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Essential Phone: de US$ 699 por US$ 399 nesta Cyber Monday

Nesta Cyber Monday, o Essential Phone, smartphone Android da startup de Andy Rubin, pai do Android, está sendo vendido por US$ 399 nos Estados Unidos, via Amazon. A oferta representa um desconto de 42,9% em relação ao preço de lançamento (US$ 699) e ainda inclui a câmera de 360º, único acessório modular disponível até agora e normalmente vendido à parte por US$ 179. Detalhe: o aparelho foi lançado em agosto, há menos de três meses. Não é fácil vender smartphone.

Post livre #103

O post livre é uma tradição no Manual do Usuário. Toda sexta de manhã, publicamos um post vazio (este!), sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e podermos conversar sobre quaisquer assuntos até a noite de domingo. Sim, é só isso. Comecemos, pois.

Mapa de calor do Strava aponta áreas mais “fitness” das cidades

O Strava, um app que monitora exercícios físicos, tem um mapa global de calor com os trajetos dos seus usuários. A base para o gráfico consiste em um bilhão de atividades desenvolvidas em 27 bilhões de quilômetros, o equivalente a 200 mil anos de atividades. Outros números enormes e os detalhes técnicos da versão, que foi atualizada recentemente e está mais precisa e bonita, estão neste post. (O mapa existe desde 2015.)

O mais legal é descobrir, na sua cidade, quais as áreas mais usadas pelos  usuários do Strava para a prática de exercícios. Em Maringá, interior do Paraná, os contornos do bosque, parque do Ingá e do estádio de futebol da cidade ficam mais intensos. O velódromo, ao lado do estádio, se destaca — mas por ter mais praticantes ou porque os praticantes usam, em maior proporção e por mais tempo, o app do Strava?

Detalhe do mapa de calor do Strava fechado na região central de Maringá-PR.
Imagem: Strava/Reprodução.

Detalhe curioso: o Strava recorreu ao Mapbox e ao OpenStreetMap para gerar os mapas. Há vida além do Google Maps.

O criador da web está preocupado com ela

Tim Berners-Lee, o britânico que concebeu a web, o fez com a ideia de que ela seria uma “plataforma aberta que permite a qualquer um compartilhar informações, ter acesso a oportunidades e colaborar para além das fronteiras geográficas”.

Em matéria no Guardian, ele critica o estado atual da web. Diz que “o sistema está falhando” porque “a maneira como o faturamento por anúncios funciona através de clickbait não está cumprindo a meta de ajudar a humanidade a promover a verdade e a democracia”. A crítica recai aos porteiros da informação — Facebook e Google, principalmente. Ele também defende a neutralidade da rede.

“Estamos tão acostumados a esses sistemas sendo manipulados que as pessoas simplesmente acham que é assim que a internet funciona. Precisamos pensar em como ela deveria ser”, disse. Vale toda a leitura (em inglês).

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