Anúncio Black Friday: Assine a NordVPN com 72% de desconto

Achados e perdidos #35

Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana.

***

Globo terrestre, escuro, centralizado na América do Sul, com linhas nos oceans representando cabos submarinos de internet.
Imagem: globe.gl/Reprodução.

Uma visualização 3D e manipulável do globo terrestre mostrando os cabos submarinos de internet que conectam o mundo inteiro.

— Montamos um grupo de fotografia no Flickr. Cola lá!

— Como prender um robô aspirador de pó usando um simples desenho geométrico.

— A Microsoft apresentou novos produtos da linha Surface esta semana (em inglês). O mais curioso deles é o Surface Laptop Studio, um notebook com tela “transformer”.

— Alfafa era um influenciador no Instagram (11 mil seguidores) que usava o WhatsApp Business para vender drogas no Alfafa Batutinha Best Quality Drugs. Foi preso pela polícia na Operação Batutinhas. Isso é Brasil!

— Uma caixinha de Spotify (em inglês) feita em casa.

— Se você for levar um notebook XPS da Dell na mochila, nada de hibernar ou suspender a sessão: é necessário desligá-lo completamente ou o notebook pode superaquecer. Pelo menos é essa a orientação do suporte da fabricante (em inglês).

— Um canal brasileiro no YouTube que ensina como editar mapas no OpenStreetMap.

— O ytfzf é um script para assistir a vídeos do YouTube no terminal/linha de comando. Dica do Pablo.

— Tem versão nova do Gnome (41). Esta página (em inglês) lista todas as novidades com vários prints.

— Um serviço de “ler depois”, tipo Pocket e Instapaper, mas baseado em e-mail (em inglês).

— Um site que desconstrói e explica o que cada parte de um comando no terminal faz (em inglês). Dica do Everton.

AirGuard é um app que dedura AirTags próximas a você para protegê-lo de stalkers. Para Android.

— O Feed Mage extrai e lista os blogs e newsletters dos perfis que você segue no Twitter. Gratuito.

Uma lista de sistemas de blogs simples (em inglês), parecidos com os da matéria que escrevi essa semana no Manual. Dica do Felipe no grupo Jardins Digitais.

— Uma galeria de belos changelogs — aquelas listas com alterações em versões de aplicativos ou serviços.

— Lançamentos literários da semana:

  • Comunicação não violenta (nova edição revista e ampliada) [Amazon, Americanas, Casas Bahia, editora]1, de Marshall B. Rosenberg, publicado no Brasil pela Ágora: “Nesta nova edição, que conta com um capítulo inédito sobre mediação e solução de conflitos e prefácio de Deepak Chopra, Marshall Rosenberg consolida seu trabalho, reconhecido mundialmente, e compartilha com os leitores ensinamentos testados e comprovados na prática.”
  • Não aguento mais não aguentar mais [Amazon, Americanas, Casas Bahia]1, de Anne Helen Petersen, publicado no Brasil pela HarperCollins: “Analisando a estrutura social na qual os Millennials foram criados e da qual fazem parte, Anne Helen Petersen desconstrói os mitos que envolvem essa geração e revela como o burnout afeta todos os aspectos de nossas vidas. Unindo uma abordagem sócio-histórica, entrevistas inéditas e uma análise detalhada, Petersen oferece um olhar estimulante, íntimo e esperançoso sobre a vida de uma geração muito difamada.”
  • Homo Ferox: As origens da violência humana e o que fazer para derrotá-la [Amazon, Americanas, editora]1, de Reinaldo José Lopes, publicado pela HarperCollins: “Aliando divulgação científica e uma linguagem envolvente, o autor best-seller Reinaldo José Lopes investiga as origens da ferocidade do homem – abordando questões como evolução humana, racismo, intolerância à comunidade LGBT, violência contra a mulher e no Brasil – com o objetivo de combatê-la.”
  • Donos do poder, Os (nova edição) [Amazon, Americanas, editora]1, de Raymundo Faoro, publicado pela Companhia das Letras: “Neste trabalho incontornável do pensamento social brasileiro, Raymundo Faoro se debruça sobre o tema do patrimonialismo e dos limites entre público e privado. Inclui prefácio e posfácios inéditos, e fortuna crítica.”

— Debates legais que estão rolando no post livre:
– Celular Android pequeno: existe?
– App de música (não de streaming) para Android.
– Desiludido com o Mac.
– Rolês tributários para quem sai do país.
– Impressões do novo Safari.
– Promoções/descontos no Manual: sim ou não?
– Você escreve seu nome em livros?
– Recomendações de livros distópicos.
– Dá para viver sem smartphone?
– Dá para trabalhar em design gráfico sem os apps da Adobe?

— No podcast Guia Prático desta semana (ouça!), Ghedin indicou a série Anne with an E [Netflix], e Jacque, outra série, Sex Educatino [Netflix].

