É possível viver sem o Google?

Um dia parei e me percebi bastante dependente do Google. Com um serviço aqui e outro ali, algumas coisas realmente boas, outras usadas por mero comodismo, notei que muito do que faço online passava pelos servidores do Google. Tanta coisa que, a essa altura, chamá-lo apenas de “buscador” é um reducionismo perigoso. Incomodado, me fiz a pergunta: é possível viver sem o Google? Continue lendo “É possível viver sem o Google?”

A fragmentação do Moto G

Em menos de três anos, a Motorola, agora Lenovo, vendeu 16 milhões de unidades do Moto G no Brasil. Em um mercado onde, no último ano, foram vendidos 47 milhões de smartphones e que conta com mais de dez players, é um número que impressiona para um único aparelho. Ainda que nunca tenha sido um único aparelho de fato.

Até este ano, a Motorola adotava a estratégia de chamar apenas “Moto G” também as segunda e a terceira gerações, o que não só confunde alguns usuários menos ligados em lançamentos, mas também engorda os números como um todo. Diante de mudanças pontuais, sem verdadeiras rupturas de uma geração para a outra, tratar tudo como Moto G fazia algum sentido e dava ainda mais consistência a um produto/marca que virou sinônimo de categoria — nos perguntamos, por muito tempo, onde estava o “Moto G da fabricante tal”.

Com a quarta geração do Moto G anunciada essa semana, muita coisa mudou e esse legado foi posto em risco. Continue lendo “A fragmentação do Moto G”

O escritório do Baidu no Brasil

No Brasil há quase três anos, o Baidu ainda luta contra o estigma que a palavra “chinês” possui por aqui e para desfazer o estrago que equívocos em sua estratégia inicial no país causaram. O Manual do Usuário foi dar um rolê no escritório da empresa em São Paulo, no bairro Cidade Monções, na região da Berrini, próximo ao Brooklyn. É o primeiro e, até agora, único dos chineses na América Latina. Continue lendo “O escritório do Baidu no Brasil”

O fim de uma onda móvel

A indústria da telefonia móvel teve duas ondas — primeiro a da voz e SMS e depois a do smartphone. A onda da voz levou-a de zero a cinco bilhões de pessoas com um celular no planeta e, agora, quase dois bilhões de celulares são vendidos por ano. Em paralelo, começando nove anos atrás, a onda dos smartphones converte uma porcentagem cada vez maior das vendas dos celulares em smartphones. Continue lendo “O fim de uma onda móvel”

Por que o WhatsApp para Mac e Windows precisa do smartphone conectado?

A reação das pessoas com o WhatsApp para computadores foi de decepção. Em vez de um app nativo e independente do smartphone, ele é apenas a versão web convertida em app, com suporte a teclas de atalho e notificações. Talvez seja mesmo um pouco decepcionante, mas não poderia ser diferente. Continue lendo “Por que o WhatsApp para Mac e Windows precisa do smartphone conectado?”

Do NOT follow this link or you will be banned from the site!