Qual o smartphone e o tablet mais popular do Brasil na web? Moto G e iPad 2

Um estudo recém-publicado pela ScientiaMobile apontou o Moto G como o smartphone mais popular do Brasil, seguido pelo Lumia 520 e, em terceiro lugar, o iPhone 4S. Entre os tablets, as cinco primeiras posições são ocupadas por modelos do iPad. Algo errado?

O questionamento é válido porque, a julgar pelos números de vendas de tablets no país, é pouco provável que a Apple esteja tão no topo assim. Juntas, segundo levantamento da Folha, DL, Lenoxx e Samsung, que fabricam tablets quase que exclusivamente com Android, detêm 55% das vendas no mercado nacional.

A ascensão do iPad no relatório da ScientiaMobile e algumas outras estranhezas (a maioria relacionada à Apple) decorrem da metologia usada. As conclusões se baseiam em uma amostra de 2,5 bilhões requisições a sites, coletadas e analisadas pelo WURFL.io, uma solução para detecção de dispositivos e adequação de conteúdo às peculiaridades de cada formato. Continue lendo “Qual o smartphone e o tablet mais popular do Brasil na web? Moto G e iPad 2”

Como usar o melhor do Facebook em seu smartphone sem recorrer ao app principal

No final do ano passado o Facebook anunciou uma mudança na estratégia para dispositivos móveis. Em vez de concentrar todos as suas funções em um app, como vinha fazendo até então, a empresa passaria a desmembrar algumas mais importantes em apps independentes.

Isso realmente aconteceu e com o lançamento do Groups, hoje é possível usufruir dos bons serviços que o Facebook oferece sem depender do app principal. Além de jogar contra a sua produtividade com o Feed de notícias, esse app é bastante exigente no consumo de recursos e, não raro, a fonte de instabilidades e outras anomalias do smartphone — tanto que, recentemente, uma atualização prometendo diminuir em 50% a incidência de travamentos do app foi recebida com entusiasmo pelos usuários.

Os apps abaixo fazem mais do que dispensar o principal do Facebook. Eles são mais ágeis, livres de anúncios e, não raro, mais acessíveis. Tome por exemplo o Groups: em vez de navegar por três, até quatro níveis para encontrar um grupo específico no app principal do Facebook, aqui todos os grupos estão disponíveis de cara, a um toque de distância. Continue lendo “Como usar o melhor do Facebook em seu smartphone sem recorrer ao app principal”

O tablet N1 é o retorno da marca Nokia ao mercado doméstico — pelas mãos da Foxconn

N1, o primeiro dispositivo para consumidores domésticos da nova Nokia.
Foto: Nokia.

Faz apenas seis meses que a venda da divisão de dispositivos da Nokia à Microsoft foi finalizada e poucos dias desde que a empresa de Satya Nadella derrubou a marca “Nokia” em prol da “Lumia” com o smartphone de entrada Lumia 535. Pouco tempo, mas o suficiente para a Nokia, ou o que restou dela na Finlândia, anunciar o N1, um tablet Android que parece bem bacana.

O anúncio foi precedido de um teaser mostrando uma caixa que, na foto, parecia muito um set-top box nos moldes do Apple TV. Não era. Aquela é a caixa do N1, um tablet Android avançado que será fabricado e vendido pela Foxconn. Continue lendo “O tablet N1 é o retorno da marca Nokia ao mercado doméstico — pelas mãos da Foxconn”

A arte das continuações de grandes filmes que nunca existiram

Estúdios de cinema investem cada vez mais em sequências de sucesso do passado. Na semana passada, por exemplo, tivemos a estréia de Debi e Lóide 2, vinte anos depois do original. É um tipo de projeto mais seguro aos grandes estúdios, já que franquias consolidadas costumam ter um retorno financeiro mais garantido.