— O leitor Paulo Cezar de Mello avisou, por e-mail, que a minha indicação da semana passada, o filme Caché, de Michael Haneke, está disponível no Reserva Imovision. Valeu, Paulo!

  1. Ao clicar e/ou comprar por estes links, o Manual do Usuário recebe uma pequena comissão do comparador de preços Zoom. O preço final para você não muda.

Deixe um comentário para Gabriel Lins Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

12 comentários

  1. To testando o ytfzf em máquina virtual aqui. Gostei. Achei bem interessante. Porém, percebi uma coisa. Como não tem thumb, voltei a reparar como os títulos de vídeos no youtube estão ridículos e não dizem nada sobre o conteúdo do vídeo em si. É quase impossível saber o que diz um vídeo só pelo título. É puro clickbait e frases que beiram a falta de sentido. Se eu não conhecesse os canais, nem daria vontade de abrir os vídeos.

  2. Eu sempre me perguntei porque os serviços de nuvem só instalam data-centers em São Paulo, sendo que Fortaleza é ponto de conexão de quase todos os cabos submarinos – sei que isso não é a única condição para um data-center, mas deve ajudar. Mas esta semana saiu a notícia que a Amazon vai instalar um data-center lá. Finalmente.

    1. Política, preços (energia, locação, mão de obra, etc…). Acho que isso diz bastante. Fora que a se pensar, apesar de o Nordeste ser um ponto de referência tecnológica hoje, também há o preconceito de quem reside no Sudeste/Sul (ou sudestinos, se preferir).

  3. Da questão de desligar o notebook: sinceramente prefiro que este tipo de ideia seja adotado a TODOS os notebooks. É uma forma de aumentar a vida útil e evitar problemas. Mesmo em notebooks mais comuns, deixar hibernando é um risco. Se a pessoa tem um HDD, se o notebook ligar sozinho (por algum aperto acidental de teclas), o HDD pode ligar em um momento de o computador estar em movimento, ocasionando sacolejos que podem prejudicar a parte mecânica do HDD. Ou pode deixar o note ligado e sobreaquecer mesmo. Isso vale a qualquer um.

    Parou de usar o note? Desligue.

    1. Entendo a necessidade de se adaptar às limitações do dispositivo, mas isso aí é absolutamente contraintuitivo, ainda mais em uma linha premium como a XPS, que nem deve ter mais modelo vendido com HDD. O atrativo do notebook é a mobilidade, levar de um lado para o outro, abri-lo e continuar de onde parou. Por mais rápido que seja a inicialização com um SSD, demora bem mais do que simplesmente fechar e levantar a tampa.

      (E, cá entre nós, em +5 anos de MacBook Pro, só desligando ele antes de embarcar em aviões, jamais tive qualquer problema decorrente de jogá-lo ligado dentro da mochila. E é assim que deve ser.)

      1. É que já vi pessoas que tiveram problemas quando deixaram o notebook hibernando. Essa é a minha maior preocupação. Ok quando é SSD, mas com HDD, fico bem mais preocupado.

        Não duvido que no caso do XPS é erro de programação para ajustar a hibernação. Mas creio que na dúvida, desligar o note é uma medida melhor mesmo.

        (Note não é que nem celular, ao meu ver.)

  4. Acredito que o GNOME seja o DE que mais proporciona facilidade no mundo GNU/Linux. O KDE pode até ser bonito e ter uma aparência consistente, mas o GNOME consegue me dar uma “interface” para gerenciar quase todo o sistema sem precisar colocar a mão no terminal. Apesar de usar o Debian pela estabilidade, meu dedo está coçando para experimentar o GNOME 41 no Arch Linux.

    1. Uma pergunta a qualquer usuário linux que passar por aqui: não compensa gastar um tempo deixando a interface instalada e podendo mudar quando quiser? Quando instalei o Ubuntu aqui fiz isso, instalando outras interfaces e se caso eu quisesse, deslogava, trocava de interface e logava de novo.

      1. Além da perda de espaço em disco, não é muita vantagem ficar alternando entre DEs porque o lance de usar uma só é acostumar-se às convenções, atalhos e lógica. Ao ficar rodando entre várias, você dificilmente se acostuma com uma.

        Para quem ainda está indeciso, porém, talvez seja uma boa instalar várias e alternar até decidir-se, porém.

        1. Ah sim. A ideia é na verdade da última frase mesmo – a pessoa que começa a usar uma distro e quer tentar achar uma interface que lhe agrada. As vezes é melhor isso do que instalar uma distro já com a interface e depois ficar reinstalando distro em cima de distro. Mas bem, preciso me familiarizar com linux também.

  5. muito doido imaginar esses cabos atravessando o pacífico

    em que profundidade eles ficam? como se faz manutenção?

    outro dado interessante é que praticamente só há um cabo chegando a Cuba, a partir da Venezuela

O site recebe uma comissão quando você clica nos links abaixo antes de fazer suas compras. Você não paga nada a mais por isso.

Nossas indicações literárias »

Manual do Usuário