificações”

Apps para acompanhar a apuração das Eleições 2014

Domingo (5/10) é dia de votar. Escolheremos deputados estadual e federal, senador, governador e o presidente do Brasil.

A apuração dos votos é rápida, graças ao sistema eletrônico usado pelo TSE. E, como efeito colateral, o acompanhamento em tempo real das parciais é mais fácil e acessível.

Em 2014 o Tribunal oferece, além do site, apps para acompanhar a contagem dos votos em smartphones Android e no iPhone. Eles são gratuitos e podem ser baixados nos links abaixo:

Não existe app oficial para Windows Phone, mesmo sendo a segunda plataforma mais popular do Brasil. Alguns apps extra-oficiais suprem essa lacuna; um deles, o Eleições 2014, desenvolvido da noite para o dia (literalmente) pelo leitor Anderson Pimentel. Ele simplesmente consulta a página de resultados do TSE e devolve as informações na interface do app.

Devido aos diferentes fuso-horários do Brasil, a apuração para presidente começará às 19h. Para os demais cargos, a contagem terá início imediatamente após o fechamento das urnas, às 17h.

Sketchbook Pro, Threes e outros 22 apps grátis para Android

A Amazon disponibilizou, de graça, 24 apps que somados e em condições normais custam R$ 330. Não é notícia repetida; dessa vez, aliás, as ofertas são melhores.

Você pode ver todos os apps e jogos aqui. As minhas indicações são essas:

  • Threes: sabe o 2048? Então, este é o original. Arte, áudio e desafio muito superiores, um trabalho fino e de extremo bom gosto.
  • Sketchbook Pro: meu app preferido para desenhar em smartphones e tablets. Tem uma infinidade de pincéis, suporta camadas e o traço fica bem suave.
  • Swype: normalmente ele custa baratinho, mas já que está de graça…
  • Another World: não joguei a versão para Android, mas o original para PC, da década de 1990, é clássico. Você talvez se lembre dele como Out of This World; é o mesmo jogo.
  • Genius Scan+: transforma a câmera do smartphone em um scanner, com redimensionamento e adaptação do material salvo, e integração com serviços de armazenamento na nuvem. Normalmente custa ~R$ 15.
  • OfficeSuite Professional 7: editor de textos, planilhas eletrônicas e apresentações de slides. Algumas fabricantes trazem pré-instalada uma variante apenas para visualização dele em seus dispositivos.
  • Riptide GP2: esse eu nunca joguei, mas sempre tive curiosidade. Se for parecido com o saudoso Wave Race 64, vale o esforço.

A promoção é válida até sábado. Para instalar apps da Amazon Appstore, é preciso liberar a instalação de apps fora da Play Store no seu dispositivo Android. Aprenda como nesta página.

Cuddlr, o Tinder para trocar um chamego com estranhos — sem sacanagem

https://vimeo.com/104043430

Não é do meu feitio fazer julgamentos ao comportamento alheio, mas o Cuddlr, que até onde pesquisei não é uma brincadeira, merece uma análise sócio-antropológica mais aprofundada.

Trata-se de um app para receber um… “chamego” de estranhos. Ao abri-lo, surge um menu à la carte de outros usuários nas redondezas. O escolhido recebe uma notificação e, se for com a sua cara, aceita o pedido de carinho. Então vocês se encontram em algum lugar, como num parque tal qual o vídeo sugere (afinal, por que não conhecer um estranho creepy num parque?), e vocês fazem o que tem que ser feito, ali ou num local mais íntimo, podendo rolar até uma soneca de conchinha. Depois, cada um diz se a interação foi legal ou não, e isso fica registrado no perfil para que outros usuários vejam como você é um bom ombro amigo, tem um abraço gostoso.

É como um Tinder segmentado. Segundo o fundador do Cuddlr, Charlie Williams, não é sobre sexo e o Cuddlr é legal mesmo para quem já está num relacionamento estável. À Salon, ele disse:

Um carinho de mora mais que um abraço, mas é mais curto que um encontro, então você não precisa ficar sentado tomando alguma coisa se você decide que alguém não é para você: é possível terminar um carinho educadamente a qualquer momento. Pessoas desinsteressadas em encontros, seja por já estarem em uma relação ou por não quererem uma, gostarão da experimentar uma conexão com alguém sem a pressão de se arrumarem, encontrar alguma coisa para fazer, trocarem números ou mesmo se verem outra vez.

A entrevista toda vale a pena. Quando perguntado sobre como surgiu essa ideia, e essa certamente seria a primeira pergunta que eu faria, ele disse:

A ideia do app veio do nosso designer, Jeff Kulak. No começo falamos dela como uma piada…

Charlie, não leve a mal, mas vocês deveriam ter parado aí.

…, o nome sendo uma brincadeira com a tropa de apps com “-r” no final.

Boa, Charlie, estou rindo muito.

Mas então nós dois rapidamente concluímos que há uma necessidade disso, que usaríamos de verdade esse app se ele existisse, e que  era tecnicamente viável para nós torná-lo realidade.

Eu concordo que falta um pouco de calor humano nas relações mediadas por telas, mas o Cuddlr me parece o remédio errado para essa mazela. A dinâmica é muito similar à das relações online, e como diferencial apenas coloca um pedacinho de contato corporal na fórmula. É um paliativo que talvez reconforte, mas soa como apenas isso, um paliativo. E um bem estranho.

O Cuddlr é gratuito e está disponível apenas para iPhone.

Teclados no iOS 8: uma experiência com o SwiftKey no iPhone

iPhone com teclado novo, SwiftKey.

O iOS 8 está mais aberto, mais flexível e agora aceita teclados de terceiros. Vários já estão disponíveis na App Store e, nesses primeiros dias de novas possibilidades, dois, SwiftKey e Swype, rapidamente alcançaram o primeiro lugar nas listas dos apps gratuitos e pagos mais baixados. Instalei alguns, inclusive esses dois, para ver como eles se comportam na prática.

A instalação é feita através das opções, da mesma forma que, até o iOS 7, se instalava um teclado de outro idioma, ou o de emojis. Lá também é possível gerenciar a ordem e os teclados disponíveis e, em alguns casos, conceder acesso irrestrito, leia-se o envio do que é digitado para um servidor externo. O SwiftKey pede essa permissão para funcionar plenamente, usando seus padrões de digitação para aperfeiçoar as sugestões. Continue lendo “Teclados no iOS 8: uma experiência com o SwiftKey no iPhone”

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