Infelizmente, existem filmes incríveis que ou não deram dinheiro, ou que acabaram se perdendo entre diversos projetos de seus criadores. Em ambos os casos, são histórias que dificilmente ganharão uma sequência. Por conta disso, alguns artistas criaram imagens e títulos fascinantes para filmes que não devem sair do papel. Além das imagens que selecionamos, abaixo, você pode ver e comprar elas e outras no site oficial ou, caso passe por Los Angeles até o dia 23, conferir in loco a exposição SEQUEL: Artists Imagine Movie Sequels That Were Never Made. Continue lendo “A arte das continuações de grandes filmes que nunca existiram”

O novo data center do Facebook foi construído no meio do gelo europeu

Caso você nunca tenha visto um servidor de perto, saiba que eles esquentam bastante. Por isso, em empresas normais, essas instalações costumam ficar em salas muito bem refrigeradas. Só que o Facebook não é uma empresa normal: a rede social é o segundo site mais acessado da internet, perdendo apenas para o onipresente Google. Como resfriar tantos servidores assim? Construindo um gigantesco data center eficiente num refrigerador natural, ou seja próximo ao círculo ártico.

O novo data center do Facebook é uma obra de engenharia pensada para otimizar a forma como algo assim deve ser. O projeto saiu da iniciativa Open Compute Project, criada pela própria rede social para repensar esse tipo de prédio — e que é disponibilizada gratuitamente para todos. Dessa forma, mais empresas podem seguir os passos do OCP e criar data centers mais práticos.

O OCP propõem que as instalações e paredes sejam feitas em outros locais e cheguem no data center só para serem instaladas. Já os servidores chegam em caixas compactas, desmontados, mas com simples passos de montagem. Assim nasceu o Rapid Deployment Data Center (RDDC), nome desse processo para criar e montar um data center de maneira bem rápida como se fosse LEGO.

A área escolhida, com pouco mais de dois hectares, fica no norte da Suécia, na cidade de Luleå. Além do frio (a temperatura é negativa na maior parte do ano), o país tem uma das melhores distribuições de energia do mundo. Isso é bem importante para quem precisa garantir que suas fotos não se percam por aí, afinal eles recebem sete petabytes de imagens por mês! Claro, se a distribuição falhar, o prédio ainda conta com 14 geradores de reserva.

Confira algumas fotos do lugar:

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Sala dos servidores

Sweden Facebook Server

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Curtir feito de gelo.

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servidores azuis

Quem salvará a indústria da música?

A viabilidade do modelo de negócios dos serviços de streaming de música voltou a ser o centro das atenções essa semana. Culpa de Taylor Swift, que removeu todo o seu acervo do Spotify e boicotou o novo álbum, 1989, de todos os serviços do tipo. Ganância, mal entendido ou a cantora tem razão nas críticas que vem fazendo?

Não foi a primeira vez que Swift se posicionou contrariamente à ideia de ouvir quanta música quiser pagando menos de dez dólares por mês. No começo do ano ela escreveu um editorial no Wall Street Journal dizendo acreditar que o apoio dos fãs (e a venda de álbuns completos) é o que sustenta artistas como ela. Talvez, pelo menos no seu caso, seja verdade: só na semana de lançamento, 1989 vendeu 1,2 milhão de cópias, número estratosférico para os padrões atuais. Para colocar isso em perspectiva, Random Access Memory do Daft Punk vendeu 339 mil cópias em seus primeiros sete dias e PRISM, da Kary Perry, 286 mil cópias no mesmo período. Ambos foram  os mais vendidos no ranking da Billboard em suas respectivas semanas de lançamento. Continue lendo “Quem salvará a indústria da música?”

6 vídeos para entender (e contemplar) o Material Design, a nova linguagem visual do Google

Se você usa algum aplicativo próprio do Google talvez já tenha percebido que ele está de cara nova. Ou algum app de terceiro. Há algo diferente no ar, ou melhor, na palma da sua mão… Isso, amigos, amigo, é o Material Design em ação.

A nova linguagem visual do Google foi apresentada na conferência Google I/O desse ano. O Material Design é uma evolução do design de cartões, típico do Google Now e que se espalhou a outras áreas, mas agora com foco em profundidade e movimento, e amparado por cores chapadas.

Falando em sistema, é bom se acostumar ao Material Design: sua influência dentro do Google é tão grande que tudo está sendo feito dessa forma. Android 5.0, Android Wear, web apps e até aplicativos para outras plataformas, como o iOS, têm formas, cores e movimentos padronizados. O ideal do Google é manter a familiaridade dos seus produtos independentemente de onde eles sejam usados.

Como imagens falam mais que palavras, selecionamos alguns vídeos para demonstrar o que é, na prática, o Material Design. Continue lendo “6 vídeos para entender (e contemplar) o Material Design, a nova linguagem visual do Google”

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