Do mobile first ao mobile native

Uns dois anos atrás, empresas de Internet deixaram de ter uma equipe e estratégia mobile para o que batizaram de “mobile first”. Em vez de criar um produto e decidir como e se ele funcionaria nas plataformas móveis, novos projetos passaram a ser feitos para o mobile por padrão e a não necessariamente fazer o caminho de volta para o desktop. Continue lendo “Do mobile first ao mobile native”

Post livre #60

Um post sem nada, apenas para abrir os comentários, onde conversamos durante o fim de semana sobre quaisquer assuntos. Isto é post livre. Começando… agora!

Pela primeira vez na história, um iPhone brasileiro é mais barato que seu antecessor

Já é uma tradição aqui no Manual do Usuário: todo ano, conferimos o preço do novo iPhone comparando com indicadores econômicos, dólar e quanto custavam seus antecessores. Foi assim com os iPhone 5s, iPhone 6 e iPhone 6s. Em 2016, o tom é outro: o iPhone 7 está relativamente mais barato. Continue lendo “Pela primeira vez na história, um iPhone brasileiro é mais barato que seu antecessor”

O novo MacBook Pro e o caso de pensar no futuro sem esquecer o presente

Desde que a Apple anunciou o novo MacBook Pro, um grande debate surgiu no âmago da comunidade mais fervorosa de usuários do produto. Desenvolvedores e outros profissionais que esperavam uma máquina mais poderosa e versátil se decepcionaram com o que foi apresentado. O futuro do computador profissional da Apple é menos “pro” que os disponíveis até então.

As principais queixas são em relação ao desempenho (limitado a 16 GB de RAM) e, principalmente, às portas e conexões — ou a falta delas. A versão de entrada, carente da nova Touch Bar, tem duas portas USB-C/Thunderbolt 3 e uma saída de áudio analógica (de 3,5 mm, a mesma removida do iPhone 7). As mais caras elevam o número de USB-C/Thunderbolt 3 para quatro.

Não há dúvida de que essa conexão é futuro, mas ainda não chegamos nele. Quem compra um MacBook Pro desses novos hoje, precisa necessariamente de um ou alguns adaptadores. É inevitável em qualquer período de adaptação, e nem é o ponto a se discutir. A questão é se essa investida não foi prematura. Manter uma porta USB tradicional ou o slot de cartões SD não tiraria o aspecto “forward thinking” do novo MacBook Pro e seria um facilitador de quem ainda depende deles — e é difícil imaginar alguém que já não dependa de nenhuma das conexões sacrificadas. Seria pensar no futuro sem esquecer do presente.

Não falemos da remoção do MagSafe ou do novo teclado. Soam como retrocessos.

Para fechar, dois links:

  • Um compilado de várias reações de desenvolvedores e jornalistas sobre o novo MacBook Pro. Não me lembro de uma revolta tão grande entre os usuários mais emotivos da marca.
  • Maciej Cegłowski invoca o espírito de Benjamin Button e escreve sobre o velho MacBook Pro como se ele fosse sucessor do novo. O pior? Faz sentido.

Signal, o app de bate-papo que prioriza a privacidade

Se no começo só tínhamos o limitado e instável SMS para nos comunicarmos por mensagens de texto no celular, hoje o cenário é bem diferente. Sobram opções, funcionais nos aspectos básicos e recheadas de funções extras. A dificuldade mudou de figura; agora está em eleger um app ou lidar com vários que servem a um mesmo fim. Qual escolher? Depende do que você prioriza. Continue lendo “Signal, o app de bate-papo que prioriza a privacidade”

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